Qualquer Semelhança...

Qualquer semelhança que houver com historias da sua vida ou da vida de pessoas que voce conhece, nao se esqueça que e apenas uma semelhança...

terça-feira, 17 de julho de 2012

A Charada...

E ninguém mais comentou sobre a suposta briga e cada um dos alunos da sala, dirigiu - se para as suas casas, tristes e desanimados, porque nos três dias consequentes à suspensão, teriam provas e trabalhos para entregar, porém não podiam mais fazê - los, pois afinal de contas, estavam em suspensão de aulas, devido à briga na rua, que foi a gota d'água para a suspensão aplicada pela diretoria da escola.
E de longe, Fred observou tudo, fotografou, e ficou com a sua máquina fotográfica na mão, observando a irmã indo embora, na cola do garoto Zinho, que ele também estava aprendendo a detestar também...
Mas, entre o Zinho e o Acácio, ele ainda preferia o Zinho, pois não tinham rivalidade nenhuma e além disso...
Além disso, ele também aproveitaria uma boquinha para também se aproveitar de Bunnie, a belíssima irmã do Zinho, já que gostava de Sonda, mas já sabia que Sonda era proibida para ele, devido à encrenca entre ambas as famílias.
Mas... Como ele só pensava coisa ruim e só maquinava o mal, ele ficou pensando em como a mãe reagiria se soubesse da longa história de Marion e foi logo para a sua casa, louco para arrumar confusão, observando todos saindo felizes da escola, principalmente os que entravam para o outro período, sempre comentando sobre a suposta briga da sala de Marion.
E quando Fred chegou em casa, estava na sede de contar toda a história para a mãe, antes que Marion começasse a falar as suas desculpas e mentiras, e Marion, por sua vez, sabendo disso, passou pela mãe rapidinho, sem ao menos cumprimentá - la, foi direto para o seu quarto e fechou - se, mas... mesmo assim, teria que abrir a porta do seu quarto forçadamente, a fim de escutar o que a mãe teria a dizer ao saber da suposta suspensão, Zinho a deixou sã e salva em sua casa, dando - lhe um estralado beijinho no rosto e todos os vizinhos pensavam que Marion estava até namorando o suposto garotinho.
- Mãe, a Marion já chegou? - Fred perguntou, entrando todo estabanado.
- Sim e ela entrou com toda aquela estupidez e nem sequer falou comigo! - Zoraide reclamou, fingindo - se de chateada. - Sabe como é, o Zinho vem todos os dias deixá - la aqui na porta de casa! - Zoraide deu de ombros, furiosa pela atitude do garoto trazer a sua filha até a porta de casa.
- Mãe, ela entrou furiosa para dentro de casa, porque ela se envolveu em uma briga muito feia! - Fred começou a falar, enquanto Zoraide, por sua vez, olhava para o filho, ainda de boca aberta.
- Se envolveu numa briga feia com a Sonda, meu filho? - Zoraide perguntou curiosa, pensando que se tratava de Sonda.
- Não mamãe, é que o Zinho se envolveu em uma briga com um punk da sala dele e o garoto se atracou com o Zinho na rua e a sala dela começou a brigar também, mas sem motivo nenhum! - Fred explicou, ajeitando - se na mesa, enquanto Zoraide, por sua vez, olhava furiosa para o filho.
- O quê? - Zoraide perguntou, olhando assustada para o filho, e deixou tudo o que estava fazendo e foi bater na porta do quarto da filha a fim de tirar satisfação com ela, e Marion, por sua vez, assustou - se, só em ouvir a mãe batendo na porta do seu quarto e já sabia que vinha muita bronca por aí. - Marion, abra essa porta, porque você tem uma notícia grave para me contar! - Zoraide continuou em tom furioso e batendo na porta do quarto da garota feito louca, enquanto Fred, por sua vez, esboçava um sorriso vitorioso, vendo que a irmã iria levar bronca da mãe, e muita bronca...
Só não apanharia, porque ela tinha dois defensores, como o pai e o suposto tutor dela... O seu Acamir...
- Eu não tenho mais nada para dizer para a senhora mamãe, porque o Fred já chegou e já contou tudo! - Marion respondeu ríspida, enquanto Zoraide, por sua vez, continuava batendo na porta do quarto da filha, feito uma doida desvairada.
- Filha da puta! - Fred bradou entre os dentes, enquanto Zoraide, por sua vez, olhava feio para ele.
E logo Jardel chegou com a sua malinha típica, e os dois logo pararam de armar a discussão, retirando - se de frente da porta do quarto de Marion, enquanto Jardel ainda olhava feio para os dois, Zoraide por sua vez, foi logo cuidar do almoço, enquanto Fred dispersou - se para o seu quarto.
- O quê foi que aconteceu? - Jardel perguntou em tom de tirar satisfação, enquanto cada um dirigia - se para o seu lugar típico. - Vocês estão prontos para brigar com a Marion? - Jardel perguntou, ainda surpreendendo os dois, que apenas entre olhavam - se disfarçando e Jardel tirou a chave do quarto da garota do bolso e mostrou para os dois que retiraram - se da frente da porta do quarto de Marion e foi abri - la, a fim de entrar no quarto da filha.
- E antes do senhor entrar no quarto dela e começar a puxar o saco dela, eu vou logo contar o que foi que aconteceu! - Fred voltou - se do corredor que dava para o seu quarto e encarou o pai com muita fúria.
- E qual foi a sua armação agora, meu filho? - Jardel perguntou com pouco caso, enquanto Fred olhava surpreso para o pai.
- Não tem nenhuma armação, meu pai! - Fred respondeu ainda ríspido, enquanto Jardel o encarava ainda furioso com a atitude do filho. - É que a Marion tomou uma suspensão de três dias! - Fred anunciou, observando que o pai continuava olhando incrédulo para ela. - Só porque a sala dela brigou na rua por besteira! - Fred continuou explicando, enquanto o pai continuava olhando incrédulo para ele. - E a dona Virgínia já tinha falado que se houvesse mais uma briga na sala dela, com certeza, eles teriam suspensão de três dias! - Fred continuou explicando, enquanto Jardel, por sua vez, dava um enorme sorriso sarcástico, e Fred por sua vez, olhava furioso para o pai, que não estava acreditando nas palavras dele.
- Eu sei meu filho! - Jardel continuou sorridente. - E você está querendo fazer o papel de pai? - Jardel perguntou furioso, ao passo que Fred, por sua vez, deu um passinho para trás. - A bronca sou eu quem dou, porque eu sou o pai, e além disso, vocês dois não sabem dar bronca! - Jardel bradou, furioso, apontando para Fred e Zoraide, que ainda estava surpresa com a atitude do marido. - E além de não saberem dar bronca, vocês também não sabem conversar! - Jardel continuou furioso com a mulher e com o filho, que continuavam olhando furiosos para ele. - Só porque ela... - pigarreou, cortando seu pensamento e nada mais falou, e Marion, por sua vez, ficou com a curiosidade aguçada...
"Será que ela não era normal?"
Aí sim, começaram inúmeras perguntas sem respostas, na sua pobre cabecinha, já não acreditava mais no que podia ser verdade ou não...
Só escutou a porta do seu quarto abrir e ficou ali, sentada em sua cama, esperando o carinho e o conforto do pai, ao passo que o pai fechou a porta atrás de si, e Marion, por sua vez, estava muito nervosa, e queria poder explicar - se ao pai, mas...
As palavras não saíam...
- Pai, eles queriam brigar novamente comigo! - Marion bradou nervosa e ainda com medo.
- Não se preocupe, porque o pai chegou ainda em tempo! - Jardel sentou - se em sua cama, amável com a pobre filha.
- O Fred já contou que a minha sala inteira tomou suspensão por causa da briga entre o Zinho e o punk? - Marion perguntou curiosa.
- Ele já comentou tudo com a sua mãe, no mínimo! - Jardel deu de ombros e Marion, por sua vez, percebeu que o pai não estava dando tanta importância para os fuxicos do irmão. - Toma cuidado com aquele garoto, minha filha! - Jardel bradou alertando à filha que olhou surpresa para ele. - Esse garoto não só quer a sua amizade, ele quer outras coisas com você que não lhe dizem respeito agora, no presente momento! - Jardel continuou alertando a filha e sentado bem do seu lado, enquanto Marion, por sua vez, escutava os conselhos do pai, triste e cabisbaixa.
- Ele já falou que gosta de mim, papai! - Marion bradou ainda cabisbaixa, enquanto Jardel, por sua vez, olhou surpreso para a filha, pois não sabia de tamanha ousadia por parte daquele garoto safado.
- Ele gosta de você, minha filha? - Jardel perguntou escandalizado com a notícia dada pela garota. - E você também gosta dele? - Jardel perguntou ainda desconfiado da pobre garota, que olhou sorridente para o pai, que ainda estava desconfiado da situação.
- Eu? - Marion continuou sorridente. - Eu não! - Marion olhou surpresa para o pai. - Eu só quero a amizade dele, papai! - Marion bradou sorridente, para alívio do pai.
- Mas não é o que todo mundo da rua está falando, Marion! - Jardel olhou sério para a filha, que ficou surpresa com a situação. - E dizem as más línguas, que ele te trás em casa todos os dias e te deixa na nossa porta, com um beijinho estralado no rosto! - Jardel bradou, olhando apreensivo para a filha que ficou surpresa ao receber a notícia do pai. - E o pior que todos acham que você está apaixonada por ele, minha filha! - Jardel bradou, observando a filha corar.
- Mas por quê dizem que eu estou apaixonada por ele, papai? - Marion quis saber.
- Porque você entra em casa toda sorridente, minha filha! - Jardel respondeu, olhando bem nos olhos da pobre garota. - Eu sei que você gostaria de estar conversando sobre isso com a sua mãe, mas... - pigarreou, antes de completar a frase, enquanto Marion, por sua vez, lançou - lhe um olhar curioso.
- Pai, o quê tem de errado comigo? - Marion perguntou ansiosa por uma resposta convincente, ao passo que o pai a olhou surpreso.
- Nada, nada não, minha filha! - Jardel foi logo respondendo, enquanto Marion, por sua vez, não sentia - se totalmente convencida com a resposta do pai. - É que todos te marginalizam, inclusive o seu irmão e a sua mãe! - Jardel disse furioso, ainda olhando para a porta, e com medo dos dois abrirem a porta do quarto da garota e pegá - los em perfeita harmonia.
- Mas isso não tem explicação, papai! - Marion continuou insistente, ao passo que o pai ainda olhava surpreso para ela.
- Mas por quê não tem explicação, minha filha? - Jardel perguntou curioso.
- Porque fica muita coisa no ar! - Marion respondeu séria, enquanto Jardel, por sua vez, disfarçava, sem ao menos a filha perceber.
- Eu sei minha filha! - Jardel acabou admitindo, enquanto Marion, por sua vez, ainda olhava surpresa para ele. - Um dia você ficará sabendo! - bradou, tentando sem simpático com a filha. - Todo mundo tem um segredo, sabe? - continuou simpático com a garota, que continuava olhando surpresa para ele, pois ele sabia muito bem, que se abrisse a boca para revelar qualquer coisa à Marion, com certeza, ele mudaria totalmente o destino da garota. - E você gosta de alguém, minha filha? - Jardel perguntou ansioso.
- Gosto! - Marion respondeu encabulada e Jardel, por sua vez, fez a pergunta que não queria  calar, mas ficou com medo de ouvir a resposta da filha.
- E de quem, minha filha? - Jardel continuou curioso, enquanto Marion, por sua vez, olhava surpresa para o pai.
- O senhor não conhece! - Marion foi logo respondendo, a fim de cortar logo a conversa com o pai.
- Ah, mas eu quero saber, minha filha! - Jardel continuou insistindo, e percebendo que a garota não queria mais falar sobre o assunto.
- Para quê o senhor quer saber? - Marion perguntou estúpida e Jardel, por sua vez, achou estranha a atitude da garota.
- Para te proteger, oras! - Jardel deu de ombros, enquanto Marion o encarava persistente e louca para o assunto acabar.
- Do Acácio, o filho do seu Acamir, aquele bondoso homem, que também me ajuda! - Marion revelou, observando o nervosismo do pai, que ficou sem fala, e sem nada para argumentar, ao passo que Marion, só ficou olhando curiosa para ele.
- E a sua mãe sabe sobre isso, minha filha? - Jardel perguntou recobrando as suas energias.
- Sabe, e o pior que o Fred também sabe, mas só que nenhum dos dois querem que eu fique com ele! - Marion bradou chateada, enquanto Jardel olhava surpreso para ela.
- E esse Acácio sabe que você gosta dele, minha filha? - Jardel perguntou apavorado com a situação.
- Não sei! - Marion deu de ombros. - Eu acho que ele deve saber, sim! - Marion continuou tranquila com a situação, enquanto seu pai, passava a mão pela cabeça, apavorado. - Ele também gosta de mim, mas só que ele namora a prima dele, a Sonda! - Marion comentou chateada, ao passo que Jardel ficava surpreso com a situação da filha.
- Não acredito, minha filha! - Jardel até tossiu e não conseguiu conter - se. - Você gosta de um garoto que já tem namorada? - continuou escandalizado com a situação pela qual Marion estava passando. - E ainda por cima ele namora a prima dele? - Jardel continuou escandalizado com a situação.
- Não sei não, papai! - Marion deu de ombros, ainda tranquila. - Eu acho que a minha vida está totalmente ligada à vida da família dele, papai! - Marion bradou, observando a vermelhidão no rosto do pai, que não conseguia conter - se, com tamanha situação passada pela filha, e Jardel levantou - se assustado, pois não tinha mais nada para argumentar perante àquela situação vivida pela filha e perante à ligação feita pela filha e percebeu que não tinha muito o que fazer em relação às descobertas precoces da filha.
E Marion, por sua vez, não entendeu, quando viu o pai fechar a porta do seu quarto atrás de si, sem mais nada o que dizer - lhe.

- Zoraide, eu preciso falar com você! - Jardel bradou, saindo do quarto da filha, ainda transtornado com a situação.
- O quê foi, homem? - Zoraide perguntou assustada, e ainda com a colher na mão.
- Não, aqui não, mulher! - Jardel bradou dirigindo - se ao quarto do casal. - Tem que ser lá no quarto, porque precisamos conversar... - Jardel bradou encarando a mulher e retirando - se, ao passo que Zoraide o seguia preocupada com a situação pela qual o marido estava passando.
- O quê foi que aconteceu, Jardel? - Zoraide perguntou, entrando no quarto, ao passo que o marido, ainda estava transtornado e sentado na cama.
- A Marion está sabendo de tudo! - Jardel começou a falar, ainda nervoso com a situação, ao passo que Zoraide olhava surpresa para ele. - Ela me revelou que gosta do filho do Acamir e que você e o Fred já sabem de tudo! - Jardel continuou nervoso com a situação, ao passo que Zoraide sentava - se ao lado do marido. - E isso não pode acontecer, meu filho! - Jardel bradou chateado com a situação, ao passo que Zoraide, por sua vez, ainda olhava surpresa para o marido. - E o pior de tudo, é que esse garoto também gosta dela! - Jardel coçou a cabeça ainda nervoso. - E um dia vai acontecer o que não deve, Zoraide! - Jardel bradou, quase que choramingando com a situação vivida pela filha, enquanto Zoraide somente olhava surpresa para ele.
- Nós sabemos disso, mas não se preocupe, porque o Fred jamais deixará os dois se aproximarem um do outro! - Zoraide tentou tranquilizar ao marido, que ainda fazia gestos de nervosismo perante ao assunto que jamais ele imaginaria que iria acontecer.
E Zoraide, por sua vez, afirmou que o Fred jamais permitiria a aproximação entre Acácio e Marion, com a plena certeza de que jamais o filho querido permitiria uma maior aproximação entre os dois.
- Não, o Fred não, Zoraide! - Jardel bradou ainda nervoso com a situação. - Ele é do seu tipo, tem que ser eu! - Jardel bradou ainda nervoso. - Eu tenho que dar um jeito para que os dois não se aproximem um do outro! - Jardel bradou ainda furioso e não querendo que essa situação estivesse acontecendo com ele. - Antes que seja tarde, Zoraide, antes que seja tarde! - Jardel olhou com súplica para a mulher, que nada respondeu. - E se as coisas não tivessem acontecido assim, desse jeito, talvez ela nem existiria, e nós não estaríamos vivendo essa situação que estamos vivendo agora, Zoraide! - Jardel olhou furioso para a mulher, culpando - a pelo fato de Marion existir.
- E você está querendo dizer que a Marion não deveria existir? - Zoraide perguntou furiosa.
- Assim ela nunca iria sofrer nem com você e nem com o Fred! - Jardel bradou ainda furioso. - Vocês jamais vão fazer qualquer coisa contra ela, pelo fato dela existir! - Jardel olhou feio para a mulher, que deu um sorriso amarelo para ele. - Porque eu sou capaz de colocá - los na cadeia! - Jardel bradou, apontando para o lado de fora. - Na cadeia, entendeu? - continuou furioso com a mulher, que nada dizia. - Na cadeia! - continuou repetindo a palavra "cadeia" com toda a convicção do mundo, apenas para amedrontar a pobre mulher, que continuava olhando indignada para ele.
E Fred, por sua vez, ficou escutando o pai gritando com a mãe de lá do seu quarto e pensando em como faria para arrombar a porta, se caso a mãe tivesse apanhando do pai, apenas para tirá - lo de cima da sua pobre mãe.
E Marion, por sua vez, também escutou os gritos do pai, mas acabou achando ótimo, porque quem sabe até seu pai, daria uma tremenda lição na sua mãe...

- Mamãe, a senhora não sabe da última! - Bunnie aproximou - se da mãe e olhando para Zinho, em sinal de provocação.
- O quê foi dessa vez, minha filha? - Deda encarou a garota ansiosa e feliz. - O Cacio te pediu em namoro? - Deda perguntou ansiosa, olhando para a filha, que ainda estava radiante.
- Não, mamãe, não é nada disso, não! - Bunnie foi logo dizendo e desvanecendo assim o sorriso vitorioso da mãe.
- Ah, pensei que fosse algo relacionado a ele, minha filha! - Deda bradou decepcionada, ao passo que Zinho ria da infelicidade da mãe. - Assim, a idiota da Olívia ia ser obrigada a te engolir e de quebra... - gargalhou maldosa. - Me engolir também e eu não passo na garganta daquela mulher! - Deda continuou às gargalhadas, surpreendendo aos filhos, que ficaram um olhando para a cara do outro.
- Tá bom, mamãe! - Bunnie bradou toda sorridente. - Vá sonhando que faz muito bem! - Bunnie continuou sorridente, enquanto a mãe olhava feio para ela. - É que... - olhou para o irmão. - Olha a cara do Zinho! - Bunnie pediu às gargalhadas, ao passo que a mãe olhava para a filha, ainda surpresa.
- Sua fofoqueira! - Zinho praguejou furioso. - Você e a Dorise podem dar as mãos! - Zinho continuou furioso com a irmã.
- É mesmo! - Deda olhou para a cara do filho e percebeu os arranhões na cara do garoto. - Meu filho, você brigou na rua? - Deda perguntou curiosa, ao passo que Zinho observou o enorme sorriso vitorioso da irmã.
- O quê você quer, hein, Bunnie? - Zinho perguntou furioso. - Você quer me ferrar, é? - continuou furioso com a irmã, que continuava exibindo aquele sorriso maldoso e vitorioso.
- Não, eu só quero deixar a mãe a par dos três dias de suspensão que você tomou, oras! - Bunnie deu de ombros, revelando o que havia acontecido com o irmão e observando a mãe boquiaberta com a notícia que ela havia dado.
- O quê? - Deda perguntou furiosa. - Eu não acredito! - Deda bradou com a mão na boca e até sentou - se, tamanho o choque que havia tomado, ainda furiosa com o filho. - Ai, Zinho, pelo amor de Deus! - Deda bradou com a mão na cabeça. - Eu tenho vontade de te matar! - bradou entre os dentes, ao passo que Zinho olhava curioso para a mãe e sem nada responder.
- Mamãe, não me mata ainda não, porque eu ainda quero me casar com a Marion e dar ainda uns três netinhos para a senhora! - Zinho bradou ansioso e feliz e observou Bunnie dando sonoras gargalhadas.
- O quê? - Bunnie admirou - se. - Com aquela esquisita, Zinho? - gargalhou maldosa. - Você bem pode arrumar algo melhor, isso sim! - Bunnie fez careta. - Eu fiquei sabendo também que o Cacio é louco por ela! - Bunnie bradou séria e olhando para o irmão, que recebeu a notícia sem dar a mínima para o fato de Acácio também gostar da Marion.
- Ah, então é por isso que você não quer mais nada com ele, minha filha? - Deda perguntou sorridente e olhando sério para a filha, que ainda estava surpresa com a pergunta da mãe.
- E quem disse que eu não quero nada com ele, mamãe? - Bunnie perguntou indignada, ao passo que a mãe, olhou surpresa para ela. - Se ele me quiser, eu estou dentro, oras! - deu de ombros, para a surpresa da mãe e do irmão.
- Cachorra! - Zinho xingou Bunnie, com toda a fúria do mundo. - Você é uma cachorra mesmo, hein? - Zinho olhou furioso para a irmã, que ainda estava indignada com o irmão. - Você não está vendo que o cara tem namorada e está a fins de outra? - Zinho perguntou furioso, ao passo que Bunnie ria da cara dele. - E nem assim você se toca e sai fora? - continuou furioso com a irmã, que nada dizia, apenas ria da cara dele. - Meninas como você, atrapalham casamentos, paqueras, namoros, noivados e todos os casais que estão juntos se curtindo! - Zinho continuou furioso com a irmã, que nada dizia, apenas ria da cara dele e do jeito que ele estava falando com ela.
- E você está pensando que é quem? - Bunnie explodiu. - Seu repetente de meia tigela, que vai repetir novamente, porque tem trabalhos para entregar e provas para fazer e a dona Virgínia deu suspensão para a sua sala toda, porque você e o folgado do punk rolaram no chão, por motivos banais! - Bunnie continuou desabafando e observou os lábios de Zinho crispados de raiva, e chispas de ódio no olhar do irmão também estavam sendo dirigidos para ela.
- Calma, meus filhos! - Deda tentou tranquilizá - los. - Eu só tenho vocês dois, não tenho mais ninguém! - Deda continuou falando, ao passo que os dois garotos, olharam - se furiosos. - Portanto, pelo amor de Deus, acalmem - se, e não briguem porque eu preciso de vocês dois unidos, afinal de contas, vocês dois são irmãos! - Deda bradou, olhando feio para os dois filhos, e Bunnie, por sua vez, jogou seus cabelos para trás e foi furiosa para o seu quarto, sob os olhares furiosos de Zinho.
- Mamãe, a senhora não pode desejar que a Bunnie e o Cacio fiquem juntos, sendo que ele namora a Sonda e gosta da Marion! - Zinho olhou sério para a mãe. - Eu não acho isso certo, mamãe! - Zinho continuou chateado pelo comportamento da mãe, em relação à irmã.
- Meu filho! - Deda começou a falar, toda sorridente e com jeito sonhador. - Pensa para o outro lado! - continuou ansiosa, ao passo que Zinho olhava sério para a mãe e pronto para saber sobre o que a mãe iria falar - lhe. - Você ficaria com a Marion! - continuou ansiosa, ao passo que Zinho olhava surpreso para ela, sem ter nada o que responder e a mãe passou a mão em seu rosto e ele logo retirou - se, com um sorriso encabulado, dirigindo - se para a rua, e deixando a mãe sozinha, com seus sonhos no pensamento, ao passo que ele mesmo, também ficou com a idéia de poder ficar com a Marion para sempre, mas logo, acabou descartando isso, pois não queria ver a Marion triste, ao ver Acácio com a sua irmã Bunnie e sabia muito bem que, Acácio era o amor da vida da Marion...
- Não te contei, meu filho? - Deda foi atrás do garoto, com medo dele ir para a rua, brincar com todos aqueles maloqueiros do bairro, inclusive com Dudu, que ficava no meio daquela corja toda.
- O quê, mamãe? - Zinho perguntou, fazendo sinal para um moleque que passava na rua.
- A Olívia me molhou toda de mangueira, eu não sei se você viu! - Deda começou a falar, sob os olhares reprovadores do filho.
- Olha aqui, mãe! - Zinho bradou, apontando o dedo para a mãe. - Eu já estou cansado de ouvir sempre a mesma coisa! - continuou furioso com a mãe, que olhava surpresa para ele. - No mínimo a senhora foi provocá - la, porque a Bunnie venceu o concurso de Miss Primavera! - Zinho bradou furioso, ao passo que Deda olhava sem graça para ele. - Pelo que eu fiquei sabendo na escola e no bairro, foi isso! - deu de ombros, ao passo que Deda olhava furiosa para ele. - E a Bunnie ficou muito preocupada com a senhora! - continuou olhando sério para a mãe que nada dizia, pois ela estava completamente errada. - É que ela não quis dizer nada não, mas eu fiquei sabendo que até as amigas dela, ficaram acalmando - a, de tão preocupada que ela ficou! - Zinho comentou, observando que a mãe ficou totalmente sem graça e surpresa pela filha ter se preocupado com ela.
- Ela nem me falou nada! - Deda completou ainda chateada.
- Nem vá perguntar nada para ela, porque senão ela vai ficar nervosa novamente e aí, a senhora sabe muito bem que as coisas vão desabar novamente para cima de mim! - Zinho comentou, em tom de alerta. - E outra coisa... - Zinho voltou - se para a mãe, porque já ia fechando o portão atrás de si. - A senhora sempre acredita em tudo o que a Bunnie diz, e em nada que eu digo! - bradou furioso e Deda, por sua vez, ficou boquiaberta e surpresa pelas palavras ditas pelo filho, que retirou - se, batendo o portão atrás de si, e dirigiu - se ao garoto que ele fez sinal e que já o esperava a um tempinho.

E o mês de outubro chegou, e com ele, as novidades também, para a alegria de alguns e para a tristeza de outros...
E com a chegada do mês de outubro, houve um grande acontecimento na casa de Sonda, o famoso bailinho, que na época, em todas as casas, que tinham famílias normais não evangélicas a garotada realizava para os amigos, aquela festinha americana, onde cada um levava um prato e o dono da casa cedia o espaço para tocar as músicas da época que rolavam nas famosas casas noturnas, e Sandro, o irmão de Sonda, que sempre insistia para que os pais dessem a permissão para que acontecesse o famoso bailinho na casa dele, e todos os amigos da escola, que também levavam seus amigos, estavam lá reunidos, ouvindo e dançando um sonzinho e outros, como sempre, sentados feito bobos, enquanto alguns dançavam os hits dos anos oitenta, as famosas músicas lentas, pops, blacks, dançantes e etc...
- Bem... - Sandro pediu um espaço para o dj que estava tocando no baile da sua casa. - Agora vamos ao nosso baile, com a esperança de que logo, logo o Black Panther vai abrir as portas para a nossa alegria!!! - Sandro bradou sendo aplaudido pelos presentes que estavam dançando ansiosos.
E já que Acácio não aceitava Fred em sua casa, então...
Jamais esse baile poderia ter acontecido na casa dele, assim como ele queria, e acabou acontecendo, novamente, na casa de Sandro, para que Fred fosse com seus amigos da escola, e assim, Fred poderia circular bem mais a vontade e Acácio, por sua vez, furioso que fazia até dó.
- Tem gente que não é bem vindo aqui! - Acácio resmungou olhando para trás e era Fred quem circulava para lá e para cá, cumprimentando a todos, com aquele sorriso falso.
- Quem será? - Dorise perguntou, olhando para o mesmo lugar onde o irmão olhava e pode observar que seu irmão se referia à Fred, que estava ali, parado e com um copo de refrigerante na mão, todo feliz e sorridente.
- Ali está o Herbert! - Acácio bradou, fazendo sinal para o amigo e logo esse o avistou e foi logo entrando, e com um copo de refrigerante na mão.
E quando Herbert aproximou - se e foi abraçar Acácio, os olhares dele e de Sonda se encontraram e Dorise, a fofoqueira do bairro, observou que entre a prima, a namorada do irmão e o amigo Herbert de Acácio, estava acontecendo algo de estranho, pois Acácio queria soltar o garoto e esse, encantado com Sonda, não queria soltá - lo de maneira nenhuma.
- Pô, cara! - Acácio reclamou, sentindo que o garoto não queria soltá - lo. - Sai daqui! - Acácio conseguiu desvencilhar - se e começou a limpar a sua roupa, enquanto o outro garoto, gargalhava. - É só amizade, sabe? - gargalhou também. - Eu não quero nada com você não! - Acácio bradou ainda simpático e sorridente, enquanto Dorise, por sua vez, observava tudo em silêncio, pronta para fofocar com qualquer um que passasse na sua frente, enquanto Acácio, por outro lado, observava o sorriso maroto e notou também que Herbert olhava por cima dos ombros de Acácio e acabou achando tudo aquilo muito estranho, e acabou olhando para trás disfarçadamente, e concluiu que Sonda também correspondia ao sorriso maroto de Herbert, e pegou a namorada no pulo, Sonda também estava suspirando por Herbert, e essa seria uma boa desculpa para ele terminar o namoro com ela, e logo ligar - se à sua amada Marion ou então... À estonteante Bunnie, apenas para mostrar a todos os garotos da escola, que ele tinha trocado Sonda por uma garota muito bonita e também muito gostosa!
E pensando em Bunnie, olhou para o portão e viu a beldade entrando e trajando uma mini saia jeans bem provocante, e o acontecimento da chegada de Bunnie parou a festa, e todos os garotos que estavam dançando feito loucos, pararam de dançar, apenas para ver a bela chegar, e aqueles que continuavam a dançar, feito bobos, eram cutucados pelos amigos e logo paravam admirando a bela Bunnie, que entrava toda sorridente, sabendo que tinha provocado um tremendo alvoroço entre os garotos do baile, e os garotos que pararam de dançar com suas respectivas namoradas, olhavam para ela, com toda a atenção do mundo, e para a decpção dos garotos do baile, logo atrás estava Zinho, o guarda costas da sua irmã, que agora provocava brigas entre os casais, suas namoradas estavam totalmente nervosas e descontroladas com a situação provocada pela bela Bunnie, e as garotas davam sonoros tapas em seus namorados, tudo por culpa da bela Bunnie, que continuava sorridente e avessa às briguinhas dos casais, que foram provocadas por sua beleza estonteante.
" - Meu Deus, como ele é lindo!!!" - Sonda suspirou, ainda observando o garoto, junto com Acácio, e todos os garotos encantados em Bunnie, que desfilava feito uma gata selvagem à procura de seu gatão, e logo Sonda percebeu a situação e ficou furiosa com aquela cena, todos os garotos da festa, despejando suas atenções encima da bela Bunnie! " - Droga, aquela vaca chama a atenção de todo mundo!!!" - Sonda bufou furiosa, e olhou para a garota com um tremendo ódio, que se ela pudesse, a pegaria e a estralhaçaria todinha, expulsando - a dali daquela maldita festa, mas ela não podia fazer isso, pois estava em sua casa, e jamais poderia fazer isso...
E Sonda, por sua vez, pode observar que não era só ela que sentia raiva de Bunnie, e que a maioria das garotas que namoravam ou não, também sentiam raiva da bela garota e pode observar como ela era bonita e chamava a atenção de todos os garotos da festa e despertava ódio nas demais garotas.
E Acácio, por sua vez, conversava com Herbert, Sandro e alguns camaradas, sempre dando sonoras gargalhadas e parecia até que eles estavam bebendo cachaça e a empregada também servia alguns kituts e alguns refrigerantes para a garotada e o Sandro só ficava olhando para as pernas da empregada, ao passo que os demais garotos observavam a atitude do garoto.
- Adoro empregadas, cara! - Sandro suspirou, ao ver a empregada passar bem ao seu lado.
- E por quê você gosta das empregadas, primo? - Acácio perguntou sorridente.
- Sei lá! - Sandro deu de ombros. - Elas tem um perfume maravilhoso, misturado com louça suja e isso me dá um fetiche danado! - Sandro bradou sorridente, enquanto a empregada olhava furiosa para ele, e os demais gargalhavam do seu jeito simples de falar.
- Mudando de assunto, cara! - Herbert olhou para os garotos, que logo pararam de gargalhar e olharam sério para ele. - Vocês viram como a Bunnie chama a atenção? - Herbert perguntou ansioso. - Como ela é bonita! - suspirou, ao passo que todos olhavam surpresos para ele.
- É verdade! - Sandro concordou sorridente e olhando para Bunnie. - Mas ela não possui o fetiche das empregadas, eu não sei se você me entende! - Sandro continuou sorridente e com seu copo de refrigerante na mão, enquanto Herbert, por sua vez, mordia um salgadinho.
- Ah! - Herbert gargalhou. - O cheiro de louça suja! - continuou às gargalhadas. - Entendi, cara! - continuou sorridente.
Herbert era um garoto especial, tão bonito quanto Acácio, de pele bronzeada, rosto afilado e um bigodinho bem clarinho, puxado para o ruivo, como a cor de seus cabelos, tinha gente que o chamava de Cabelo de Fogo, por ter os cabelos avermelhados e lisos, que pareciam o chalpiscado das chamas, seus olhos eram ternos e suaves, castanhos escuros e arredondados.
Enquanto Herbert bebericava seu refrigerante, esboçava um belo sorriso e Acácio logo olhou na mesma direção do garoto e constatou que o belo sorriso exibido por ele, era para a sua namorada Sonda, que também correspondia e Sonda, por sua vez, nem percebeu que o seu namorado estava observando a maravilhosa cena que estava ocorrendo entre ambos, e o coração de Sonda até acelerou e isso a fez pensar que... Ela estava ficando apaixonada pelo garoto!
E Acácio, por sua vez, não disse nada, apenas olhou sério para os dois, que nada disseram também, ele estava aguardando o momento sério para falar com Sonda, apenas com Sonda, pois com Herbert ele nem precisava de falar nada, pois iria entregá - la ao garoto, já que ele estava gostando dela.
E Sonda, por sua vez, achou que soube disfarçar muito bem... Mas de nada adiantou, Acácio já estava com a pulga atrás da orelha, e se ele não a entregasse de mão beijada para Herbert, logicamente a perderia para ele, então... Antes que isso acontecesse, ele achou melhor resolver logo com Sonda, para que os dois ficassem namorando tranquilos e na santa paz...
- Cara, ela correspondeu! - Herbert bradou feliz, dando seus pulinhos eufóricos, ao passo que Acácio nada dizia, apenas olhava para o garoto, com o seu refrigerante na mão.
- É! - Acácio concordou sério, ao passo que Sandro observava a conversa dos dois, pois já sabia que o assunto era a assanhada da sua irmã, então teria que ficar atento, para que os dois garotos não brigassem por causa dela. - Eu vi! - Acácio continuou sério, olhando feio para Herbert, que logo ficou sem graça, ao perceber que se tratava da namorada e prima de Acácio. - E ainda ela é minha namorada! - Acácio continuou sério e um pouco furioso com o garoto, que já estava totalmente sem graça com a situação.
- E por acaso você não gosta da Marion? - Herbert perguntou curioso, observando Acácio ficar ainda mais furioso e Sandro, por sua vez, observava tudo atento, ainda com seu copo de refrigerante na mão.
- Sim! - Acácio respondeu ainda ríspido. - Mas eu ainda continuo namorando a Sonda! - Acácio bradou furioso, com a situação que se formava.
- Olha cara, bem que você podia deixá - la para mim e ficar com a Marion logo! - Herbert bradou ainda ansioso, ao passo que Acácio crispava os lábios de raiva do novo amigo. - Assim, tudo ficaria resolvido! - Herbert continuou sorridente, ao passo que Acácio olhava para ele, ainda com raiva.
- E você acha que as coisas são assim tão fáceis de resolver? - Acácio perguntou ríspido, observando Bunnie ir até a pista improvisada, para dançar um hit que o dj estava tocando e todos os garotos da festa, pararam novamente para ver Bunnie dançar e as garotas da festa, por sua vez, ficaram furiosas ao ver a garota esbanjar seu charme de Miss Primavera na pista de dança.
- A Bunnie vai para a Toco direto! - Nina bradou com uma ponta de inveja da garota e Eleomara, por sua vez, ficou observando o jeito da bela garota dançar.
- Sabe dançar, hein? - Eleomara bradou, bebericando seu refrigerante, enquanto Nina, por sua vez, continuava observando a garota dançar, com uma ponta de inveja do seu charme e da sua beleza.
- Cara, qual é? - Herbert bradou, observando Bunnie dançar. - Tem tanta mina bonita aqui, inclusive a Bunnie, que é o sonho de todos os garotos da escola, mas só um pode ficar com ela! - Herbert bradou, encarando Acácio, que olhou surpreso para ele. - E esse um pode ser você, cara! - Herbert bradou, dando um meio sorriso para Acácio que ficou sem entender aonde o garoto queria chegar. - Já que você deu uma entrada para ela, iludindo - a! - Herbert começou a falar, despertando curiosidade em Acácio, que por sua vez, arregalou os olhos e ficou olhando para o garoto sorridente. - Então vá dançar com ela logo e resolve esse assunto! - Herbert bradou sorridente, e empurrando Acácio, que por sua vez, derrubou seu refrigerante no chão.
- Ah! - Acácio reclamou furioso. - Qual é cara? - bradou, olhando feio para o garoto, que continuava sorridente e louco para falar com Sonda. - Olha só o que você fez? - Acácio continuou furioso e começou a limpar os dedos. - Ainda bem que o refrigerante não caiu na minha calça nova! - Acácio continuou reclamando feito um velho louco. - Senão eu a levaria para a sua casa, para você lavá - la para mim, porque a minha mãe, no mínimo ficaria furiosa com a situação! - Acácio continuou furiosos com a situação.
- Ah, mil desculpas! - Herbert disse sorridente, ao passo que Acácio, por sua vez, olhava furioso para o garoto arrependido.
- E já que você está me dando conselhos para procurar a Bunnie, por quê você não a procura então? - Acácio encarou ao garoto, com o olhar desafiador.- Se você está solteiro, cheio de vida, não tem namorada, não gosta de ninguém, então vá atrás dela! - Acácio bradou ainda furioso com o garoto, que olhava surpreso para ele. - Ao invés de ficar atrás da namorada dos outros! - Acácio, por sua vez, continuou furioso com o garoto, que olhava surpreso para ele, enquanto Sandro, por sua vez, observava a discussão tola dos dois garotos e não estava gostando nada, nada do que estava acontecendo entre os dois garotos.


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