E no dia seguinte, na escola, todos comentavam ansiosos sobre o que havia acontecido entre Bunnie e Herbert, na hora do baile e Bunnie, por sua vez, sentia - se toda envaidecida e feliz, pois, afinal de contas, tinha dado o seu primeiro beijo, embora não fosse em Fred, seu grande amor, mas valeu a pena ela ter beijado Herbert, pois o ocorrido tinha afetado a fúria em Sonda e a raiva em Herbert.
E Bunnie, na hora da entrada, contava vantagens nas rodinhas de amigos de todo mundo, indo de roda em roda, como se fosse um beija flor do sexo feminino, enquanto as demais garotas, por sua vez, saíam fora da roda, pois na época, garotas do tipo de Bunnie eram desprezadas e não adoradas e acolhidas como nos tempos modernos...
E Sonda, por sua vez, observava toda a situação que Bunnie estava aprontando e engolia sua fúria em seco, e pronta para atacar.
- Você viu, Sonda, o Herbert é um traíra! - Fred aproximou - se de Sonda, com o rosto todo esfogueado.
- Não ele não é um traíra, Fred! - Sonda olhou furiosa para o garoto, que ficou surpreso com a resposta furiosa da garota. - Pelo que eu vejo o único traíra aqui é você que jogou a Bunnie para cima do Herbert! - Sonda continuou furiosa com o garoto, que continuou olhando - a com desdém.
- E agora a culpa é minha, Sonda? - Fred perguntou furioso com a garota, que nada respondia, apenas engolia em seco e Sandro, por sua vez, estava atento com a discussão e pronto para defender a sua irmã, que sabia muito bem se defender sozinha.
- É, a culpa é toda sua, Fred! - Sonda respondeu ríspida. - Você quer o meu amor de qualquer jeito, mas só que você nunca o terá! - Sonda continuou firme com o garoto, que olhava furioso para ela.
- Você está certa disso, Sonda? - Fred a provocou, enquanto Sonda olhava furiosa para ele.
- Com certeza! - Sonda respondeu ríspida. - Agora deixe - me em paz, porque eu estou indo resolver um probleminha! - Sonda apontou para Bunnie, que continuava feliz e ansiosa em meio a várias rodas pelas quais ela passava, contando a vantagem do beijo que havia trocado com Herbert.
- Aonde você vai, Sonda? - Fred perguntou, sendo ignorado e indo atrás da garota, enquanto Sandro e Herbert também iam atrás da mesma, porque já sabiam que tudo aquilo estava cheirando a confusão.
- Eu acabo com você, sua desgraçada! - Sonda bradou furiosa ao trombar com Bunnie que estava indo para a fila.
- Mas o quê é isso? - Bunnie perguntou, fingindo - se surpresa.
- Você quer todo mundo, não é, Bunnie? - Sonda perguntou furiosa, ao passo que Bunnie, por sua vez, olhava para a garota, fingindo - se surpresa.
- Sonda, eu acho bom você parar! - Sandro cochichou no ouvido da irmã, que olhou para ele totalmente furiosa.
- E o quê você está querendo dizer com isso, Sonda? - Bunnie cruzou os braços em sinal de briga.
- Eu não estou querendo dizer nada, Bunnie! - Sonda fuzilou - a com o olhar. - Eu só estou afirmando que você é ladra de futuros namorados! - Sonda continuou furiosa, enquanto Bunnie, por sua vez, a olhava e com um sorriso sarcástico.
- Mas eu só estava conversando com ele, Sonda! - Bunnie tentou defender - se, enquanto Sonda, por sua vez, ria da cara da garota.
- Conversando? - Sonda gargalhou, enquanto Bunnie, por sua vez, a olhava com desdém. - Além de roubar os futuros namorados das outras, ainda por cima fica nervosinha! - Sonda continuou furiosa com a garota, que nada dizia, apenas engolia em seco. - E você ficou andando de roda em roda, comentando sobre o beijo que você deu em Herbert! - Sonda continuou furiosa com a garota, que nada dizia, apenas escutava as suas palavras ofensivas e grosseiras, com medo de apanhar. - E ainda por cima olhando para a minha cara! - Sonda gargalhou furiosa. - Me desafiando, como quem que você pode e eu não! - Sonda bradou, querendo cuspir na cara da garota, que a olhava de lábios trêmulos e com medo dela avançar o sinal. - Você é idiota mesmo! - Sonda a mediu de cima em baixo. - Acha que qualquer garota que se preze, vai perder o tempo dela para ficar ouvindo as suas historinhas indecentes? - Sonda gargalhou furiosa. - Todas as garotas descentes da escola esquivavam - se de você, saiam fora da roda, e você estragou muita conversa, para contar as suas peripécias! - Sonda continuou colérica e todos os que estavam presentes na roda, comentavam sobre ela perder a paciência com Bunnie e bater logo na cara dela.
- Ninguém aqui está querendo roubar o futuro namorado de ninguém, Sonda! - Herbert aproximou - se da garota furiosa e colocou - se na frente de Bunnie, sabendo que ela não podia com Sonda.
E Bunnie, por sua vez, adorou a situação provocada por Herbert, pois viu Acácio observando toda a situação com um enorme sorriso nos lábios e de quebra, viu Fred, observando a discussão entre as duas, todo compenetrado.
- Ah, você é muito falso, Herbert! - Sonda olhou furiosa para o futuro namorado, que olhou surpreso para ela.
- Sonda, pelo amor de Deus, vamos conversar! - Herbert pediu com jeito, enquanto Sonda, por sua vez, ria da cara do garoto.
- Não, eu não quero mais conversar com você, Herbert! - Sonda o ignorou e passou na frente de Bunnie, olhando furiosa para ela. - Eu quero mesmo é bater nessa vagabunda, ladra de futuros namorados! - Sonda bradou, bem pertinho de Bunnie, que a olhou de lábios trêmulos.
- Eu? - Bunnie perguntou assustada, enquanto Sandro, por sua vez, pegava na cintura da irmã, a fim de contê - la, enquanto Sonda, por sua vez, debatia - se furiosa com Bunnie, que continuava olhando surpresa para ela. - Mas eu não tentei roubar futuro namorado de ninguém, Sonda! - Bunnie continuou surpresa, já sabendo que iria apanhar de Sonda, se Sandro não a segurasse.
- Não? - Sonda gargalhou, ainda debatendo - se e louca para soltar - se, e arrebentar a cara da garota cínica e sem vergonha.
- Mas é claro que não, Sonda! - Bunnie bradou, olhando furiosa para Fred, que dava aquele sorriso cínico e uma piscadela irresistível, mas nem importou - se com o falso charme que o garoto lançava - lhe. - Quem combinou isso tudo comigo, foi o Fred, que é louco por você, Sonda! - Bunnie apontou para o garoto, que ficou vermelho de raiva, enquanto Sonda, por sua vez, olhava furiosa para o garoto.
- Bem que eu desconfiava! - Sonda olhou furiosa para Fred, que nada disse, apenas engoliu em seco.
- E você, como safada que é, resolveu concordar, não é, Bunnie? - Sonda continuou olhando feio para a garota, só que agora não debatia - se mais, apenas olhava furiosa para a garota. - A vontade que eu tenho é de arranhar essa sua carinha de Miss Primavera! - Sonda mostrou - lhe as suas garras de gata furiosa, ao passo que Bunnie, por sua vez, esquivou - se de tão assustada que ficou.
- E bem que eu desconfiava! - Acácio entrou no meio da roda, onde as duas garotas estavam discutindo. - Bem que eu desconfiava que o Fred estava por trás de tudo isso! - Acácio continuou olhando furioso para o garoto, que nada dizia, apenas dava um sorriso cínico.
- Que nada! - Fred deu de ombros. - A Bunnie que deu a idéia e eu acabei aceitando, oras! - Fred bradou, deixando Bunnie surpresa com as palavras do garoto.
- Eu? - Bunnie perguntou ainda furiosa com a situação provocada pelo garoto insuportável, que sorria para ela com cinismo. - Você me disse que queria conquistar a Sonda, seu canalha! - Bunnie bradou furiosa, ao passo que Fred, por sua vez, continuava rindo da cara dela e com muito cinismo.
- E você estava querendo o Cacio como prêmio, não é, Bunnie? - Fred perguntou com cinismo, enquanto Acácio, por sua vez, olhava surpreso para Bunnie e furioso para Fred.
- Eu não serei o prêmio para ninguém, Bunnie! - Acácio bradou seco, decepcionando a garota, enquanto Sonda, por sua vez, ria da cara dela. - Porque eu quero outra pessoa! - Acácio olhou para Marion, deixando Fred furioso.
- Você, o prêmio? - Fred gargalhou. - Deixa de ser convencido, Cacio! - Fred continuou às gargalhadas. - Só porque você tem esses olhos verdes de merda, você acha que tem que ser sorteado como prêmio de tudo, cara? - Fred bradou com sarcasmo, enquanto Bunnie, por sua vez, calava - se.
- Bunnie, eu acho bom você contar essa historinha desde o início! - Sandro começou a falar, encarando a garota, que nada dizia.
- Eu não tenho nada para falar, Sandro! - Bunnie retirou - se, deixando todo mundo atônito.
- Ih, ela está sendo colocada contra a parede justo pelo Sandro! - Nina comentou baixinho, ao passo que Eleomara, por sua vez, olhava furiosa para ela.
- E você gostaria de estar lá, não é? - Eleomara perguntou ríspida.
- Você viu como ela ia em todas as rodinhas para contar para todo mundo que beijou o Herbert? - Nina continuou falando e ignorando a raiva de Eleomara.
- E você também não faria o mesmo, Nina? - Eleomara continuou em tom furioso, ao passo que Nina, por sua vez, calava - se, sabendo que a garota não ia nenhum pouco com a cara dela.
- O quê está acontecendo aqui? - Gomes perguntou entrando no meio da roda, sem ser chamado, dispersando a todos, com aquela maldita prancheta na mão.
- Nada não, seu Gomes! - Sandro foi logo falando, a fim de não ir para a diretoria com a sua irmã e seus pais ficarem sabendo que Sonda novamente estava se metendo em confusão.
- Espero que não seja mesmo! - Gomes retirou - se novamente, com a sua prancheta na mão.
- Eu tenho vontade de pegar aquela maldita prancheta da mão dele e jogar no chão! - Fred comentou para Zinho, que olhou furioso para ele.
- Eu não gostei nada do que você fez com a minha irmã! - Zinho começou a falar, ainda furioso com o garoto. - Usou a minha irmã para conquistar a Sonda que não te quer! - Zinho continuou furioso, enquanto Fred, por sua vez, olhava para ele com desdém.
- Ela fez isso porque gosta de mim, cara! - Fred comentou, ainda com um sorriso sarcástico.
- E sabe muito bem que você não vai querer nada com ela! - Zinho continuou ríspido, ao passo que Fred, por sua vez, nada dizia, apenas olhava para ele com sarcasmo e isso despertava ainda mais raiva em Zinho, porque ele detestava isso.
- Cacio, se você não me quer, então por quê você ligou para a minha casa, bem no dia que eu venci o concurso Miss Primavera? - Bunnie perguntou, cercando o garoto, enquanto as filas formavam - se, para todos irem para as suas respectivas salas.
- Fraqueza minha, Bunnie! - Acácio bradou sorridente, deixando a garota totalmente sem graça. - Todo homem tem a sua fraqueza, Bunnie! - Acácio continuou sorrindo com triunfo, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava para ele, totalmente sem graça.
Ouvindo isso da parte de Acácio, Sonda ficou toda sorridente e feliz, pois nem precisou bater na garota, assim como ela queria de princípio, pois Bunnie já estava levando uma surra verbal de Acácio.
- Mas só que você nunca vai ficar com a minha irmã, nem lutando com espadas de ouro! - Fred aproximou - se dos dois garotos e olhou furioso para Acácio que nada respondeu, enquanto Herbert, por sua vez, já estava perto de Sonda e tentando uma aproximação sincera com a garota.
- Ah, então quer dizer que eu sou mais uma vítima desses dois? - Herbert perguntou com jeito, e com medo de levar uma mal resposta de Sonda.
- Nós somos vítimas desses dois crápulas! - Sonda apontou para Fred e Bunnie, que olharam surpresos para ela e Herbert.
- Agora, trate de convencer o Cacio a sair comigo, Fred! - Bunnie começou a falar, enquanto os dois andavam lado a lado.
- Eu? - Fred gargalhou. - Você sabe muito bem que eu não falo com aquele crápula! - Fred benzeu - se.
- Pelo menos um beijinho, vai? - Bunnie implorou, sob a risada sarcástica de Fred.
- Afinal de contas, você, nem ao menos, sabe o que quer, Bunnie! - Fred gargalhou e Bunnie, por sua vez, ficou sem entender a conversa do garoto.
- Mas eu me esforcei tanto para beijar um cara que nem ao menos eu sinto atração! - Bunnie reclamou insistente, enquanto Fred, por sua vez, ria da cara da garota aflita.
- Sua cadela! - Fred praguejou, olhando furioso para Bunnie, que deu até um passinho para trás, assustada. - Eu usei você, para conquistar a Sonda, porque eu sei muito bem que você é uma galinha e garotas assim como você, topam qualquer coisa! - Fred bradou, deixando Bunnie totalmente sem graça com o que ele havia dito para ela e todos que passavam por eles, olhavam para os dois e comentavam o quanto os dois eram parecidos um com o outro. - E eu fiz isso também, porque eu estou pensando que você vai conseguir conquistar o Cacio, somente para ele não se engraçar para o lado da minha irmã, e eu não quero que isso aconteça e também não quero que o Herbert se engrace para o lado da Sonda! - Fred continuou furioso com a situação.
- Você chamou a minha irmã de galinha? - Zinho perguntou, aparecendo atrás de Fred, como de encanto, atendendo aos pedidos de Bunnie, em pensamento.
E Fred, por sua vez, ficou surpreso com a presença do garoto ali e olhou para ele, engolindo em seco, pois ficou mudo, sem ao menos responder a pergunta do garoto.
- Foi exatamente o que você ouviu, cara! - Fred conseguiu responder com desdém, sabendo que iria apanhar mais dia, menos dia, pois ninguém estava mais aguentando as suas peripécias. - Eu não vou repetir, porque eu não sou gravador e nem tampouco relógio de repetição! - Fred encarou Zinho, pronto para bater ou apanhar.
- Além de arrebatar o coração da minha irmã, você é safado, ignorante e ruim! - Zinho também o encarou e logo Acácio e Sandro pararam na metade do caminho, esperando surgir uma violenta briga entre os dois, ao passo que Bunnie, por sua vez, já estava fazendo charminho para Acácio, que a olhou com desdém.
E logo Sandro e Acácio cercaram Fred, junto com Herbert, que deixou Sonda de um lado, para lavar a sua honra e a honra da amada.
Zinho sorriu sarcástico, pois sabia que dali, Fred não sairia inteiro, e Sonda, por sua vez, olhou sorridente para Bunnie, que arrepiou - se toda, sabendo que iria apanhar de Sonda também, pois essa estava disposta a brigar, já que não levaria bronca do pai sozinha, estaria junto com o irmão que bateria em Fred.
- Eu só quero falar uma coisa! - Fred suspirou com a boca seca, já sabendo que a rodinha estava cheia e que o inspetor vinha correndo com a sua maldita prancheta. - Eu estou apaixonado! - Fred apelou, olhando para Sonda, que já estava aproximando - se, junto com Eleomara e Nina e Bunnie, por sua vez, engolia em seco, pois sabia que dali, ela também não sairia inteira. - Vocês tem que entender que um cara apaixonado, faz tudo para ter a mulher que ele quer! - Fred explicou - se, olhando para Sonda, que fechou a cara para ele.
- Apaixonado? - Acácio gargalhou. - E por acaso, você quer que eu entenda a sua paixão? - Acácio olhou furioso para o garoto. - Sendo que você não entende os meus sentimentos pela Marion? - Acácio o desafiou, enquanto Fred, por sua vez, engolia em seco, enquanto Acácio, por sua vez, estava louco para esmurrar a cara do garoto sarcástico.
- Não tem nada de paixão não! - Sandro olhou furioso para o garoto, que sabia que também apanharia do mesmo. - Você sempre arruma desculpas para encobrir os seus erros que são muitos! - Sandro continuou olhando furioso para Fred que sorria com sarcasmo e com medo de apanhar. - Ah, e você passou dos limites! - Sandro mediu - o de cima em baixo. - Usou a Bunnie e depois a chamou de galinha! - Sandro continuou furioso com o garoto sarcástico. - Você não presta, cara! - Sandro bradou furioso e todos os presentes cochichavam, abobados por ver a amizade dos dois garotos ir ao chão.
- Um cara corno e apaixonado não enxerga mesmo, Sandro! - Fred sorriu sarcástico, ao passo que Sandro, por sua vez, engoliu em seco e louco para dar um violento murro na cara do garoto.
- O Fred está muito folgado, cara! - Acácio bradou furioso, vendo que Bunnie piscava o olho para Sandro e acenava para ele, deixando - o totalmente vermelho e sem graça.
- E o quê você acha se nós tirarmos a folga desse cara, Cacio? - Zinho perguntou, olhando para Acácio, que sorriu com desdém e Herbert, por sua vez, já não queria mais participar da briga, mas tinha que defender a honra dele e a honra da sua amada Sonda.
E Fred engoliu em seco e seu lábios até tremeram, pois agora ele não estava agindo com coragem e nem tampouco com maldade, agora ele iria apanhar de todos aqueles caras que tinham raiva dele e dos demais que ele havia feito maldade e que aproveitariam o encejo para bater nele também, a fim de descontar todas as maldades que ele havia feito escola a fora.
- Eu acho que o Fred está com medo! - Dudu bradou sorridente. - Ele fez tantas coisas erradas, que agora ele está com medo de apanhar dos demais caras que ele já aprontou! - Dudu bradou, olhando para Fred, que baixou a cabeça totalmente sem graça. - E se você não se concertar com a surra que todo mundo vai te dar, jamais você vai poder continuar estudando aqui nessa escola, Fred! - Dudu olhou furioso para o garoto, que nada dizia, apenas olhava para o chão, pronto para apanhar logo.
- E nem tampouco o Cacio vai poder se aproximar da Marion! - Fred chantageou, olhando para Acácio, que sorria sarcástico para ele.
- Eu já sei que eu não vou poder nem me aproximar da sua irmã, então, por isso mesmo que eu quero acabar com a sua raça, cara! - Acácio bradou sarcástico e ríspido. - E tem outra coisa... - Acácio olhou bem nos olhos do garoto fútil. - Eu vou namorar a sua irmã de qualquer jeito, e até levá - la ao altar, se for possível, mesmo sem ou com o seu consentimento! - Acácio olhou para Marion, que ficou feliz pela declaração do garoto, ao passo que Sonda, por sua vez, bufava de raiva daquilo tudo que estava acontecendo, bem na sua frente.
- Só se for por cima do meu cadáver! - Fred bradou sob gargalhadas estrondosas e os garotos estavam cada vez mais apertando a roda, pois muitos da escola queriam bater em Fred.
- Dá nela, Sonda! - Nina apareceu bem atrás de Sonda, encorajando - a a brigar com Bunnie, que estava sozinha e em defesa, ao passo que Sandro, por sua vez, estava tentando resolver o assunto pendente com Fred.
- Ah, pode deixar, porque eu estou louca mesmo para bater nela! - Sonda bradou furiosa, e Bunnie também engoliu em seco, tamanho medo que estava de apanhar da garoto furiosa, pois ela conhecia muito bem a fúria de Sonda e não queria apanhar em plena luz do dia. - Hoje o Fred e a Bunnie vão apanhar até sair sangue! - Sonda riu maldosa, ao passo que Bunnie, por sua vez, nada dizia, apenas engolia em seco, sentindo um violento calor, de tão nervosa que havia ficado.
- E viemos aqui para ajudar você, Sonda! - Eleomara bradou toda sorridente e sarcástica.
- Sonda, eu fui vítima dessa situação, assim como você! - Bunnie começou a apelar, ainda trêmula de medo de apanhar.
- Eu não acredito que você tenha sido vítima, assim como eu, Bunnie! - Sonda olhou furiosa para a garota, que nada dizia, apenas engolia em seco. - Agora você está tentando se safar da situação, assim como o Fred, seu companheiro, não é, Bunnie? - Sonda gargalhou maldosa. - Eu estou percebendo que vocês dois são unha e carne, acabam se encaixando perfeitamente um com o outro e eu até acho que vocês dois vão acabar juntinhos! - Sonda continuou às gargalhadas, ao passo que Bunnie, por sua vez, nem conseguia olhar na cara dela, de tão nervosa que havia ficado. - Até vão se casar dentro de uma igreja, estou imaginando! - Sonda continuou às gargalhadas. - Igreja não! - continuou maldosa. - Porque prostituta não casa em igreja, porque casar na igreja é para mulher honrada, não para prostitutas! - Sonda continuou furiosa com a garota, que ainda continuava boquiaberta e com medo daquela situação que se formava bem na sua frente.
E Marion, Cleide e Rafaela, observavam tudo de longe, pois sabiam muito bem a fúria de Sonda e não se metiam a besta com ela não.
- Então, pode até ser! - Acácio replicou furioso. - Porque gente assim do seu tipo, acabam sempre se envolvendo com pessoas erradas e morrendo! - Acácio continuou furioso, enquanto Fred, por sua vez, apenas sorria sarcástico, sem ao menos ter o que responder para o garoto furioso.
E Fred, por sua vez, já sabia que não poderia se meter com gente errada, pois já estava recebendo conselhos e alerta dos pais.
E de repente, depois de uma piscadela de Sandro, todos os garotos presentes ali, no momento, começaram a dar chutes em Fred que foi pego de surpresa e até tentava defender - se, mas eram vários garotos batendo nele, pois alguns até entravam de gaiato na briga, uns aproveitavam - se para bagunçar e outros até para se vingar das antigas maldades feitas por Fred, e de repente, ao ver toda aquela muvuca ali, Fred caído no chão, levando violentos chutes, em qualquer lugar do corpo, Gomes deixou o que estava fazendo e surpreso com aquela briga toda encima de Fred, pois ele souber ver e reconhecer o pobre do garoto caído no chão e levando várias de todos aqueles garotos, saiu como um louco, já com a sua prancheta na mão e percebeu que Sandro, Acácio e Dudu também estavam envolvidos no meio daquilo tudo e Fred já estava largado no chão, depois de apanhar de todos eles.
- O quê está acontecendo aqui, gente? - Gomes perguntou, ainda com a sua pranchetinha na mão. - Eu acho melhor vocês tomarem o caminho das salas de vocês, senão eu vou ser obrigado a levá - los para a direção, aí vocês já sabem, seus pais serão convocados e a verdade virá a tona! - Gomes anunciou bem alto, assustando a todos, que se dispersaram e foram cada qual para a sua sala.
Enquanto Fred, por sua vez, estava todo machucado e tentava erguer - se dali do chão.
- O quê foi que aconteceu? - Virgínia perguntou, aproximando - se de Gomes e observando Fred levantar - se do chão, todo machucado.
- O inspetor Gomes gostou de me ver apanhar! - Fred bradou totalmente desanimado e triste.
- O Gomes? - Virgínia perguntou surpresa.
- Sim, ele mandou todos eles irem para as suas respectivas salas, antes que os pais deles fossem convocados e a verdade viesse à tona! - Fred acusou, apontando para Gomes, que olhou furioso para ele e de lábios crispados.
- Então, vamos para a diretoria, Fred! - Virgínia ordenou, apontando para as escadarias que teriam que descer a fim de irem para a diretoria. - E você, Gomes, vá chamar os acusados que provocaram toda essa confusão! - Virgínia ordenou furiosa, ao passo que Gomes, por sua vez, baixava a cabeça e retirava - se para fazer o que havia sido mandado, enquanto Fred, por sua vez, ria da cara do homem. - Vamos garoto, pare de rir da cara dos outros e vamos! - Virgínia continuou furiosa com a situação e Fred colocou o rabinho no meio das pernas e obedeceu a diretora.
- Agora nós podemos correr atrás dela! - Sonda bradou, ao ver o pátio vazio e Bunnie indo ao banheiro, achando que estava fora de perigo e quando viu que as três começaram a correr em direção a ela, Bunnie foi logo para o banheiro e trancou a porta atrás de si, escutando Sonda furiosa, esmurrando a porta do banheiro. - Abra essa porta, sua desgraçada! - Sonda bradou ainda esmurrando a porta do banheiro, enquanto Bunnie, por sua vez, nada dizia, apenas engolia em seco.
E Bunnie, por sua vez, já havia resolvido que ficaria ali até o final da aula ou até pelo menos a megera da inspetora ver avisar para a diretora que estava tendo tentativa de briga no banheiro.
E logo a inspetora apareceu para vistoriar o banheiro feminino, a fim de pegar alguém cabulando ali e levar para a diretoria, pois estavam fugindo às normas da escola.
- Que droga! - Sonda resmungou, encarando a inspetora e retirando - se do banheiro, pois já estava decidido e só faltava ela comunicar as outras duas garotas, que Bunnie apanharia lá fora. - Ainda bem que tudo vai acabar rápido! - Sonda bradou, ainda olhando para a inspetora que não quis entrar mais no assunto e Bunnie, por sua vez, saiu do banheiro, sem ninguém mais por perto, pois a inspetora tinha se esquecido de trancar o banheiro feminino, para alívio de Bunnie, que passou rapidinho por ela e foi correndo para a sua sala, sem que a mulher percebesse que ela estava fora da sala.
- Ainda bem! - Nina concordou, entrando na sala, junto com Sonda e Eleomara.
- Ela provoca e sempre se safa de todas as situações! - Eleomara bradou furiosa, observando Sandro à procura de Sonda, com os olhos.
- Não adianta nada o Sandro ficar apavorado, porque se eu tiver que brigar, eu vou brigar! - Sonda disse furiosa.
- Que nada! - Nina benzeu - se. - No mínimo ele está aqui esperando pela Bunnie, porque ele quer salvá - la de todas as situações que ela mesmo provoca! - Nina continuou falando e olhando para Sandro, que olhou feio para ela.
- A Bunnie não está nem aí para ele, Nina! - Sonda reclamou chateada com a situação provocada pela garota idiota.
Não demorou muito, o sinal bateu e as três garotas que estavam prontas para brigar, procuraram Bunnie, sem sucesso e não conseguiram encontrá - la.
- Infelizmente dessa ela escapou! - Nina bradou chateada, pois estava louca para ver Bunnie apanhar de Sonda.
E não demorou muito, enquanto Fred ficava examinando todos os aparatos da sala da diretora e bebericava um copo de água gelada que havia sido oferecido para ele, das mãos da mesma, que estava sendo gentil com ele, por dó, Gomes apareceu com Sandro, Dudu, Acácio e Herbert, assustados e nervosos.
- Agora, eu quero saber o "porque" dessa briga toda! - Virgínia olhou séria para Sandro, que olhou sem graça para ela.
- O Fred provoca todo mundo, fica rindo da cara de todos e sempre apronta com a gente! - Sandro respondeu ríspido.
- É verdade, Fred? - Virgínia perguntou, olhando furiosa para o garoto, que por sua vez, olhou furioso para Sandro.
- Não é bem assim, dona Virgínia! - Fred discordou furioso, sob as risadas irônicas de Sandro.
- Ele aprontou comigo e com a Sonda, induzindo a Bunnie a dar encima de mim, só porque ele quer a Sonda e ela não o quer! - Herbert acusou apontando para Fred, que por sua vez, olhou para ele de lábios crispados.
- Isso é mentira, dona Virgínia! - Fred olhou para a diretora, fingindo - se indignado com a situação.
- Ah, deixa de ser mentiroso, Fred! - Acácio bradou furioso, sob os olhares maldosos do mesmo.
- Vamos logo acabar com essa discussão idiota, porque isso não vai levar a nada! - Virgínia bradou furiosa, enquanto Fred olhava feliz para ela.
- E o que a senhora pretende fazer quanto a isso, Virgínia? - Gomes perguntou, olhando sorridente para a diretora, que olhou furiosa para ele.
- Pretendo chamar os pais de todos eles e com a sua ajuda, é claro! - Virgínia bradou furiosa, enquanto Acácio, por sua vez, olhava assustado para a diretora.
- Não é melhor a senhora deixar isso tudo pra lá? - Acácio perguntou com dormência na boca.
- Não, Acácio! - Virgínia respondeu furiosa, enquanto Acácio, por sua vez, engolia em seco e com muito medo do pai que era muito bravo. - Pegue logo a agenda e ligue para os respectivos pais desses garotos briguentos, inclusive os pais do Fred, que é a vítima disso tudo! - Virgínia ordenou, olhando furiosa para Gomes, que tratou logo de atender, pois sabia muito bem como Virgínia ficava quando estava furiosa.
E foi o que Gomes fez, pegou a agenda escolar e começou a ligar para os respectivos pais, enquanto os garotos briguentos ficaram ali, na sala da diretora, aguardando seus respectivos pais.
- Seu Clóvis? - Gomes começou pelo pai de Sandro, que atendeu ao telefone, assustado.
- Sim! - Clóvis respondeu aflito. - Aconteceu alguma coisa com a minha filha? - Clóvis perguntou, assustado, pois logo pensou nas artes que Sonda sempre fazia, ao ligarem da escola.
- Não! - Gomes respondeu, aliviando ao homem, que logo pensou no filho. - Dessa vez não, seu Clóvis! - Gomes continuou falando, ao passo que Clóvis escutava tudo atento e com medo de seu filho ter aprontado coisa pior que a sua filha sempre aprontava.
- E o que foi que o Sandro aprontou? - Clóvis perguntou calmo e pronto para receber a notícia.
- Entrou em confusão com o Fred! - Gomes revelou por fim.
- Com o Fred? - Clóvis perguntou ansioso. - Mas eu não entendo como os dois brigaram, se eles são tão amigos! - Clóvis perguntou nervoso.
- Para o senhor ver, seu Clóvis! - Gomes ainda comentou, enquanto Virgínia e os demais presentes na sala da diretora, ficaram ainda olhando para ele.
- Eu vou comparecer aí na escola! - Clóvis bradou ainda nervoso.
- Isso mesmo, seu Clóvis! - Gomes bradou, desligando o telefone, sob os olhares de Virgínia e dos demais e logo ligou para a padaria do pai de Acácio, para resolver a situação logo de uma vez. - Seu Acamir? - Gomes perguntou ao ouvir ao homem atender ao telefone e Acácio, por sua vez, até estremeceu, ao ouvir que agora Gomes ligava para o seu pai.
- Sim! - Acamir começou a falar calmo, sem ao menos saber do que aquele telefonema tão sério se tratava. - O quê foi que aconteceu? - Acamir continuou curioso.
- O seu filho Acácio brigou com o Fred! - Gomes começou a falar.
- O quê? - Acamir perguntou surpreso. - O Cacio, meu filho, brigou com o Fred Fontanni? - Acamir continuou surpreso com a ação do filho.
- Isso mesmo! - Gomes confirmou, enquanto Acácio, por sua vez, estava querendo chorar, mas seu choro não saia.
- Esse garoto não tem juízo mesmo! - Acamir reprovou a atitude do filho, do outro lado da linha. - Eu vou dar uma passadinha aí na escola, porque se eu falar para a mãe, logicamente aquela mosca morta é bem capaz de defender o pobre do filho! - Acamir bradou com sarcasmo, enquanto Acácio, por sua vez, engolia em seco e preocupado com a atitude que o pai teria em relação ao seu comportamento.
- Eu acho que o senhor não fez um bom negócio, ligando para o meu pai, seu Gomes! - Acácio comentou preocupado e assustado com a atitude que o pai teria em relação à confusão que ele havia se metido.
- E nem eu acho que você fez um bom negócio, entrando em uma briga com o Fred, Acácio! - Gomes respondeu seco e ríspido, enquanto Acácio, por sua vez, nada respondia, apenas engolia em seco, sem nada a responder.
E depois da bela resposta dada por Gomes, Virgínia começou a discar o número da casa de mais um aluno, pronta para convocar o responsável do próximo garoto que havia se metido em confusão também.
- Quem fala? - Virgínia perguntou educadamente.
- Deda! - respondeu do outro lado da linha. - Aqui é da escola, eu quero comunicar à senhora, que o seu filho Zinho, entrou em uma briga com o Fred! - Virgínia foi logo anunciando.
- O quê? - Deda perguntou assustada. - Mas logo o Zinho? - Deda continuou no mesmo tom. - Esse garoto não tem jeito mesmo, depois ele sonha em ser jogador de futebol! - Deda comentou ainda nervosa.
- E do jeito que ele anda, não é ele quem vai correr atrás da bola, mas é a bola quem vai correr atrás dele! - Virgínia olhou furiosa para Zinho, que também engoliu em seco.
- Eu já estou indo para a escola, dona Virgínia! - Deda anunciou, desligando o telefone com o intuito de dirigir - se até a escola e para saber o que o filho havia aprontado dessa vez.
- Muito bem! - Virgínia piscou para Zinho. - Eu já liguei para a sua mãe, agora só falta a mãe do Fred! - Virgínia olhou furiosa para Fred, que nada disse, continuou olhando altivo para ela.
E rapidamente Virgínia foi ligando para a família de Fred, e quem atendesse, logicamente, saberia da situação à qual o garoto sarcástico e ruim havia se metido!
- A minha mãe virá aqui para esclarecer tudo e ela sabe muito bem, que do mesmo jeito que eu sou em casa, eu sou na escola! - Fred bradou ríspido e olhando furioso para todos os demais presentes.
- Ainda falta você ligar para a mãe do Herbert! - Gomes lembrou a mulher, que olhou furiosa para ele, ainda com o fone na mão.
- E você não ligou para a mãe do Herbert? - Virgínia perguntou ríspida.
- Não, ainda não! - Gomes respondeu, sob os olhares furiosos e reprovadores da mulher.
- Então, deixa que eu ligo! - Virgínia continuou furiosa e discando para a casa de Fred, que tinha certeza de que quem viria era a mãe e que essa, no mínimo, responderia por ele e muito bem! - Dona Zoraide? - perguntou, ao ouvir o "alô" aflito da mulher.
- Sim! - Zoraide concordou um pouco assustada, pois detestava atender ao telefone. - O quê foi que aconteceu? - continuou no mesmo tom aflito.
- O seu filho Fred envolveu - se em um briga aqui na escola! - Virgínia começou a falar, sob os suspiros aflitos de Zoraide.
- O quê? - Zoraide perguntou indignada. - O meu filho Fred envolveu - se em uma briga? - Zoraide continuou indignada.
- Exatamente! - Virgínia confirmou.
- Mas logo o Fred? - Zoraide perguntou nervosa. - Esse garoto não me dá trabalho! - continuou no mesmo tom. - No mínimo envolveram o pobre em uma briga! - Zoraide continuou nervosa, sob o sorriso sarcástico da diretora.
- Não foi bem assim, dona Zoraide! - Virgínia comentou, olhando para Fred, que olhava furioso para ela. - Eu acho bom a senhora vir aqui na escola, para podermos falar sobre isso! - Virgínia ordenou, querendo olhar bem nos olhos da mulher aflita.
- Não? - Zoraide perguntou apreensiva. - A senhora tem certeza, dona Virgínia? - Zoraide perguntou sarcástica.
- Mas é claro que tenho, dona Zoraide! - Virgínia respondeu ríspida e logo desligou o telefone, e ainda olhou furiosa para Fred.
- A senhora e todo mundo que está aqui, vão ver que as coisas não são bem assim, do jeito que vocês todos pensam! - Fred bradou ríspido e olhou furioso para todos os presentes ali na sala da diretora.
- Veremos garoto, veremos! - Virgínia olhou furiosa para Fred, que nada disse, pois ele tinha certeza de que a mãe o defenderia feito uma tigresa.
E Virgínia ligou para a mãe de Herbert, que também ficou surpresa ao receber a ligação da direção da escola, enquanto Herbert, por sua vez, olhava assustado para a diretora, pois sabia que a sua mãe não iria ao seu favor, muito pelo contrário!
- Meu filho, já não chega a sua irmã? - Clóvis perguntou adentrando - se na sala da diretora e olhando feio para Sandro, que engoliu em seco.
- Pai, eu posso explicar! - Sandro começou a falar, ainda assustado com a presença do pai.
- Eu sei, meu filho, ele quer a Sonda de qualquer jeito! - Clóvis começou a falar, olhando feio para Fred, que nada disse, apenas correspondeu aos olhares feios do homem furioso.
- O Fred armou para a Sonda e para o Herbert não se encontrarem na discoteca! - Sandro continuou apontando para o garoto furioso, que bufava feito um tigre.
- Ah, e já não chega você, Acácio? - Acamir perguntou, entrando furioso na sala da diretora, enquanto Acácio, por sua vez, olhava para o pai e engolia em seco de tão assustado que ficou. - Que está querendo a Marion e agora me vem o irmão dela querendo a minha sobrinha? - Acamir continuou indignado, enquanto Acácio, por sua vez, engolia em seco e tremia feito uma geléia mole.
- Pois é, pai, o senhor está vendo que não é só eu, o Fred também! - Acácio tentou defender - se, mas acabou saindo - se mal, pois o pai olhou para ele com tamanho ódio, que esse, por sua vez, sentiu vontade de nem tampouco ter nascido!
- E o quê você armou para a minha filha e o futuro namorado dela, Fred? - Clóvis perguntou, enfrentando ao garoto sarcástico, que o enfrentou com o olhar, altivo como o de sempre.
- O meu filho não armou nada para ninguém, Clóvis! - Zoraide entrou furiosa na sala da diretora.
- Como não? - Clóvis perguntou furioso. - A senhora não sabe de nada, vem aqui somente para defender seu filho, com seus argumentos chulos! - Clóvis bradou quase que sem fôlego.
- Ele tentou separar a Sonda de mim, usando a Bunnie como cúmplice dele! - Herbert acusou Fred, apontando para ele.
- Ahn, eu não acredito que o meu filho fez isso com você, garoto! - Zoraide respondeu ríspida e olhou furiosa para Herbert, que nada disse.
- O Fred causou e causa muitos problemas aqui nessa escola, dona Zoraide! - Gomes comentou, sob os olhares furiosos da mulher, que defendia o filho e suas proezas, até mesmo debaixo de água.
- E por acaso o Fred é o único garoto que dá problemas aqui nessa escola, dona Virgínia? - Zoraide continuou na defesa do filho mal caráter.
- Não é só ele! - Virgínia olhou bem nos olhos da mulher furiosa, enquanto a mãe do Herbert entrava na sala da diretora, assustada e sem ao menos ter o que dizer, pois estava sem fala. - Mas só que ele aprontou para o futuro casalzinho ali! - apontou para Herbert, que nada disse, apenas engoliu em seco, de medo da reação da mulher furiosa.
- Futuro casalzinho? - Zoraide gargalhou. - Pelo que eu saiba, o meu filho é apaixonado pela Sonda, que não o quer, não sei porque! - Zoraide comentou furiosa.
- Mas eu sei porque a minha filha não quer ver o seu filho nem pintado de ouro e nem tampouco com pedras preciosas nos dedos! - Clóvis respondeu, intercedendo pela filha.
- Eu também não quero a sua filha como nora, porque eu não fui com a fachada dela, e eu não sei nem o que esse garoto vê nela! - Zoraide fez careta ao referir - se à Sonda. - E eu já falei para você parar de andar com esse Sandro, porque ele não é amigo adequado para você andar! - Zoraide bradou olhando furiosa para o filho, que nada disse, enquanto Sandro, por sua vez, apenas deu um sorrisinho vitorioso, pois sabia muito bem, que quem não prestava era o Fred, e não ele, como a mãe do próprio havia dito ali, naqule presente momento.
- Mamãe, por favor! - Fred pediu ríspido, calando a mãe.
- Briguinhas por causa de namorados ou namoradas, não levam a nada! - Virgínia ainda comentou, olhando para todos os presentes ali, na sua sala.
- E por quê você está metido nessa, Zinho? - Deda perguntou furiosa.
- Porque eu estou defendendo a minha irmã, sua filha! - Zinho respondeu ríspido. - O Fred a chamou de galinha! - Zinho apontou para o garoto, que nada disse, apenas deu um sorriso sarcástico. - A Bunnie ama o cara errado! - Zinho continuou furioso com o Fred, que nada dizia, apenas ria com sarcasmo.
- O quê? - Deda perguntou olhando furiosa para Fred. - Você chamou a minha filha de galinha? - Deda continuou incrédula, enquanto Fred, por sua vez, a olhava com sarcasmo.
- Chamei sim! - Fred admitiu, olhando furioso para Deda. - Ela vive correndo atrás de mim, que um dia, eu tive vontade de jogar milho! - Fred comentou às gargalhadas, ao passo que Zinho, por sua vez, ia até Fred, pronto para bater no garoto maldoso, e Sandro, por sua vez, percebeu e segurou o garoto, para que ele não fosse bater mais em Fred e complicar mais ainda as coisas para ele.
- Jogar milho para a minha filha? - Deda perguntou indignada. - Seu cachorro! - bradou furiosa. - Você não presta mesmo, garoto! - Deda continuou indignada com a situação.
- Isso mesmo, meu filho! - Zoraide bradou, dando um ponto para o filho, que sorria satisfeito e feliz. - E assim que se fala! - Zoraide continuou incentivando ao filho, sob os olhares furiosos de Deda. - Garotas oferecidas que vivem atras de garotos lindos assim como voce, merecem mesmo levar esse nome! - Zoraide continuou sorridente, enquanto Fred, por sua vez, sorria satisfeito e lisonjeado, pois a mae estava totalmente a favor dele.
- A senhora fala isso porque não é a filha da senhora! - Deda continuou furiosa.
- A minha filha nunca foi oferecida assim como a sua, isso eu te garanto! - Zoraide bradou furiosa e referindo - se à Zulma e não à Marion e Acácio, por sua vez, sentiu - se feliz e satisfeito, pois pensava que Zoraide defendia a sua amada Marion.
- Olha aqui! - Deda apontou o dedo para Zoraide. - A minha filha não se oferece para ninguém, são os garotos que dão encima dela, inclusive o seu filho, que está falando essas coisas todas, apenas para se defender! - Deda continuou furiosa com Zoraide, que ria para ela, do mesmo jeito que o filho ria para os outros.
- Olha, vamos parar com essa discussão idiota, porque isso não vai levar a nada! - Virgínia olhou para as duas mulheres que ainda olhavam - se furiosas.
- Deixa mamãe, a Bunnie nem está aqui para se defender! - Zinho olhou com pena para a mãe, que também olhou furiosa para ele.
- E isso tudo é culpa sua, Zinho! - Deda apontou para o filho, que olhou surpreso para ela. - Por quê você inventou de brigar com esse garoto, filho? - Deda perguntou furiosa e olhando firme para o filho, que nada disse, apenas baixou a cabeça triste, sob os olhares dos demais.
- Eu briguei com ele, apenas para defender a honra da Bunnie, mamãe, porque ela é inocente, passou a ser o escudo do Fred, apenas por amor! - Zinho bradou romântico, ao passo que Fred, por sua vez, deu um sorriso sarcástico para ele.
- Ela até pode sentir algo por mim, mas ela está mesmo é interessada no Cacio e até o queria como prêmio! - Fred acusou a pobre garota, que nem estava ali, no presente momento, para se defender.
- O quê? - Deda perguntou colérica.
- A senhora está vendo o comportamento da sua filha, dona Deda? - Zoraide perguntou sarcástica. - Depois a senhora não aceita que a chamem de galinha! - Zoraide continuou criticando a mulher, que nada dizia, apenas engolia em seco, e continuava olhando furiosa para ela.
- A Bunnie ainda não sabe o que quer, por isso que ela age assim! - Zinho defendeu a irmã, pois não tinha ninguém que a defendesse ali, no momento e o único que podia fazê - lo era ele, pois ele era o irmão dela.
- Agora você fica dando desculpas para defender a sua irmã, não é? - Zoraide perguntou em tom de provocação.
- Gente! - Virgínia começou a chamar a atenção novamente, já em tom preocupado. - Prestem a atenção! - deu uma pausa e todos calaram - se para escutar o que a diretora iria falar. - Eu os chamei aqui, não para ficarem discutindo na minha frente, eu os chamei aqui, para comunicar - lhes que seus filhos juntaram - se para bater no pobre do Fred! - Virgínia olhou para o garoto, que deu um sorriso simpático para ela.
- Coitado? - Herbert perguntou furioso. - Ele faz de tudo para separar a Sonda de mim, para não deixar a gente namorar, porque simplesmente, ele sonha com ela, que não está nem aí com ele! - Herbert continuou furioso, levando um violento safanão da mãe. - E agora ele é um coitado, dona Virgínia? - Herbert perguntou ainda furioso.
- Eu só sei que vocês todos reuniram - se para bater no garoto, que estava sozinho e sem defesa alguma! - Virgínia falou duro com Herbert.
- É! - Herbert concordou ainda furioso. - E não foi só a gente que bateu nele! - Herbert olhou duro para a diretora, que ficou surpresa pela sua ação.
- Então diga quem foi! - Virgínia ordenou furiosa.
- Nomes eu não sei, mas quando nós estávamos batendo em Fred, juntou um monte de caras que foi para cima dele também! - Herbert continuou furioso com Fred.
- E por quê será que esses caras bateram nele, dona Zoraide? - Sandro perguntou em tom de cobrança, ao passo que Zoraide, por sua vez, olhou furiosa para ele.
- Por quê ele é uma boa pessoa? - Acácio perguntou sarcástico. - Ou por quê ele faz caridade para todo mundo? - Acácio continuou no mesmo tom sarcástico.
- Porque esses caras são assim como vocês, desordeiros e insuportáveis, que batem na cara de qualquer um, principalmente daqueles que não se encaixam com as mesmas idéias de vocês! - Zoraide olhou furiosa para Acácio, ao passo que Fred, por sua vez, ria sarcástico para o garoto, sabendo que a mãe só tinha olhos para ele e só o defendia.
- A senhora pensa o mesmo que ele, é a mesma coisa dele! - Herbert bradou furioso. - Tem a mesma índole, as mesmas idéias, por isso que a senhora o defende tanto e nem tampouco se importa com a sua filha Marion! - Herbert continuou falando, ao passo que Zoraide crispava os lábios de raiva do garoto, pronta para voar encima dele e dar - lhe uma violenta surra, fazendo o que sua mãe, provavelmente nunca fez!
- O que diz respeito a Marion, é problema meu e da minha filha, não é problema seu e de ninguém que está aqui presente! - Zoraide bradou furiosa e rosnando de tanta raiva que ficou do garoto insuportável, que olhava para ela com muita raiva.
- Eu não quero mais saber de discussão nenhuma entre vocês, por isso é que eu vou dispensá - los daqui! - Virgínia deu o ultimato, deixando todos os presentes ali, eufóricos e nervosos e todos, por suas vezes, começaram a sair um atrás do outro, levando seus respectivos filhos, enquanto Virgínia, por sua vez, resmungava qualquer coisa ininteligível e fechava a porta da sua sala, totalmente furiosa, com o inspetor Gomes ainda dentro dela. - E tudo isso é por sua culpa, que não deixa de ficar por aí, olhando as pernas das garotinhas que circulam pela escola, com essa prancheta suja e nojenta na mão! - Virgínia olhou furiosa para Gomes, que olhou surpreso para ela.
- Eu? - Gomes perguntou ainda nervoso. - Mas a senhora sabe muito bem que eu sou um homem de família, casado, tenho filhos e não preciso de ficar olhando para as pernas das garotinhas que circulam pela escola, porque eu sou um homem de boa índole e só estou trabalhando aqui no estado, porque eu já estou muito velho para arrumar um bom emprego, senão eu chutava tudo isso daqui e sairia correndo para um emprego bem melhor do que esse daqui! - Gomes olhou furioso para a mulher.
- E no mínimo a sua mulher te sustenta, não é? - Virgínia perguntou totalmente furiosa, ao passo que Gomes, por sua vez, ficou totalmente vermelho e sem graça.
- Da minha vida particular cuido eu, e se interessasse para a senhora, no mínimo eu contaria! - Gomes continuou furioso com Virgínia, que olhava para ele, com um enorme sorriso sarcástico.
- Pessoas incompetentes, sempre acabam vindo para o estado, pois é um emprego de fácil aceitação, por isso que você está aí, como um inspetor que nem cuida da escola direito, imagine como deve ser a sua casa! - Virgínia bradou, olhando furiosa para Gomes, que saiu de perto dela para não responder o pior, pois conhecia muito bem a mulher e como ela se portava diante dos outros, e retirou - se, batendo a porta atrás de si, ao passo que Virgínia, por sua vez, ainda gargalhava com toda a maldade do mundo.
- Muito bem, Acácio e Dudu, vocês estão me saindo pior do que a encomenda! - Acamir reclamou furioso e entrando no carro, sendo seguido pelos dois filhos cabisbaixos.
- Pai, o Fred sempre provocou todo mundo da escola! - Acácio começou a falar, com o intuito de defender.
- Ah, e por isso então, vocês precisam de bater no garoto daquele jeito? - Acamir perguntou escandalizado.
- Papai, não foi só a gente que bateu nele! - Dudu insistiu em defender - se também. - Foi um monte de gente! - Dudu continuou defendendo - se, enquanto Acamir olhava furioso para ele e de lábios crispados.
- Sim, eu vi o tanto de gente que bateu no garoto e pensando bem, ele até que mereceu, pois o Fred sempre foi de fazer maldades com os outros! - Acamir acabou contando para os dois filhos, que olharam surpresos para ele.
- Então, papai, nós estamos certos em bater nesse cara, porque ele não vale nem o que come! - Acácio reclamou, sob os olhares furiosos do pai.
- Eu só gostaria que vocês não aprontassem nem na porta da escola e nem tampouco dentro dela! - Acamir olhou nervoso para os dois garotos, que só olharem - se surpresos com a atitude do pai.
- Então, fora da escola a gente pode dar uma lição naquele maldito? - Dudu perguntou ainda com raiva de Fred.
- Desde que não seja no Black Panther! - Acamir bradou sorridente e assim os dois filhos sorriram felizes e logo chegaram em casa.
- Ué? - Olívia olhou surpresa para os dois filhos, que desciam do carro com cara de velório. - O quê vocês dois estão fazendo aqui? - Olívia continuou curiosa.
- Eles aprontaram Olívia, simplesmente aprontaram! - Acamir respondeu sem paciência e passou pela mulher, como se fosse um foguete, sem nem ao menos dar confiança para ela e nem tampouco para os dois filhos.
- E a Dorise? - Olívia perguntou ainda olhando para o marido, sem obter resposta.
- Deixa que depois a gente busca, mamãe! - Acácio bradou vendo que a mãe estava chateada pela atitude chula do pai.
- Mas em que tipo de confusão vocês dois entraram? - Olívia perguntou entrando para a sala, enquanto os dois filhos a seguiam totalmente atenciosos.
- Mamãe, nós demos uma verdadeira lição em Fred! - Acácio começou a falar, enquanto Olívia, por sua vez, olhava surpresa para o filho.
- Uma lição em Fred? - Olívia perguntou admirando - se.
- Sim, mamãe! - Dudu concordou com paciência.
- Vocês dois resolveram bater em Fred? - Olívia perguntou admirada.
- Não, mamãe, não só nós dois, é claro! - Acácio bradou todo sorridente e faceiro.
- É? - Olívia perguntou admirada.
- Sim, mamãe! - Dudu respondeu também sorridente, sabendo que a mãe adorava uma fofoca. - O Herbert, o Sandro, o Zinho e mais um bando de garotos também resolveram vingar - se dele, hoje! - Dudu comentou ainda sorridente.
- Jura? - Olívia perguntou surpresa. - Nossa, a Dorise vai adorar saber sobre isso! - Olívia continuou ansiosa por saber mais. - Me diga uma coisa, Dudu! - Olívia continuou em tom de fofoca. - Por quê vocês bateram em Fred? - Olívia perguntou ainda com a sua curiosidade chula.
- Porque o Fred aprontou com a Sonda e com o Herbert no sábado! - Acácio comentou ansioso.
- Jura? - Olívia continuou em tom de fofoca. - Mas o quê foi que aquele maldito fez? - Olívia insistiu.
- O Fred é louco pela Sonda, não sei se a senhora sabe disso, mamãe! - Acácio comentou sorridente.
- Sério? - Olívia sorriu fingindo - se surpresa, pois ela sabia muito bem o que se passava com a sua sobrinha assanhada. - A briga foi por causa da sua prima, filho? - Olívia perguntou curiosa e não gostando do motivo pelo qual os filhos se meteram em confusão.
- Também! - Acácio respondeu ansioso.
- E qual foi o outro motivo, meu filho? - Olívia perguntou desconfiada, já sabendo a resposta que o filho iria dar.
- Cada cara que ajudou a bater nele, tem um motivo! - Acácio começou a comentar. - O Sandro teve o motivo de bater em Fred, porque esse aprontou com a Sonda, eu, porque eu quero a Marion e ele falou que eu só vou namorar a Marion só se fosse por cima do cadáver dele! - Acácio comentou furioso, enquanto Olívia, por sua vez, olhava furiosa para ele.
- E você jamais vai namorar a Marion, filho! - Olívia bradou furiosa. - Jamais, porque você sabe muito bem que nem eu e nem seu pai queremos esse maldito namoro! - Olívia bradou furiosa com o filho que nada disse, apena escutou tudo cabisbaixo. - E que nós temos motivos de sobra para isso! - Olívia continuou no mesmo tom de fúria, enquanto Dudu, por sua vez, olhava surpreso para o irmão que mordiscava os lábios com muito nervoso. - E por quê você entrou nessa confusão, Dudu? - Olívia perguntou em tom de cobrança.
- Vou buscar a Dorise! - Acamir passou pelos três, na mesma hora que Dudu ia responder a pergunta da mãe.
- Para ajudar o Cacio, oras! - Dudu deu de ombros.
- Canalha! - Olívia olhou furiosa para o filho. - Você não podia ter feito isso! - Olívia continuou furiosa com o filho.
- Não? - Dudu perguntou furioso. - Então, eu deveria deixar o meu irmão brigar sozinho e ficar somente olhando? - Dudu perguntou indignado.
- Em se tratando do motivo ser a Marion, logicamente que sim! - Olívia bradou furiosa, enquanto Acácio olhava triste para a mãe, e nem a sua própria mãe estava importando - se com o seu coraçãozinho partido!
- Papai, eu não vi, mas fiquei sabendo pelos meus colegas, que o Cacio, o Dudu, o Herbert, o Sandro e mais um monte de garotos, deram uma violenta surra em Fred! - Dorise começou a falar, entrando no carro do pai, que olhou surpreso para a filha tão pequena e já fofoqueira.
- Tão pequena e fofoqueira como a mãe! - Acamir olhou feio para a filha, que sorriu feliz.
- Papai, me responda, cadê os dois? - Dorise perguntou, olhando para o banco de trás do carro.
- Eles já estão em casa pelo motivo da briga, minha filha! - Acamir respondeu delicado, enquanto Dorise, por sua vez, sorria feliz e ansiosa.
- Eu sei mais ou menos o motivo pelo qual eles brigaram! - Dorise comentou ansiosa, pronta para seguir com a fofoca.
- Sabe? - Acamir perguntou sorridente e ainda dirigindo o carro.
- Sim! - Dorise respondeu feliz, esperando ansiosa pela pergunta chave que o pai faria, para que ela contasse toda a fofoca na íntegra, de acordo com o que ela ficou sabendo, mas pela sua decepção, infelizmente, ele nem perguntou, mas mesmo assim, ela ignorou a pergunta chave e começou a deslanchar em tudo o que ela sabia sobre a fofoca. - Papai, já que o senhor não perguntou, então eu vou falar! - Dorise começou a falar totalmente ansiosa. - O Sandro bateu no Fred porque ele quer namorar a Sonda, mas o Herbert está na frente! - Dorise começou a falar, sob os olhares curiosos do pai. - O Cacio ajudou a bater por causa da Marion e o Dudu entrou de gaiato na briga para defender o Cacio! - Dorise sorriu ansiosa e feliz por saber de toda a fofoca na íntegra. - E o Zinho bateu no Fred, porque ele chamou a Bunnie de galinha! - Dorise sorriu vermelha.
- Minha filha, eu não quero mais saber de nada! - Acamir bradou descendo do carro e sendo seguido pela filha que ainda estava ansiosa por contar ainda mais para o pai.
- Mamãe, a senhora ficou sabendo? - Dorise perguntou entrando em casa, e olhando para Acácio e Dudu, já furiosa, pois sabia que os dois garotos já tinham dado com a língua nos dentes, antes dela.
- Já sim, minha filha! - Olívia foi logo respondendo, enquanto Dorise, por sua vez, bufava de tanta raiva que ficou da atitude dos dois irmãos que sorriram felizes para ela, que ainda estava furiosa.
- Essa garota sabe muita coisa que não deveria saber, Olívia! - Acamir olhou furioso para a mulher, que nada respondeu.
- Eu só sei do que eu ouvi falar, pois tinha tanto tumulto, que eu tentei ir até lá, na hora da briga, mas infelizmente não consegui, de tanta gente que tinha! - Dorise comentou ansiosa e chateada pela colocação feita pelo pai.
- Minha filha, vá para o seu quarto, porque o seu pai precisa de falar com os seus dois irmãos! - Olívia pediu com carinho, ao ver o marido, olhando furioso para a filha que deu de ombros em sinal de malcriação.
- E por quê eu não posso ficar aqui para escutar, mamãe? - Dorise perguntou furiosa.
- Porque a sua mãe está pedindo com educação para você ir para o seu quarto, porque eu quero falar com os seus dois irmãos e com a sua mãe, que não sabe educar nenhum de vocês! - Acamir respondeu, olhando furioso para a mulher, que nada respondeu, apenas baixou a cabeça triste, e Dorise, por sua vez, retirou - se furiosa e batendo o pé, indo para o seu quarto, mas fez de tudo para tentar escutar o que eles falavam. - Agora eu quero saber o motivo real dessa briga toda! - Acamir olhou para os dois filhos, que engoliam em seco.
- Bem! - Acácio começou a falar calmo e lento. - Eu defendi a honra de Marion e o Dudu brigou porque foi me ajudar a defender a honra de Marion! - Acácio bradou sério, ao passo que Acamir crispou os lábios de raiva.
- Eu não! - Dudu benzeu - se, deixando Acácio furioso. - Eu briguei para defender a sua honra, Cacio e não a honra de Marion, assim como você falou agora! - Dudu bradou ainda furioso.
- Eu acho que vocês não deveriam brigar pela honra de ninguém! - Acamir bradou furioso com os dois filhos.
- Mas pai, eu defendi a honra de Marion, porque eu gosto dela! - Acácio confessou - se, todo romântico.
- E eu já disse para você se esquecer essa garota, porque ela não serve para você! - Acamir aconselhou ao filho, que recebeu o conselho ainda cabisbaixo e triste.
- Mesmo o senhor dizendo que ela não serve para mim, eu não vou desistir fácil! - Acácio olhou para o pai, que ficou furioso com ele.
- Ah, tudo sua culpa, Olívia! - Acamir bateu na mesa, ainda furioso. - Você não sabe nem educar aos seus filhos! - Acamir continuou furioso. - E a namorada que você ficou de arrumar para o Cacio, hein? - Acamir continuou olhando feio para a mulher.
- Mamãe, nem adianta a senhora tentar arrumar outra mina para eu esquecer a Marion, que jamais eu a esquecerei! - Acácio olhou furioso para a mãe, que nada respondeu.
- Você tem que ser firme, Olívia, firme! - Acamir olhou furioso para a mulher. - E não deixar o Cacio mandar em você, arrume logo essa garota e traga aqui, que eu quero conhecê - la! - Acamir ordenou ainda furioso e Olívia engoliu em seco.
- Pode deixar que eu vou providenciar e o Cacio vai parar de falar que gosta dessa Marion! - Olívia bradou ainda nervosa com o marido e com o filho que olhava furioso para ela.
- E eu não vou aceitar, porque eu quero a Marion! - Acácio levantou - se furioso e largou seu guardanapos com toda a força do mundo, encima da mesa e retirou - se furioso, indo para o seu quarto ainda furioso.
Deda chegou com Zinho sem nada dizer, estava apenas esperando a Bunnie chegar, para poder iniciar a discussão com os dois filhos e preparou o almoço e sentou - se para aguardar a chegada da filha, que vinha toda ansiosa e feliz da escola, entrando em casa e deparando - se com a mãe, que ainda estava colocando o almoço na mesa, com a cara fechada!
- Pode deixar seu material escolar em seu quarto e sentar - se aqui, em frente à mesa, que eu quero falar com você e com o seu irmão! - Deda ordenou, ao ver a filha parada bem em frente à ela.
- Penso que na hora do almoço não é para termos nenhum tipo de discussão! - Bunnie respondeu furiosa.
- Mas quem manda aqui sou eu, e eu quero falar com você e com o seu irmão, não quero saber se é hora do almoço ou do jantar, esse é o único tempo que eu tenho para poder tentar educar esses meus dois filhos que só me dão trabalho, Bunnie! - Deda bradou furiosa, ao passo que Bunnie, por sua vez, virava a cara para a mãe e ia para o seu quarto, colocar o seu material encima da cama, assim como a mãe havia ordenado para ela.
- Mamãe, a professora falou que nós temos que comer com calma e não discutirmos na hora das refeições, pois pode prejudicar em nossa digestão! - Bunnie bradou, olhando para a mãe com fúria.
- Eu não quero nem saber, Bunnie! - Deda explodiu. - Eu tenho que falar com vocês dois, antes que eu os devolva para o seu pai e ele vai ter que se virar para educá - los! - Deda bradou ainda furiosa.
- Mamãe, a senhora não precisa nos ameaçar assim, desse jeito! - Bunnie olhou furiosa para a mãe, que continuava olhando para ela no mesmo tom.
- Então, sente - se e preste a atenção no que eu tenho que falar - lhes! - Deda sentou - se em frente ao seu prato e seus filhos olhavam para ela e sentavam - se em frente a eles, prontos para ouvi - la.
- O quê a senhora quer falar, mamãe? - Bunnie perguntou furiosa.
- Você sabe muito bem, Bunnie! - Deda bradou furiosa e olhando feio para a garota.
- Não, eu não sei não, mamãe! - Bunnie continuou nervosa e ansiosa.
- O seu irmão se meteu em uma briga apenas para defender a sua honra, minha filha! - Deda bradou furiosa.
- Mas mamãe, ele brigou por que quis, eu não pedi! - Bunnie deu de ombros, em sinal de malcriação, enquanto Zinho, por sua vez, a olhava de lábios crispados e olhos estreitos.
- O quê? - Zinho perguntou indignado. - Como você pode falar isso, Bunnie? - Zinho continuou indignado e surpreso pelas palavras grossas da irmã, que ria para ele num sorriso faceiro. - O Fred te chama de galinha e você ainda aceita tudo isso, mana? - Zinho perguntou furioso com a garota, que olhava sério para ele.
- Ele estava brincando, Zinho! - Bunnie sorriu. - Você e todo mundo que bateu nele, levaram tudo o que ele falou de mim, a sério! - Bunnie gargalhou, enquanto Deda, por sua vez, olhava furiosa para a filha, reprovando assim, o gesto da garota.
- O quê? - Zinho perguntou furioso. - E você acha que todo aquele bando de garotos estava defendendo a sua honra? - Zinho gargalhou mais ainda, decepcionando a pobre da garota. - Sua trouxa! - Zinho continuou furioso com a irmã, que olhava para ele ainda surpresa. - O único cara que bateu em Fred, para defender a sua honra, fui eu! - Zinho apontou para ele próprio, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava surpresa para ele.
- Ah, eu pensei que fosse todo aquele bando que estava batendo nele para defender a minha honra! - Bunnie bradou desanimada e chateada, enquanto Zinho, por sua vez, olhava para ela com um sorriso maroto.
- Você deixou a sua irmã muito chateada, Zinho! - Bunnie olhou furiosa para o filho.
- Mamãe. eu acho melhor a senhora cuidar da sua filha, antes que algum espertalhão se aproveite dela! - Zinho aconselhou a mãe, que olhou furiosa para ele.
- Meu filho, a sua irmã será a futura Miss Brasil! - Deda bradou, olhando satisfeita para a filha, que sorriu feliz.
- A futura Miss Brasil? - Zinho gargalhou. - Não sei não, mamãe! - Zinho mediu Bunnie de cima em baixo. - Pelo comportamento dela, no mínimo, ela será a futura faxineira da escola! - Zinho continuou às gargalhadas, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava furiosa para o irmão e bufando de raiva.
- O quê? - Bunnie perguntou incrédula. - É isso o quê você deseja para mim, Zinho? - Bunnie perguntou no mesmo tom de fúria.
- Não, Bunnie! - Zinho respondeu no mesmo tom da irmã. - Mas é isso o quê você está procurando com o seu comportamento chulo, Bunnie! - Zinho bradou furioso, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava incrédula para ele.
- Olha aqui! - Bunnie apontou o dedo para o irmão, que olhou para ela com muita atenção. - Eu não sei o que tem de errado com o meu comportamento, que você está chamando de chulo, porque eu me comporto como qualquer garota que existe no mundo! - Bunnie bradou furiosa e olhando feio para o irmão que ria da cara dela.
- Jura, Bunnie? - Zinho perguntou às gargalhadas.
- Por quê? - Bunnie perguntou furiosa. - Você quer que eu me comporte como essas garotas bobas e idiotas como a sua amada Marion? - Bunnie continuou furiosa, e Zinho, por sua vez, olhou feio para ela. - Agora você não gostou, não é? - Bunnie perguntou em tom de provocação. - Falou na idiota da Marion, você se ofendeu, não é? - Bunnie continuou furiosa.
- A Sonda quer te bater por conta de você ter roubado o namorado dela no baile! - Zinho comentou furioso, enquanto Deda, por sua vez, que ainda não sabia da situação, arregalou os olhos de tão surpresa que ficou.
- Eu falei para você não contar nada para a mãe, porque ela não precisa de saber do que aconteceu sábado no baile! - Bunnie bradou furiosa. - E já que você revelou o meu segredo eu também vou revelar o seu! - Bunnie apontou o dedo para o irmão, com toda a fúria do mundo, enquanto Zinho, por sua vez, a olhava de olhos arregalados, esquecendo - se do trato que os dois tinham feito.
- O quê? - Deda perguntou, incrédula. - Bunnie, você anda roubando o namorado das outras? - Deda perguntou escandalizada com a notícia dada pelo filho, que olhava incrédulo para Bunnie. - E qual é o segredo do Zinho, Bunnie? - Deda perguntou nervosa e pronta para ouvir a falcatrua do garoto.
- Ele quer a idiota da Marion de qualquer jeito, mamãe! - Bunnie apontou para o irmão, ainda furiosa. - Então, ele sabe que o Cacio gosta dela! - Bunnie continuou falando ainda furiosa.
- E você vai fazer o que eu te pedi, não vai, Bunnie? - Zinho perguntou, ainda ansioso.
- Eu não sei não, Zinho! - Bunnie continuou furiosa com o irmão, que olhava para ela de cara feia.
- E o quê o Zinho pediu para você, minha filha? - Deda perguntou ansiosa.
- Ele pediu o mesmo que o Fred pediu, mamãe! - Bunnie confessou - se, enquanto a mãe a olhava surpresa.
- E o quê o Fred te pediu, filha? - Deda perguntou ansiosa.
- O Fred pediu para que eu beijasse o Herbert e foi o que eu acabei fazendo, mamãe e ele ainda me chamou de galinha! - Bunnie reclamou indignada.
- E o quê o seu irmão está pedindo para você fazer, não vai te prejudicar como isso que você fez para o Fred? - Deda perguntou ansiosa.
- Talvez, mamãe! - Bunnie deu de ombros. - A idiota da Marion não vai fazer nada para me prejudicar, assim como a Sonda quer! - Bunnie sorriu feliz.
- Minha filha, você não acha que está se arriscando muito não? - Deda perguntou séria.
- Mamãe, eu faço tudo pelo Fred, porque eu amo o Fred! - Bunnie bradou, mexendo em seu garfo, já com a sua comida no prato, enquanto Deda, por sua vez, olhava surpresa para a filha.
- E ainda por cima leva nome de galinha! - Zinho bradou indignado.
- Minha filha, esse cara não é para você, eu já falei! - Deda insistiu no mesmo conselho que ela dava para a filha teimosa. - E o Zinho quer que você faça o quê para ele, que a Marion não vai nem se importar? - Deda insistiu na pergunta, e Bunnie, por sua vez, emudeceu.
- Eu não vou falar nada, Bunnie! - Zinho bradou furioso. - Você começou, agora continue! - Zinho continuou furioso com a situação pela qual Bunnie havia colocado a família.
- Ele quer que eu faça o mesmo que o Fred me pediu, mas só que com uma diferença... - Bunnie sorriu com safadeza.
- E qual é a diferença, filha? - Deda perguntou ansiosa.
- Ele quer que eu beije o Cacio, porque ele gosta da Marion e não quer que o Cacio se aproxime dela! - Bunnie sorriu feliz e ansiosa por ter a oportunidade de beijar o belo garoto.
- O quê? - Deda perguntou, olhando furiosa para Zinho e assustando - o. - Você mesmo está colocando a sua irmã em mau caminho! - Deda continuou furiosa com o filho, que emudeceu.
- Mamãe, ela quer o Cacio também! - Zinho bradou furioso, enquanto Deda olhava furiosa para a filha.
- O quê? - Deda perguntou incrédula. - Você quer todo mundo, minha filha? - Deda continuou escandalizada com a atitude da filha, que sorria com safadeza.
- Engano da senhora, mamãe! - Bunnie olhou furiosa para a mãe. - Eu não queria o Herbert, porque eu não acho que ele é um cara legal! - Bunnie sorriu sem graça. - Mas eu tive que beijá - lo, porque o Fred gosta da Sonda e ela gosta desse Herbert, então, eu como sou louca pelo Fred, fiz o que ele queria! - Bunnie sorriu mais feliz ainda e esperançosa, por poder namorar um dia, o garoto que ela mais amava na vida.
- E você espera o quê dele, minha filha? - Deda perguntou ainda nervosa mas controlando - se para não demonstrar o seu nervosismo para a filha.
- Ah, mamãe, eu espero um dia poder namorar o Fred, já que eu o amo tanto! - Bunnie disse romântica.
- Por isso então, que ela faz tudo o que ele quer, e mesmo assim leva o nome de galinha! - Zinho bradou ainda desanimado com a atitude da irmã. - Agora, o quê a senhora espera desse cara, mamãe? - Zinho perguntou furioso.
- O mesmo de você, meu filho! - Deda bradou furiosa, enquanto Zinho, por sua vez, olhava surpreso para a mãe.
- Mamãe, eu não sou candidato a namorado dela, eu sou simplesmente o irmão dela! - Zinho bradou furioso.
- Mas está ensinando a sua irmã a fazer coisas erradas! - Deda bradou furiosa.
- Você, como irmão dela, está fazendo o mesmo que esse crápula fez com ela! - Deda bradou ainda furiosa com o filho, que olhava para ela com desdém.
- Ele quer a Marion a qualquer custo! - Bunnie bradou furiosa.
- Do mesmo jeito que o Fred quer a Sonda e o Sandro quer você, Bunnie! - Zinho respondeu furioso, enquanto Deda olhava surpresa para a filha.
- E quem é esse Sandro, minha filha? - Deda perguntou furiosa.
- É o irmão da Sonda, mamãe! - Bunnie sorriu sem graça. - Mas eu não gosto dele, porque ele não é o cara ideal para mim, mamãe! - Bunnie bradou chateada.
- Ah, o irmão da Sonda? - Deda perguntou feliz. - Eu sei quem é, minha filha! - Deda continuou satisfeita, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava surpresa para ela. - E eu faço muito gosto de você namorar esse garoto, mais do que aquele tal de Fred que eu não fui com a cara dele, e só do seu irmão falar nele, eu não gostei! - Deda arrepiou - se ao falar no garoto.
- O Sandro é aquele cara que está sempre grudado com o Fred, mamãe! - Zinho explicou sem paciência, enquanto Deda, por sua vez, olhava surpresa para a filha.
- Mas aquele cara que vive grudado com o Sandro não é um Fontanni? - Deda perguntou ansiosa.
- Exatamente, mamãe! - Zinho bradou feliz, enquanto Bunnie, por sua vez, prestava a atenção na conversa dos dois, que conversavam ansiosos e felizes.
- E como os Sandolli, que não gostam dos Fontanni, permitiram essa amizade grudenta entre os dois, filho? - Deda perguntou curiosa.
- Não me pergunte, mamãe, porque eu não sei, só sei que os dois vivem juntos por aí! - Zinho bradou ansioso e feliz, pelo assunto não estar mais voltado para ele, mas sim, voltado para Bunnie.
- Minha filha, preste a atenção com quem você anda e de quem você gosta! - Deda olhou furiosa para a filha. - Eu não quero que você se aproxime desse garoto, porque eu o acho muito grosso e mal educado! - Deda continuou aconselhando a filha, que baixava a cabeça triste e não querendo ouvir mais os conselhos dados pela mãe, pois achava que um dia conquistaria o amor de Fred! - E também não quero que você beije o Cacio só para o seu irmão conquistar essa Marion, que eu também não fui com a cara dela! - Deda continuou aconselhando a filha, que nada dizia.
- A Marion é irmã do Fred, mamãe! - Bunnie fez questão de avisar, ao passo que Zinho, por sua vez, olhava furioso e de lábios crispados para a irmã.
- É mesmo? - Deda perguntou surpresa. - Vai ver foi por isso que eu não gostei dela! - Deda continuou furiosa e olhando feio para Zinho. - E se você incentivar a sua irmã a beijar esse garoto, tudo vai ficar pior para ela novamente, meu filho! - Deda dirigiu - se a Zinho, que olhou surpreso para a mãe.
- Mas por quê, mamãe? - Zinho perguntou curioso.
- Porque senão o Acácio vai chamar a sua irmã de galinha e você vai bater nele somente para defender a honra da Bunnie e eu vou ter que ir novamente para a escola, para defender você e eu não quero mais saber de brigas! - Deda bradou furiosa, enquanto Zinho, por sua vez, olhava para a irmã com um meio sorriso.
- Mamãe, a Bunnie também quer o Cacio! - Zinho continuou insistindo, enquanto Deda, por sua vez, olhava furiosa para a filha.
- Minha filha, esqueça esse cara, você tem que namorar o Sandro! - Deda aconselhou a filha, olhando bem no fundo dos seus olhos.
- Eu não quero o Sandro, mamãe, eu quero o Fred! - Bunnie respondeu furiosa e largou seu prato e saiu furiosa, dirigindo - se para o seu quarto.
- Essa garota não tem jeito mesmo! - Deda resmungou e continuou comendo a sua comida, enquanto Zinho levantava - se furioso, sob os olhares da mãe. - Aonde você vai, Zinho? - Deda perguntou curiosa.
- Perdi a fome, mamãe! - Zinho retirou - se furioso.
- Pare de incentivar a sua irmã a fazer coisas erradas, meu filho! - Deda aconselhou, enquanto Zinho saía rapidinho, sem ao menos dar confiança para a mãe e suas idéias.
- Bunnie, não se esqueça! - Zinho parou bem na porta do quarto da irmã, que olhou surpresa para ele, ainda sentada em sua cama. - Você tem que beijar o Cacio! - Zinho piscou para a irmã, que olhou para ele furiosa e bufou de tanta raiva que sentiu do irmã que foi para o seu quarto planejar o que faria para aproximar - se da amada...
Enquanto isso, Zoraide chegava em casa com Fred do lado e totalmente furiosa com a situação pela qual o filho havia se metido.
- O quê foi que aconteceu com o seu filho, Zoraide? - Jardel perguntou sentado à mesa, almoçando junto com a filha, que havia assumido as responsabilidades de casa, ao chegar da escola, pois não tinham encontrado comida pronta.
- Ele brigou na escola! - Zoraide respondeu no lugar do filho, que foi correndo para o quarto totalmente constrangido.
- É mesmo? - Jardel perguntou num meio sorriso de satisfação, ao saber que o filho tinha apanhado na escola. - Então quer dizer que se vingaram dele? - Jardel continuou satisfeito com a idéia de saber que o filho tinha apanhado na escola.
- Não é nada disso que você está pensando, Jardel! - Zoraide olhou furiosa para o marido e censurou - o.
- Você está certa disso, mulher? - Jardel perguntou com pouco caso.
- Mas é claro que sim! - Zoraide começou a mexer nas panelas e a fazer caretas por causa da comida que a filha havia preparado.
- Não foi bem assim, papai! - Marion começou a falar, após dar uma bela garfada em sua comida deliciosa.
- Cale - se sua bruxa, encrenqueira! - Zoraide praguejou furiosa com a garota, que olhou surpresa para ela. - Olha que comida horrível que você fez! - olhou furiosa para a filha, ao engolir uma garfada e não deu o braço a torcer que a comida feita pela garota inexperiente, estava bem melhor do que a dela, então o seu modo de vingança era falar que a comida estava horrível. - Você não sabe nem cozinhar, Marion! - continuou criticando. - Ainda por cima se interessa por esse tal de Acácio! - continuou criticando a pobre da garota, que nada dizia, apenas baixava a cabeça triste e continuava comendo a sua comidinha bem feitinha, enquanto Jardel, por sua vez, olhava penalizado para a pobre filha. - Seu arroz está duro e o seu feijão está cheinho de caronxo! - Zoraide continuou furiosa com a garota que nada respondia.
- Você que é uma idiota, Zoraide! - Jardel bradou furioso com a mulher, que olhou surpresa para ele. - Você que não sabe cozinhar! - Jardel continuou no mesmo tom de fúria com a mulher que olhava para ele com desdém. - A comida preparada por Marion está perfeita, de tão gostosa que está e olha que é a primeira vez que ela vai para a cozinha, hein? - Jardel gargalhou. - Ao contrário de você que faz muitos anos que faz que cozinha! - Jardel continuou furioso com a mulher, que nada disse, apenas ficou cabisbaixa comendo a comida maravilhosa da filha, sem ao menos ter coragem de criticá - la!
E o almoço entre os três transcorreu muito bem, sem mais assuntos supérfluos sobre a briga na escola.
E no dia seguinte, o comentário era geral, sobre a briga que havia ocorrido no intervalo do dia anterior e a tremenda surra que Fred tinha levado de vários garotos que vingaram - se das sórdidas maldades do garoto...
E infelizmente Fred não podia faltar na escola, pois tinha avaliações importantes que iriam fechar o bimestre, no decorrer da semana, assim como era de costume naquela escola.
E pela primeira vez na vida, Fred sentiu o desprezo dos demais colegas que comentavam sobre ele e o ocorrido no intervalo do dia anterior, e pela primeira vez, ele teve que exibir o seu rosto machucado de tanta porrada e pancada que havia tomado de todos os caras que sentiram - se lesados por ele!
- Muito bem, sua galinha! - Fred bradou bem alto ao aproximar - se de Bunnie. - Você me dedou para os caras e agora você está ferrada na minha mão! - Fred alertou a garota com todo o ódio do mundo, enquanto Bunnie, por sua vez, olhou surpresa para ele e de olhos arregalados e Zinho, por sua vez, observava tudo de longe, sem ao menos Bunnie perceber que o irmão observava o que estava acontecendo com ela. - E não pense você que o Cacio vai te querer, porque ele já falou! - Fred bradou, apontando o dedo no rosto da garota humilhada por ele. - Nem amigas você tem! - Fred gargalhou maldoso. - Olha só! - continuou às gargalhadas. - Aonde estão as suas amigas, Bunnie? - Fred perguntou, olhando para todos os lados, à procura das verdadeiras amigas que Bunnie poderia ter, se ela não fosse tão galinha!
- Se eu não tenho amigas, nem você tem amigos, Fred! - Bunnie respondeu ríspida, ao passo que Fred, por sua vez, a olhava com os lábios crispados de tanta raiva que sentiu da garota. - Então, estamos totalmente quites um com o outro! - Bunnie bradou, fazendo pouco caso, enquanto Fred, por sua vez, olhava em direção à cantina e sorria maldoso, pois ele estava observando ali, três garotas furiosas aproximarem - se de Bunnie, pelas costas e ele iria fazer - lhe uma surpresinha da qual Bunnie não iria gostar nenhum pouco!
- Ah... - Fred gargalhou maldoso, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava surpresa para a cara dele, querendo beijá - lo logo de uma vez. - Fiquei sabendo por aí, que tem uma mina louca para te dar um pau! - Fred continuou às gargalhadas e afastou - se de Bunnie, deixando - a sozinha, com toda a maldade do mundo e Zinho, que ouvia toda aquela humilhação pela qual a sua irmã estava passando, foi logo em seu socorro, junto com Sandro, enquanto Fred, por sua vez, saía do páteo às gargalhadas.
- Que coisa não? - Sonda gargalhou maldosa e logo Eleomara e Nina a cercaram, para que Bunnie não tivesse nenhuma chance de escapar das garras de Sonda. - Até o cara que se comporta do mesmo jeito do que você, te deu o fora, não é, Bunnie? - Sonda perguntou com cinismo, enquanto Nina e Eleomara riam da cara da pobre garota assustada, que não estava nenhum pouco preparada para brigar.
- Procurando o Zinho? - Eleomara perguntou às gargalhadas. - Não esquenta não, que o seu irmãozinho querido está muito ocupado com a Marion, por isso que ele não virá em seu socorro, Bunnie! - Eleomara gargalhou ainda mais e Bunnie, por sua vez, estava até de boca seca, pois sabia que ia apanhar de Sonda.
E apesar de Bunnie ser mais alta, mais bela e mais encorpada do que Sonda, ela não tinha a mesma agilidade para brigar do que a garota baixinha e troncuda que todas as garotas da escola temiam e Sonda sabia que era temida por todas as garotas da escola, até mesmo pelas mais esguias e as mais gordas...
- Ih, eu acho que o irmãozinho acabou abandonando a irmãzinha querida! - Sonda bradou fingindo -se estar pesarosa pelo acontecimento com Bunnie, que olhava desesperada para todos os lados, enquanto alguns que passavam por elas, já comentavam sobre uma suposta briga entre as quatro. - O quê você acha disso, Eleomara? - Sonda continuou sarcástica, enquanto Eleomara, por sua vez, sorria, sem ao menos responder, apenas consentia com um sorriso.
- Eu concordo com você, Sonda! - Eleomara respondeu com um enorme sorriso sarcástico, enquanto Bunnie, por sua vez, engolia em seco.
- Que história é essa de você obedecer às ordens de Fred e ficar dando encima do meu futuro namorado? - Sonda perguntou furiosa, enquanto Bunnie, por sua vez, mal conseguia responder à pergunta feita pela rival furiosa.
- É que eu pensei que o Fred iria conseguir o Cacio para mim! - Bunnie respondeu com a voz sumida, enquanto Sonda e as suas duas companheiras riam da cara da garota medrosa.
- Ah! - Sonda gargalhou, fingindo - se estar pesarosa pela garota que quase chorava de tanto medo que estava sentindo de Sonda. - Afinal de contas, Bunnie, quem você quer mesmo? - Sonda perguntou às gargalhadas e sendo acompanhada pelas demais. - Você quer o Cacio, o Fred ou o Herbert? - Sonda continuou furiosa com a garota, mas agia com muito cinismo para cima de Bunnie.
- Eu amo o Fred, na verdade, mas sinto algo muito forte pelo Cacio, ainda estou um pouco confusa e o Herbert eu só beijei porque eu achei que o Cacio seria o meu prêmio no momento e que mais tarde o Fred viria a namorar comigo! - Bunnie explicou - se, levando um violento tapa na cara, enquanto as duas outras garotas gargalhavam de tão felizes que ficaram ao ver a Bunnie levar um violento e furioso tapa das mãos de Sonda.
- Sua burra! - Sonda bradou furiosa e olhando feio para Bunnie, que chorava, com uma face bem vermelha. - Todas as garotas daqui da escola e de qualquer outro lugar, sabem que ninguém pode se aproximar do que é meu! - Sonda continuou colérica com a garota que nada dizia, apenas chorava. - E galinhas como você, não tem namorados, elas são garotas que só servem para diversão! - Sonda continuou furiosa com a garota, que nada respondia.
- Por quê você não dá um outro tapa na outra face dela, Sonda? - Eleomara perguntou ansiosa, enquanto Bunnie, por sua vez, gelava, de tanto medo que estava sentindo. - É que assim, ela fica com as tuas faces vermelhas logo de uma vez! - Eleomara continuou ansiosa, enquanto Sonda, por sua vez, ria com maldade da pobre garota que até arrepiava - se, de tanto medo que estava sentindo de apanhar de Sonda, na frente da escola inteira, já que tinha levado um violento tapa na cara. - Sendo assim, ela vai ficar até mais bonita, parecendo até que passou blush e quem sabe até ela conquista mais caras e rouba mais namorados das outras? - Eleomara continuou às gargalhadas e Bunnie, por sua vez, não abria a boca para defender - se, pois esperava pelo seu irmão, que deveria mesmo estar ocupado com Marion, segundo Eleomara.
- Mais um então! - Sonda bradou, dando outro violento e sonoro tapa na pobre da garota desiludida que chorou copiosamente, com a mão do outro lado da face, onde havia levado o segundo tapa. - Já que você é bonita e ordinária! - Sonda bradou com muita raiva da pobre garota, mas não contava com a astúcia de Bunnie, que deu um gritinho fininho e a agarrou pelos cabelos e foi difícil de Sonda soltar - se dela, e acabou agarrando - a pelos cabelos também e todos os presentes pararam o que estavam fazendo, para ver as duas garotas engalfinharem - se e as duas automaticamente, foram para o meio do páteo, uma puxando os cabelos da outra, enquanto Nina e Eleomara aproveitaram a fraqueza de Bunnie e começaram a dar rasteiras na pobre da garota, até derrubarem Bunnie no chão e Sonda, por sua vez, aproveitou - se da situação, e caiu encima da garota, entrando em vantagem.
- Ih, a minha irmã está apanhando! - Zinho bradou, deixando Marion e Sandro e foi correndo para o meio do páteo, sendo seguido por Sandro, para que Bunnie não apanhasse mais de Sonda, que estava furiosa com ela. - Vocês duas não vão fazer nada? - Zinho perguntou, furando a enorme roda e entrando no meio dela, olhando feio para Eleomara e Nina, que riram sarcásticas para ele.
- Ah, deixa ela apanhar! - Eleomara bradou sorridente, enquanto Zinho, por sua vez, olhava furioso para ela. - Garotas assim como ela, que tomam os futuros namorados das outras, merecem isso mesmo! - Eleomara gargalhou maldosa, sendo acompanhada por Nina e Zinho, por sua vez, ficou furiosa com as duas garotas, mas nada respondeu, engoliu em seco.
- E nós a ajudamos cair, para ficar mais fácil para a Sonda! - Nina completou, deixando Zinho mais furioso ainda com a situação provocada pelas duas garotas que gargalhavam com maldade.
E Sandro ficou observando a irmã metendo - se novamente em confusão, e logo Acácio furou a roda e viu que Sonda engalfinhava - se com Bunnie no chão, levando vantagem sobre ela.
E os dois garotos corajosos, tiraram Sonda de cima da pobre Bunnie, que não tinha jeito e nem agilidade para se mexer, pois havia apanhado muito da garota furiosa.
E enquanto Sonda estava debatendo - se feito louca e sendo segurada por Acácio, Bunnie, por sua vez, foi até ela, dando - lhe um violento tapa na face da garota furiosa com o intuito de vingar - se a surra que havia levado.
- E você só conseguiu isso, Bunnie, porque eu estou aqui, presa por dois caras! - Sonda olhou furiosa para Acácio que a segurava com toda a força do mundo, e Sandro, que também segurava uma de suas mãos, enquanto Bunnie, por sua vez, saía amparada por Zinho, e com os cabelos todos desalinhados e embaraçados e o rosto todo arranhado.
- Depois dessa, Sonda, a dona Virgínia vai querer falar com você, lá na diretoria! - Sandro bradou furioso, enquanto Sonda debatia - se feito uma doida desvairada, louca para soltar - se e ir atrás de Bunnie, que estava sendo carregada por Zinho, até o banheiro da escola. - Você quer que o pai brigue novamente com você, Sonda? - Sandro continuou furioso com a irmã, que nada respondia, apenas debatia - se, feito louca. - Já não chega o que aconteceu ontem, entre eu e os primos e mais uns caras que batemos no Fred? - Sandro continuou preocupado com a irmã, que queria soltar - se de qualquer jeito, das garras de Acácio, para correr atrás de Bunnie e bater nela novamente.
- Eu não estou nem aí, com essa situação, Sandro! - Sonda continuou furiosa com o irmão. - Eu não quero nem saber, estou nervosa, Sandro! - Sonda continuou debatendo - se furiosa. - A Bunnie entrou na do Fred, porque ela quis e se não fosse por isso, ela não teria apanhado desse jeito e nem tampouco estaria correndo o risco de levar outra surra! - Sonda continuou com raiva da garota, que não estava presente ali no momento, para escutar o que a outra dizia sobre ela.
- O quê aconteceu dessa vez? - Virgínia perguntou, aparecendo de repente na rodinha e olhou furiosa para Sonda que logo calou - se e Sandro e Acácio soltaram Sonda de vez, pois sabiam que com a diretora, Sonda não brincava nenhum pouquinho. - Você é um caso perdido, garota! - Virgínia continuou furiosa com Sonda, que a olhou de olhos arregalados e sem ter nada o que falar para a mulher grande, gorda e furiosa.
- Eu sou um caso perdido, dona Virgínia? - Sonda perguntou furiosa com a mulher, que olhava furiosa para ela.
- Eu te avisei, Sonda! - Sandro a puxou para o pátio inteiro, ignorando a presença da diretora, que ficou olhando feio para eles e foram parar no banheiro feminino, onde Bunnie estava lá, bem em frente ao espelho, examinando suas ataduras e chorando copiosamente, pois havia perdido a briga e muitas curiosas estavam lá, dentro do banheiro, comentando e observando Bunnie soluçar em frente ao espelho do banheiro feminino.
- Está examinando o que eu fiz na sua cara, sua vagabunda? - Sonda perguntou colérica, ao passo que todas as garotas faziam silêncio e voltavam seus olhares para a garota corajosa e peituda.
E Bunnie, por sua vez, olhou para Sonda, bem atrás do espelho, com medo de levar outra surra daquela que ela havia levado no pátio da escola, bem na frente de todos os presentes ali.
- Não, eu estou contemplando a minha beleza, que mesmo com a cara machucada eu me torno mais bela do que você, sua ordinária! - Bunnie bradou furiosa com a garota, que nada respondeu, apenas crispou os lábios de raiva. - Por isso, nem adianta você arranhar a minha cara, porque eu fico bem mais bonita do que você, de qualquer jeito, Sonda! - Bunnie continuou furiosa com a garota, que continuava olhando feio para ela. - E logo esses arranhões que você fez em mim, vão passar enquanto que a sua inveja, nunca vai passar meu bem!- Bunnie continuou dando a lição na garota furiosa e invejosa e Bunnie retirou - se de perto de Sonda, dando um leve empurrãozinho na garota furiosa que até equilibrou - se para não cair e retirou - se totalmente vitoriosa e nem tampouco importou - se com o jeito que ela se encontrava no momento e nem tampouco também, com os comentários sarcásticos das pessoas que a olhavam no páteo da escola.
- E você sabe muito bem, que se mexer comigo, você apanha novamente, Bunnie! - Sonda gritou bem alto para que Bunnie escutasse e essa, por sua vez, olhou para trás, deu um sorrisinho e continuou o seu caminho, sem se importar com a inveja que Sonda sentia por ela.
- A Sonda me provocou novamente no banheiro, mas eu, mais que depressa, respondi à altura, falando que mesmo ela me arranhando do jeito que ela me arranhou, a minha beleza nunca vai acabar, porque isso vai passar, agora, ela vai continuar feia do jeito que ela é e ainda por cima com uma tremenda inveja de mim! - Bunnie bradou, sendo abraçada por Zinho, que sentiu pena dela.
O sinal bateu e todos foram embora para as suas casas e Sonda, por sua vez, não levou nenhuma bronca por ter batido em Bunnie, e ainda comentavam muito sobre o assunto da surra que Bunnie havia levado no pátio e da vergonha que a pobre garota havia passado.
- O quê foi isso, Bunnie? - Deda perguntou ao ver a filha chegar, toda triste e cabisbaixa.
- A Sonda bateu nela devido ao que aconteceu! - Zinho respondeu no lugar da irmã, que não estava conseguindo nem responder à pergunta feita pela mãe.
- Mas a Sonda também apanhou, Bunnie? - Deda perguntou curiosa, enquanto Zinho, por sua vez, meneava a cabeça em negativa, respondendo o que a irmã não estava conseguindo responder.
- Tudo porque você faz tudo o que o Fred quer! - Zinho bradou furioso, ao passo que Bunnie, também olhava furiosa para ele, sem nada o que responder.
- Minha filha, pelo amor de Deus, esqueça esse cara! - Deda pediu nervosa, enquanto Bunnie, por sua vez, olhava chateada para a mãe. - Esqueça esse cara, porque ele não serve para você! - Deda continuou aconselhando a filha e ainda penalizada por ela, pois estava com o rosto todo arranhado e o cabelo ainda bagunçado.