Qualquer Semelhança...

Qualquer semelhança que houver com historias da sua vida ou da vida de pessoas que voce conhece, nao se esqueça que e apenas uma semelhança...

domingo, 26 de agosto de 2012

A Festinha...

Logo após a festa na casa de Herbert, cuja qual comemorou - se o aniversário de Eleomara e foi muito bem comentada pela escola, Zinho também cismou que queria uma festa de aniversário, já que não houve o aniversário da sua irmã Bunnie, devido a briga entre Deda e Olívia, mas Deda, por sua vez, não tinha muito o que fazer, e o que ela mais queria era agradar seus dois filhos, o único tesouro que ela possuía no mundo...
- Mamãe, a senhora sabe que eu vou fazer aniversário, então, eu gostaria de fazer uma festinha, já que não teve o aniversário de Bunnie! - Zinho chegou da escola ansioso por uma festinha em seu aniversário.
- Se você não convidar aqueles caras estranhos que você conhece, a mamãe pode até permitir que aconteça a sua festinha! - Bunnie bradou, entrando logo atrás do irmão, que, por sua vez, olhou furioso para ela.
- A festa é minha e eu convido quem eu quiser! - Zinho bradou furioso.
- Se começar assim, não vai ter festa nenhuma! - Deda interviu, olhando feio para os dois filhos, que olhavam - se, feitos dois seres estranhos. - Eu permito sim, desde que não haja muita bagunça aqui em casa, Zinho! - Deda anunciou feliz, para a alegria do filho e a fúria de Bunnie, que ficou com raiva, por não ter comemorado o seu aniversário como ela tanto queria.
- Desde que a Sonda não seja convidada, a paz e a integridade da festa está anunciada! - Bunnie bradou com pouco caso e sob os olhares furiosos do irmão.
- Eu não sei porque aquela garota horrorosa não se toca e fica em casa logo! - Deda bradou furiosa, sob os olhares vitoriosos de Bunnie.
- Da última vez, não foi aquela garota horrorosa que aprontou confusão na festa não, mamãe! - Zinho comentou, olhando furioso para Bunnie. - Mas sim, a sua linda filha, que aprontou com a pobre garota, que havia jurado para o pai e para o irmão, que não iria brigar com mais ninguém! - Zinho comentou furioso, ao passo que Bunnie, por sua vez, bufava de raiva do irmão.
- Seu maldito! - Bunnie rosnou furiosa. - Eu só espero que essa festinha que você quer fazer em casa, não dê certo! - Bunnie jogou uma tremenda praga no irmão, que deu um sorrisinho sem graça.
- Eu acho bom vocês dois pararem de brigar, senão eu desisto da idéia de fazer qualquer tipo de festinha aqui em casa! - Deda continuou furiosa com os dois filhos, que estavam se estranhando, e os dois calaram - se, com medo de não haver a festa que eles tanto desejavam, principalmente Zinho!
E enquanto os dias passavam - se, Zinho, como sempre, todo feliz, anunciava para todos os colegas da escola, até mesmo os que não eram seus colegas, sobre sua suposta festa, com data e hora marcada e todos, ficavam ansiosos com o convite feito pelo pobre garoto, que sentia - se satisfeito e feliz por estar chamando a atenção de todos os colegas da escola, dando uma festinha em sua casa.

Enquanto todos dançavam na festinha, Acácio estava quase pronto para sair, pois não estava sentindo - se muito bem ali, quando de repente, o seu pior inimigo entrou... O invencível Fred!
Que já aproximou - se todo altivo, com pose de malandrão e chamando a atenção das garotinhas que gostavam de Bad Boys, inclusive Bunnie, que até suspirou  por ele.
A festinha estava lotada!!! E muita gente da escola estava lá, e Acácio, por sua vez, já estava enjoado de ficar naquela maldita festinha, queria sair, ir embora para casa, sei lá...
Sentia vontade de não ficar mais ali, naquele local, cheinho de gente que não tinha nada a ver com ele e todos conversavam bem alto e dançavam feito loucos, bêbados e alguns drogados, com a cara cheinha de maconha e outras drogas afins e isso não agradava Acácio e nem tampouco as pessoas com as quais ele andava e tinha amizades sólidas.
E agora que Fred estava ali, juntando - se aos demais, com um enorme sorriso de orelha a orelha, aí que ele teve vontade de ir embora mesmo...
Mas acabou desistindo, pois o que seus olhos estavam procurando, eles haviam achado, Marion estava entrando sozinha...
Mas para a sua tristeza, esticou os olhos e viu Zinho a tira colo, logo atrás dela, e isso fez com que o sorriso de Acácio se desfalecesse, de tão triste que ele ficou, e Zinho, por sua vez, estava todo faceiro e sorridente, talvez até por ter sido aprovado por Fred!!!
E Sandro por sua vez, dançava feito um louco, e Acácio por sua vez, tinha acabado de chegar, não fazia muito tempo que ele havia chegado não, mas não agradou - se da festa na casa do Zinho, por conta das amizades do mesmo, que circulavam lá, a vontade e fumando certos cigarros que não eram apreciados por Acácio e nem tampouco por seu círculo de amizades...
E Acácio até pensou que seu primo estava no meio daquele bando de porcos, amigos de Zinho, que circulavam tranquilamente pela sua festa de aniversário.
Ficou sabendo pelas más línguas, que Zinho havia ido até a casa de Marion, para buscá - la especialmente para ir à sua festa de aniversário e seu coração até acelerou e até sentiu vontade de chorar, ao ouvir isso nas rodinhas pelas quais ele passava próximo...
E Nina, por sua vez, também entrou toda faceira, na festa na casa de Zinho, que a recebeu todo feliz e sorridente, e Sonda, por sua vez, foi correndo até ela, pois estava sentindo - se totalmente deslocada daquela maldita festa, cuja qual, ela não fazia questão de estar presente, pois conhecia muito bem Bunnie e Zinho e os detestava por diversos motivos, mas como seu irmão quis vir, então, ela era obrigada a estar junto com ele, pois quando um não ia, o outro também não ia...
Mas só que Sonda havia se esquecido que havia brigado com Nina e a mesma também havia se esquecido do assunto, pois afinal de contas, as duas estavam sentindo - se deslocadas daquela maldita festinha.
Não se importando com a presença de Acácio, Fred dirigiu - se à uma mesinha que tinha ali, no quintal da casa de Zinho e Bunnie e começou a conversar com algumas pessoas que estavam próximas e Acácio por sua vez, ficou olhando Zinho e Marion sentados juntos e ficou desejando com que o mesmo, deixasse Marion em paz, afinal de contas, Marion era o amor da sua vida...
- O Fred é um cara legal, Cacio! - Herbert começou a falar, sob a cara feia do garoto. - Então, por quê essa rincha toda, cara? - Herbert perguntou sem entender. - O pessoal da sala gosta tanto dele! - Herbert continuou lamentando - se por não poder estar na mesma roda de Fred, afinal de contas, os dois disputavam a mesma garota...
- Isso tudo é coisa de família, Herbert e ninguém me fala a história! - Acácio reclamou ainda chateado com a situação vivida por ele e pelo amigo. - Só me falam para detestá - lo também! - Acácio bradou ainda chateado, ao passo que Herbert, por sua vez, observava a feição triste do amigo. - Mas só que não vai adiantar nada, cara! - Acácio meneou a cabeça em sinal negativo e com muita tristeza. - Eu amo a irmã dele! - Acácio suspirou ao pensar no sorriso delicado da garota e Herbert, por sua vez, também sorriu, ao pensar em Sonda, namorada e prima de Acácio.
E ao dizer que amava Marion, bem alto, devido à música alta que rolava na festa, observou que Fred olhava furioso para ele e para Herbert.
- Agora eu percebi! - Herbert bradou surpreso, logo após olhar surpreso para Fred. - O Fred olho com ódio para você, cara! - Herbert bradou, concluindo o que era a verdade.
- Você viu? - Acácio perguntou chateado. - Como eu vou fazer agora? - Acácio perguntou ainda chateado com a situação e Herbert, por sua vez, deu de ombros, pela razão de não saber o que faria com a situação pela qual Acácio se encontrava. - E outra coisa... - Acácio olhou sério para Herbert, que jogava toda a sua atenção para cima do amigo, apenas para disfarçar o que sentia por Sonda. - Ele é legal para a corja dele e não para mim! - Acácio bradou ainda com muita raiva do garoto.
- Só tem um motivo que vai fazer com que a nossa amizade termine, cara! - Herbert bradou chateado, olhando para Sonda, enquanto Acácio, por sua vez, olhava surpreso para ele.
- Qual motivo, Herbert? - Acácio perguntou curioso.
- A Sonda! - Herbert respondeu sem graça.
- O quê? - Acácio explodiu pela surpresa de Herbert e de algumas pessoas que estavam próximas a eles. - Nós mal terminamos o nosso namoro e vocês já estão de olho em Sonda? - Acácio olhou furioso para o garoto que nada respondeu. - Feito dois urubus? - perguntou, olhando furioso para Fred, que não estava nem aí com a sua presença, pois conversava animadamente com os demais.
- Feito dois urubus não! - Herbert defendeu - se furioso. - Ele é o urubu, eu não! - Herbert bradou, apontando ligeiramente em direção à Fred, para que esse não percebesse que falavam dele.
- Até parece que o meu tio deu um jeito em Sonda! - Acácio comentou sorridente, sob os olhares interrogativos de Herbert.
- Por quê? - Herbert resolveu perguntar.
- Porque esse já é o segundo baile que a Sonda se comporta melhor! - Acácio respondeu ríspido.
- Isso é verdade! - Herbert bradou satisfeito com a situação e ficou olhando para a garota e observando também o comportamento de Fred, que também olhou para o lado de Sonda, e observou que Sonda também estava sentada sozinha em uma das mesinhas, e estava querendo atacar...
- Olá para todo mundo! - Bunnie apareceu toda sorridente e sensual, exalando seu delicioso perfume nas narinas dos garotos apaixonados por ela, inclusive Sandro, e todos os garotos presentes na festa, não deixavam de dar uma olhadinha para ele, inclusive os acompanhados, que levavam beliscões de suas supostas namoradas, e logo tiravam os olhos da bela garota sensual, e Bunnie, por sua vez, chamava a atenção por suas roupas sensuais. - Eu posso me sentar aqui para compartilhar a conversa? - Bunnie perguntou ansiosa e feliz, já sentando - se, sem ao menos os dois garotos permitirem, e os dois garotos logo derreteram - se em sorrisos e os demais presentes, olhavam surpresos para os dois garotos sortudos, e Sonda, por sua vez, roeu - se de ciúmes, pois Bunnie estava sentando - se perto do namorado e também do seu pretendente a namorado e ela estava vendo que logo ficaria sem os dois, e Sonda, por sua vez, ficou olhando furiosa para Bunnie e com vontade de voar encima dela e alguns presentes notaram que haveria confusão, se caso ela não se contivesse...
E a vontade de Sonda ainda, era de descabelar Bunnie e deixá - la toda e completamente feia, mas acabou contendo - se, para não ser comentário do fiasco da festa, no dia seguinte...
Pois com medo, Sandro, que ainda estava doidão, foi até a irmã, para socorrê - la de qualquer eventual problema e acabou sentando - se em frente à Sonda, para que ela não visse aquela maldita cena, pois ele também sentia ciúmes de Bunnie...
- Mas é claro! - Herbert acabou respondendo por Acácio, pois esse estava até sem voz, por estar emocionado, devido à atitude brusca da bela garota. - E quem poderia negar lugar para você, Bunnie? - Herbert continuou gentil, ao passo que Sonda, por sua vez, crispava os lábios de raiva do garoto e quando Bunnie cruzou as pernas, os garotos presentes na festa, quase ficaram sem fôlego, inclusive Acácio e Herbert, que cresceram os olhos para as belas pernas da garota, e Bunnie, por sua vez, gostou da posição que ela estava em frente aos dois garotos e até Sandro, que estava de costas para eles, resolveu olhar e também perdeu o fôlego, ao observar como a garota estava...
Sabendo o que estava acontecendo, Bunnie até sorriu e deu uma piscadela para os dois garotos, que estavam derretendo - se por ela, e exibiu um enorme sorriso, com aqueles lábios carmesim. - Até mesmo quem não gosta da fruta, se arrependeria por não ter uma garota assim, tão bela quanto você, Bunnie! - Herbert, por sua vez, até suspirou, de tão louco que ficou por Bunnie, e naquele momento ele até se esqueceu que Sonda pudesse existir, e Acácio, por sua vez, até começou a coçar a cabeça, de tão ansioso que ficou, e Sonda olhou furiosa com a situação que estava ocorrendo bem pertinho dela.
E da sua mesa, Sandro arregalou os olhos para Bunnie, e o pior de tudo, foi quando os olhares de ambos começaram a se encontrar e foi aí que Sonda começou a ficar louca de inveja da garota, pois todos os garotos da festa estavam paquerando a mesma, conversavam com suas supostas namoradas e olhavam surpresos e com os olhares cheios de sonhos, para Bunnie, e ninguém deixava a oportunidade de olhar Bunnie, passar, e Nina, por sua vez, aproveitou a deixa e foi até a mesa onde Sonda estava sentada, estava com medo de levar um fora, mas não custava nada arriscar...
- Sonda, eu posso me sentar aqui? - Nina perguntou ansiosa e com medo de levar um tremendo fora da garota furiosa, e Sonda, por sua vez, mediu - a de cima em baixo, e Sandro, por sua vez, olhou assustado para Nina, com medo da irmã puxar encrenca novamente com a pobre garota.
- Claro! - Sonda respondeu toda educada, logo após tirar os olhos da garota sorridente, pois ela já estava aliviada e feliz, por não ter levado nenhum fora da suposta garota.
- Fique a vontade! - Sandro respondeu com o intuito de aliviar a situação entre as duas garotas, e ofereceu - lhe um  refrigerante, ao passo que Nina pegou - o toda ansiosa e feliz.
- Você viu como a Bunnie aproximou - se do seu namorado e do Herbert? - Nina perguntou com uma ponta de inveja, ao passo que Sonda, por sua vez, crispava os lábios de raiva da garota.
- E o pior de tudo, é que aqueles dois idiotas estão jogando as suas atenções para cima dela! - Sonda bradou ainda revoltada, sob os olhares de Sandro.
E Bunnie, por sua vez, resolveu levantar - se para alívio de Sonda e de Sandro, e Bunnie tinha toda a atenção de Herbert somente para ela, então ela teria que mostrar - se mais um pouco, e os dois garotos jogavam as suas atenções para as belas pernas da garota que estava toda feliz e ansiosa, e Acácio, por sua vez, estava com os olhos presos encima da garota sorridente e provocante, que estava se jogando para cima dos dois, e o que viesse para ela, estava bom demais, principalmente Acácio, que era o seu alvo favorito!
- Agora, eu posso me sentar aqui? - Bunnie perguntou sentando - se toda gentil, bem na mesa onde Sonda e Nina estavam.
- Fique a vontade! - Sandro bradou ainda engasgando com o próprio refrigerante que tomava, pois ele ficou surpreso com tamanha atitude da garota faceira, e todos os olhares voltavam - se para ele, pois agora, Bunnie fazia - se presente em sua mesa e Nina e Sonda, olhavam furiosas para Bunnie.
- Droga! - Sonda bufou, ao passo que Bunnie a olhou surpresa. - Você roubou todas as atenções do Cacio, do Herbert e do Fred! - Sonda continuou furiosa com a garota. - E agora está também tentando roubar a atenção do meu irmão? - Sonda perguntou furiosa.
- E você está se doendo de inveja, não é, Sonda? - Bunnie perguntou provocando a garota, que crispou os lábios de raiva.
- O quê você quer, garota? - Sonda perguntou furiosa e mordendo os lábios para ver se chamava a atenção do irmão, para que ele pudesse sair dali daquela maldita festinha com ela e nunca mais voltar, pois a vontade dela era que saísse sangue dos seus lábios para que o irmão visse e a tirasse de lá. - Você está tentando iludir a todos os garotos dessa festa? - Sonda continuou indignada, sem obter a resposta da garota que nem incomodou - se com a presença dela.
E aproveitando - se da fraqueza dos demais garotos que estavam ali naquela festinha na sua casa, Bunnie, por sua vez, começou a jogar com cada um deles, principalmente Acácio, Fred, Herbert e Sandro, que estavam mais ansiosos ainda, Bunnie jogava seu charminho para eles também...
Mas a brincadeira mesmo, pendeu mais ainda para o lado de Sandro e Fred, deixando assim Acácio e Herbert para trás, que acabaram não se incomodando com isso.
E Fred, por sua vez, divertiu - se muito com o joguinho que Bunnie estava fazendo com ele e os demais garotos, e Sandro, por sua vez, suspirava calado, pelas trocas de olhares que Bunnie lançava para ele...
E Sandro, por sua vez, levava a sério o charminho da bela garota, e Sonda, por sua vez, notou que o pobre do irmão estava caindo nos encantos de Bunnie, e não estava gostando nada daquela situação, pois quem tinha que vigiá - lo agora, era ela!
Sonda notou que o irmão havia mudado muito, logo após o concurso de Miss Primavera, ele começou a voltar todas as suas atenções para Bunnie, logo após ela ter vencido o concurso, e Bunnie havia vencido aquele concurso de beleza para a sua própria glória e inveja das demais garotas da escola.
- Vou ao banheiro! - Sonda anunciou, sendo seguida por Nina, e Sandro, por sua vez, até ficou com as pernas moles, ao ver - se a sós com Bunnie, que estava toda sorridente e sensual para o lado dele, enquanto esse, derretia - se todo pela garota safada e inconsequente, e até fechou os olhos, pensando em seu primeiro beijo e que ele poderia ser dado em Bunnie, a garota mais bela da festa e da escola!
E Acácio e Herbert observavam o comportamento chulo da bela garota, que provocava os dois garotos ao mesmo tempo, e enquanto Fred divertia - se com a brincadeira, Sandro não, ele levava totalmente a sério!
- Eu fiquei com vontade de pular no pescoço daquela vadia! - Sonda bradou bem alto, ao passar em frente à Deda, que olhou furiosa para ela.
- E eu tenho certeza que ela está provocando o Sandro e o Fred, só porque ela é bonita! - Nina bradou furiosa, ao passo que Sonda a olhava sério.
- Ela fica jogando charminho para os dois ao mesmo tempo! - Sonda comentou ainda furiosa.
- E o pior foi antes, que ela estava jogando o seu charme para cima do Acácio e do Herbert! - Nina observou, sob os olhares furiosos de Sonda, que não havia gostado nada, nada do comentário feito pela garota. - E o pior de tudo, é que ela está na casa dela e nós não podemos fazer nada! - Nina comentou, já dentro do banheiro, que era grande demais.
- Aqui dentro ela faz o que ela bem entende! - Sonda bradou retocando a sua maquiagem. 

- O Sandro está doidão! - Acácio comentou para Herbert, que comia uma coxinha com toda a satisfação do mundo. 
- Eu estou vendo! - Herbert concordou com um menear positivo de cabeça. - Mas só que nós temos que alertá - lo quanto a isso, cara! - Herbert anunciou olhando sério para Acácio, que jogava a sua atenção para cima do amigo, somente para disfarçar, quanto à Bunnie. 
- E você pode ver que o Fred não está nem aí, ele está até se divertindo quanto a isso! - Acácio gargalhou, prendendo a atenção de Fred, que olhou furioso para ele. - Ela vai sentar - se em todas as mesas e vai ficar jogando seu charminho besta para todo mundo! - Acácio continuou em tom realista.
- E todo mundo vai cair! - Herbert gargalhou, apontando para o amigo que riu também, sob os olhares feios de Fred.
- Inclusive nós caímos! - Acácio bradou, ainda às gargalhadas. 
- Somos uns bandos de trouxas, isso sim! - Herbert benzeu - se, enquanto Sonda e Nina aproximaram - se de Sandro, desconfiadas e ansiosas.
- Aquelas duas voltaram a se falar novamente, que bom! - Acácio comentou, apontando para Sonda e Nina.
- E não adianta elas ficarem brigando, pois elas são amigas mesmo! - Herbert observou, ainda olhando para a sua amada Sonda.
- O quê? - Acácio perguntou indignado, e olhando feio para Herbert. - Na minha cara? - Acácio continuou em tom indignado, ao passo que Herbert, por sua vez, olhava surpreso para ele. - Então, eu sou corno mesmo! - Acácio bradou, às gargalhadas e só assim, o pobre Herbert, que já estava assustado com o comportamento de Acácio, quanto á sua amada Sonda, sorriu aliviado.
- Você tem que acertar os seus ponteiros logo com a Sonda! - Herbert comentou sorridente. - Assim, eu entro logo na jogada, cara! - Herbert continuou sorridente e ansioso por chegar logo esse dia.
- A Sonda só tem onze anos e é doida demais! - Acácio meneou a cabeça em negativa. - Mas o meu tio vai logo dar uma boa brecada nela! - Acácio bradou desanimado.

E sob os olhares de todos, Bunnie levantou - se e antes que ela fosse atacar outra mesa, Sonda foi atrás da garota, sendo seguida por Nina, que ficou com medo de Sonda arrumar mais confusão com Bunnie, que jogava seu maldito charme em todas as mesas pelas quais ela passava, ignorando o pobre do Sandro, que sonhava com o seu primeiro beijo e jogava todos os seus olhares apaixonados encima da garota safada que nem tampouco se importava com ele, enquanto Bunnie, ignorava o pobre do Sandro, Sonda corria atrás da sua dignidade, a fim de defender a honra da sua família e do seu irmão cabeçudo.
E mais esperta, Sonda parou bem em frente à Bunnie, que ficou surpresa ao ver a garota ali, bem na sua frente, bufando de raiva.
- Olha aqui, garota! - Sonda apontou o dedo para a garota que ria da cara dela. - Eu acho bom você parar de iludir o pobre do meu irmão! - Sonda continuou em tom ameaçador e bem baixinho, ao passo que Nina, por sua vez, olhava para todo os lados, temendo que Sandro descobrisse que Sonda estava defendendo a honra da sua família, porque esse último não havia percebido que Sonda havia saído atrás de Bunnie, a fim de defender a honra da sua família e do seu irmão cabeçudo.
- O quê foi? - Bunnie perguntou com desdém. - Agora você está com ciúmes da situação? - Bunnie perguntou às gargalhadas, ao passo que Sonda, por sua vez, bufava de raiva e controlava - se para não dar um violento tapa na cara da garota despeitada. - Olha aqui! - Bunnie olhou furiosa para Sonda e apontou o dedo na cara dela. - Eu sei muito bem que o seu irmão está te vigiando, somente para você não aprontar encrenca com ninguém! - Bunnie continuou com despeito.
- Isso aí é outro assunto, que não é da sua conta! - Sonda bradou furiosa e segurando bem forte no braço da garota que tentava desvencilhar - se da força de Sonda. - Vê se você pára de ficar torturando o pobre do meu irmão, porque ele está ficando cada vez mais apaixonado por você! - Sonda continuou em tom ameaçador e baixo, pois não queria que ninguém jamais descobrisse sobre a discussão entre as duas, pois se fosse em outras épocas, em que jamais ela teria prometido ao pai e ao irmão, que não iria mais brigar em lugar algum, no mínimo, ela já teria feito um enorme escândalo, naquela maldita festa! - A carne é fraca Bunnie e você adora provocar, como eu, a Nina e todo mundo daqui da festa estão percebendo! - concluiu Sonda, ainda furiosa com a situação, ao passo que Bunnie, por sua vez, dava de ombros e nada respondia, apenas dava um sorriso provocante. - E nenhum cara não suportaria ter uma mina bonita assim como você por perto e não poder fazer nada em relação a isso! - Sonda, por sua vez, continuou no mesmo tom furioso,  observando a cara superior de Bunnie para cima dela. - Ainda mais quando a mina é tão bonita assim quanto você! - Sonda concluiu, soltando o braço da garota com tudo, ao passo que essa, foi logo olhando para o seu braço vermelho das marcas de Sonda.
- Se fosse em outras épocas, essa vermelhidão que você deixou em meu pobre braço, seria uma tremenda consequência para você, Sonda! - Bunnie provocou com raiva e Sonda, por sua vez, sorriu desafiadora. - Você tem inveja de mim, só porque eu venci o concurso de Miss Primavera e porque também o Cacio sentiu - se abalado por mim e agora você está ficando cada vez mais com raiva da situação! - Bunnie replicou furiosa, vendo que Sonda ficava cada vez mais vermelha de raiva dela. - E o pior de tudo, que não foi só o Cacio não, o seu irmão também, além do Fred, que diz estar caidinho por você e do seu novo pretendente o Herbert! - Bunnie continuou provocante, ao passo que Sonda, por sua vez, engolia em seco, louca para pular no pescoço da garota e de enforcá - la até a morte!
- E se fosse em outras épocas, as consequências que você falou que iam cair sobre mim, logicamente cairiam sobre você, garota! - Sonda bradou, ainda com a voz alterada, ao passo que Bunnie, olhava furiosa para ela.
- Por quê? - Bunnie fez a infeliz pergunta.
- Porque eu já tinha quebrado a sua cara, sua vagabunda! - Sonda apontou o dedo na cara de Bunnie, que continuou exibindo seu sorriso provocante, e Nina por sua vez, ficou torcendo para que Sonda esquecesse tudo o que havia prometido para o pai e para o irmão, e desse uma violenta surra em Bunnie, daquela que só ela sabia dar!
E se Sonda batesse na garota, no mínimo seriam expulsas da festa e nunca mais Sonda sairia para lugar nenhum.
- E eu não tenho culpa de ser mais bonita do que você, Sonda e nem tampouco de possuir o dom da beleza e da sedução! - Bunnie provocou de voz melosa.
- É mesmo? - Sonda gargalhou feliz por fora e louca de raiva por dentro. - Do que adianta possuir o dom da beleza e da sedução e só falar abobrinhas, assim como você fala? - Sonda perguntou furiosa, provocando ainda mais a paciência de Bunnie, e louca para quebrar a cara da garota, mas segurando - se, e lembrando - se do que havia prometido ao pai e ao irmão.
- Vamos para a nossa mesa, Sonda? - Sandro perguntou, aproximando - se, logo após ter dado fé que a irmã e Nina haviam sumido e tê - las encontrado ali, discutindo com Bunnie, a irmã do dono da festa, que nem teve tempo de responder aos elogios de Sonda, pois essa, ao ver o irmão desarmou - se toda, deixando Bunnie sentir - se totalmente vitoriosa com a situação provocada por ela mesma, e ficou observando Sonda retirar - se junto com Nina e disfarçou e foi logo para outra mesa, a fim de atacar qualquer outro pobre coitado.

- Eu não gosto dessa garota! - Bunnie comentou, sentando - se perto de Fred e referindo - se a Marion que baixou a cabeça triste. - Você está mesmo namorando o meu irmão? - perguntou com desdém, ao passo que Marion, por sua vez, engolia em seco para responder, enquanto Fred, por sua vez, olhava fixo para a cara dela.
- Não, nós somos só amigos! - Marion resolveu responder para a tristeza de Zinho, que esperava uma resposta positiva da parte dela.
- É mesmo? - Bunnie gargalhou, deixando Marion sem graça. - Pois o meu irmão fala ao contrário! - Bunnie continuou provocante, exalando aquele perfume forte, de vagabunda
- Mas eles vão namorar! - Fred bradou totalmente determinado, ao passo que Bunnie, por sua vez, olhava furiosa para ele.
- Mas por quê, Fred? - Bunnie perguntou ainda furiosa com a idéia, ao passo que Fred, por sua vez, dava um sorriso cínico.
- Porque eu prefiro o Zinho do que o Cacio! - Fred bradou bem alto, olhando provocante para Acácio, que estava na mesa vizinha e Marion, por sua vez, também olhou para o seu apaixonado e seus olhares se encontraram, ao passo que Sonda, por sua vez, olhava para eles com tom de cíúmes do então namorado Acácio.
- E a diferença está entre você preferir e ela querer! - Acácio retrucou furioso, ao passo que Fred, por sua vez, bufava de raiva.
- Que nada cara! - Fred deu de ombros, em tom desaforado. - Ela nem te quer! - Fred continuou furioso com a idéia de Marion ficar com Acácio ao invés de ficar com o Zinho. - Ela vai namorar o Zinho e pronto e  acabou! - Fred bradou determinado e furioso. - E a minha mãe não quer que ela namore você, Acácio, por conta de você ser um Sandolli! - Fred continuou olhando furioso para Acácio, que continuava olhando surpreso para ele.
- O mesmo acontece com a minha família, mas o amor está acima de todas as coisas, oras! - Acácio respondeu dando de ombros, ao passo que Fred, por sua vez, ria da cara do garoto apaixonado.
- E se você continuar assim, Marion, nós não vamos esperar nem cortar o bolo! - Fred ameaçou Marion, com muita fúria, para que essa parasse de olhar para Acácio e continuasse sorrindo para ele.
E Acácio, por sua vez, viu - se observando o quanto a família da Marion a maltratava e assim, por sua vez, resolveu não falar mais nada, assim não prejudicaria a sua amada Marion, porque se ela fosse embora, logicamente, que ele não poderia mais olhá - la e a festa para ele, ficaria totalmente sem graça, novamente.
E não demorou muito, cortaram o bolo e a maioria foi embora para as suas casas, pois depois que se corta o bolo, você acaba assim, espantando todos os convidados da suposta festa.

- E como foi a festa, ontem, filho? - Clóvis perguntou ao sentar - se na mesa do café da manhã, ao passo que Sandro, por sua vez, olhava surpreso para o pai.
- A Sonda discutiu com a Bunnie, papai! - Sandro comentou chateado, ao passo que Sonda, por sua vez, olhava furiosa para o irmão.
-  Mas é claro! - Sonda bradou furiosa. - A Bunnie não presta e você sabe muito bem disso, Sandro! - Sonda bradou furiosa, ao passo que Sandro, por sua vez, olhava feio para ela.
- Mas você só discutiu com a suposta garota, porque ela não presta, filha? - Clóvis perguntou surpreso com a atitude da filha.
- Não papai, não foi só por isso não! - Sonda bradou furiosa. - É porque o seu filho mais certinho está apaixonado pela suposta garota, desde o concurso de Miss Primavera! - Sonda bradou furiosa, ao passo que Clóvis, por sua vez, ficou olhando surpreso para o filho.
- Jura, filho? - Clóvis perguntou, encarando Sandro, que por sua vez, engoliu em seco. - Apaixonado por uma vagabunda, filho? - Clóvis continuou surpreso com a ação do filho, que olhava para ele, engolindo em seco, ao passo que Sonda, por sua vez, ria da situação.
- E a Sonda voltou a amizade com a Nina, papai! - Sandro bradou, apontando para a irmã, que continuava sorridente e feliz. - E ainda discutiu com a Bunnie por causa de Acácio e não por minha causa, assim como ela está dizendo aí! - Sandro bradou furiosa, ao passo que Sonda, por sua vez, crispava os lábios de raiva do irmão.
- Melhor do que estar apaixonado por uma vagabunda, assim como você, Sandro! - Sonda continuou furiosa com o irmão, que engoliu em seco, ao passo que Clóvis, por sua vez, olhava surpreso para os dois filhos. - Ela ficava de mesa em mesa, se jogando para cima dos outros, enquanto o Sandro ficava babando para cima dela, feito um idiota! - Sonda continuou furiosa com a situação, ao passo que Clóvis olhava surpreso para o filho. - E eu discuti com ela por conta te defender e também por que ela estava se jogando para cima do Cacio, mas eu nem mencionei esse fato, Sandro! - Sonda bradou furiosa, e Sandro, por sua vez, riu, não sabendo que era extremamente a verdade o que sua irmã havia lhe dito em alto e bom tom.
- Meu filho, eu não quero corno em nossa família, pelo amor de Deus! - Clóvis benzeu - se, ao passo que Sandro, por sua vez, baixou a cabeça triste e Sonda sentiu - se totalmente feliz e vingada do irmão e Sandro, vendo - se totalmente sozinho e sem graça, retirou - se da mesa, sem ao menos terminar de tomar o seu café, enquanto Clóvis e Sonda olhavam - se surpresos.
- Meu filho, eu vou lá na casa do seu primo para ver se o trago aqui, assim ele termina logo o namoro idiota com a sua irmã! - Clóvis gritou para ver se o filho ainda escutava e Sandro, por sua vez, escutou, mas não importou - se de ir lá falar com o pai, foi rapidinho para o seu quarto chorar suas pitangas, por causa de Bunnie.

- Você não vai lá em casa terminar o namoro com a minha filha? - Clóvis apareceu bem na frente de Acácio, no dia seguinte, quando ele estava andando na rua. - Eu estou esperando, vamos! - Clóvis continuou furioso com a demora do seu sobrinho em terminar o maldito namoro com a sua filha.
- Eu vou lá agora, tio! - Acácio bradou, olhando furioso para o tio e com raiva por estar sendo pressionado pelo mesmo.
- E você humilhou a pobre coitada da minha filha, ficou falando da Marion e olhando para a cara dela, deixando a Sonda de lado! - Clóvis bradou ainda furioso com a atitude do sobrinho, que não protestava para se defender, apenas cabisbaixo, escutava tudo o que o tio tinha a lhe dizer. - Que negócio é esse, Acácio? - Clóvis perguntou furioso. - Ou você termina esse maldito namoro com a minha filha, ou então eu te dou a surra que teu pai não te deu! - Clóvis ameaçou furioso, ao passo que Acácio, por sua vez, até engoliu em seco, com medo do tio acabar batendo nele!
E Acácio não sabia, mas estava sendo observado pelo pai, que fez sinal positivo para o tio, aprovando a atitude dele.
- É melhor você ir! - Acamir ameaçou, ao passo que Acácio, por sua vez, olhava surpreso para o pai, esperando um socorro dele, e acabou observando uma defesa e um ponto para o seu tio, que sorria ansioso e feliz. - E uma hora eu também vou falar com você e acabar com a sua raça! - Acamir continuou furioso com o filho, que continuava olhando surpreso para ele. - Quando você menos perceber, Acácio! - Acamir continuou olhando para o filho, com olhar ameaçador. - Eu prefiro até te pegar na frente do seu grupo de amigos, apenas para você passar vergonha! - Acamir continuou furioso, e Acácio, por sua vez, nada falou, só acompanhou o tio, para que as coisas não piorassem para ele.

- Pronto, minha filha! - Clóvis bradou, entrando com Acácio, logo atrás de si. - Aqui está ele! - bradou, mostrando Acácio para Sonda, que olhou surpresa para o primo. - Ele veio falar com você, para acabar logo com essa palhaçada! - continuou furioso e Acácio, por sua vez, estava ainda muito nervoso.
- Sonda, o seu pai quer que eu termine o namoro com você! - Acácio começou a falar, num pedido de socorro, ao passo que Sonda, por sua vez, olhava surpresa para o namorado.
- Mas, por quê? - Sonda perguntou olhando surpresa para o namorado.
- Porque ele disse que você está sendo muito humilhada! - Acácio respondeu chateado.
- E além do mais vocês estão muito novos para namorar! - Clóvis começou a rezar a sua ladainha. - Vocês dois tem que pensar em fazer uma faculdade, encontrar um bom emprego e não ficar de namoricos por aí! - Clóvis continuou furioso com os dois. - E depois que Acácio estiver maduro, pensando em se casar, aí sim, vocês dois vão poder voltar a namorar! - Clóvis bradou todo sorridente e sendo observado pelos dois.
- Você tem que entender, Sonda! - Acácio bradou, ao ver a namorada esfregando os olhos.
- Aí sim, você vai ficar livre para namorar a legião de garotas que estão atrás de você, não é? - Sonda explodiu furiosa, ao passo que Clóvis e Acácio, olhavam surpresos para ela.
- Deixa essa legião de garotas que estão atrás de mim pra lá! - Acácio bradou, largando o braço em gesto de fúria. - Você sabe muito bem que a única que eu quero é a Marion! - Acácio bradou feliz e sorridente, para a fúria de Sonda.
- Tudo bem, então, Acácio! - Sonda bradou com pouco caso. - Eu vou aceitar o seu pedido de término de namoro, com incentivo do meu pai, porque eu estou querendo mesmo trocar de namorado! - Sonda continuou ríspida, ao passo que Clóvis, por sua vez, olhava furioso para a filha.
- Trocar de namorado? - Clóvis perguntou furioso. - Mas como assim, minha filha? - Clóvis continuou furioso e decepcionado com a filha, que olhava para ele, toda sorridente e feliz, e sem obter resposta da filha.
- Graças a Deus, Sonda! - Acácio elevou as mãos aos céus. - Graças a Deus, você aceitou o meu pedido de término de namoro, com a ajuda do seu pai! - Acácio continuou feliz, ao passo que Sonda, por sua vez, olhava furiosa para ele.
- Vocês dois terminaram esse maldito namoro agora! - Clóvis bradou furioso. - Agora, eu não quero mais saber de namoricos nenhum, minha filha! - Clóvis olhou furioso para a filha. - Não quero saber de namorado novo aqui em casa, filha! - Clóvis continuou olhando feio para a filha, que o desafiava com o olhar.
- Ah, não quer? - Sonda perguntou em tom de desaforo. - Pois eu vou namorar o Herbert escondido! - Sonda continuou desaforada, ao passo que Clóvis, por sua vez, olhava furioso para ela.
- Tio, eu acho melhor o senhor deixar! - Acácio aconselhou ao tio, vendo a fúria da ex namorada. - É sobre a supervisão do Sandro! - Acácio continuou comentando, ao passo que Clóvis, por sua vez, olhava furioso para ela. - E além do mais, é melhor ela namorar o Herbert, do que o Fred entrar aqui e ficar de mãos dadas com ela aqui na sala, não é? - Acácio olhou sério para o tio, que nada respondeu, ao passo que Sonda, por sua vez, piscava para ele toda feliz.
- Mas só que eu não vou namorar o Fred! - Sonda bradou determinada e olhando furiosa para Acácio. - Eu não quero aquele crápula! - Sonda continuou no mesmo tom de fúria, ao passo que Acácio, por sua vez, olhava surpreso para a prima furiosa.
Acácio, por sua vez, deu as costas e saiu da casa da prima e ex namorada, sob a supervisão do tio, que o levou até a porta, para certificar - se de que o garoto havia saído mesmo de sua casa.
- O quê você foi fazer em casa, Cacio? - Sandro perguntou, ao aproximar - se do primo, que estava saindo da calçada da sua casa.
- Fui terminar com a sua irmã, porque o seu pai me encurralou, quase perto de casa! - Acácio bradou chateado, ao passo que Sandro, por sua vez, olhava surpreso para o primo.
- Ele falou hoje, no café da manhã! - Sandro bradou ainda surpreso. - Mas eu não acreditei, sabe? - Sandro continuou olhando surpreso para o primo, que olhava para ele todo sorridente e feliz.
- Você contou alguma coisa, Sandro? - Acácio perguntou, olhando furioso para o primo, que estava ainda com uma bola de futebol na mão.
- Sim, eu contei, oras! - Sandro deu de ombros. - O meu pai me incumbiu de olhar a Sonda, então eu, como irmão mais velho, devo satisfações sobre o que ela faz ou deixa de fazer, oras! - Sandro deu de ombros.
- E do que fazem com ela também, não é, Sandro? - Acácio perguntou sarcástico.
- Mas é claro! - Sandro sorriu sem graça.
- Você não deveria ter feito isso, Sandro! - Acácio olhou para o primo com o olhar reprovador. - Você apoiava tudo e agora fez tudo ao contrário! - Acácio continuou chateado com o primo.
- Mas é claro que eu tive que fazer o contrário! - Sandro defendeu - se. - Depois que eu fiquei sabendo que você está querendo a Marion, aí sim, eu resolvi tirar a minha irmã da jogada! - Sandro continuou furioso com o primo, que olhava surpreso para ele.
- Você ficou contando coisas absurdas, que até o meu pai falou, que uma hora vai falar comigo, bem na frente dos meus colegas, só para eu passar vergonha! - Acácio bradou chateado, sob a risada vingativa do primo.
- E eu também fiquei chateado porque você cantou a Bunnie! - Sandro revelou, observando ao primo, que ficou olhando para ele encantado. - E foi por esse motivo que eu resolvi me vingar de você, primo! - Sandro olhou chateado para o primo, que engoliu em seco.
- Caramba, você está apaixonado pela Bunnie, Sandro? - Acácio perguntou surpreso, ao passo que Sandro, por sua vez, baixava a cabeça sem graça e corado.
- Sim! - Sandro balbuciou e quase não se deu para ouvir, mas Acácio, por sua vez, leu os seus lábios entendendo assim, a sua resposta.
- A Bunnie se joga pra cima de todo mundo, Sandro! - Acácio bradou repelindo - se. - Você não viu ontem na festa? - Acácio perguntou furioso. - Ela está te iludindo, cara! - Acácio alertou - o, ainda furioso. - Caiu na minha, mas te ilude! - Acácio continuou no mesmo tom de fúria. - Ela é do tipo da mulher que nenhum homem jamais deve confiar! - Acácio continuou chateado com o primo, que continuava olhando surpreso para ele. - E você viu que depois de você, ela se jogou toda para o Fred? - Acácio perguntou, observando o primo menear a cabeça em sinal positivo. - Toma cuidado, primo! - Acácio alertou - o, ainda chateado com o primo que dizia estar gostando de Bunnie. - Eu não quero que você seja magoado por ela, cara! - Acácio continuou com pena do primo. - Eu não gosto de garotas como a Bunnie! - Acácio repeliu - se. - Eu gosto de garotas como a Marion, que são bem mais seguras e confiáveis! - Acácio continuou no mesmo tom, ao passo que Sandro, por sua vez, olhava surpreso para ele.
- Infelizmente a vida não é como a gente quer! - Sandro bradou ainda chateado, ao passo que Acácio, por sua vez, olhava surpreso para o primo.
Acácio, por sua vez, retirou - se chateado, por perceber que o primo estava chorando por uma garota que não valia a pena, pois não discutiria com o primo, porque sabia o que era amar uma garota.
Bunnie era do tipo de garota que usava a sua beleza para encantar aos bons homens, porque os maus não a queriam, pois sabiam muito bem como sair fora de uma sujeita como aquela e o seu primo encaixava - se nos bons homens, que choravam por garotas assim, e Fred, por sua vez, encontrava - se nos maus homens, porque sabia muito bem, como sair fora desse tipo de mulher...

E logo após Acácio ter saído da casa de Sonda, e Sandro ter entrado, ainda chateado pelas palavras amigas do primo, Nina tocou a campainha da casa de Sonda, ansiosa por ser recebida pela amiga, e logo apareceu Sonda, ainda surpresa com a aparição da garota em sua casa e feliz por Acácio ter tido coragem de terminar logo aquele namoro maldito com ela!
- Nossa!!! - Nina admirou - se ao ver a cara feliz da garota. - Você ganhou na loteria, Sonda? - Nina perguntou, ainda surpresa.
- Pode se dizer que "sim"! - Sonda continuou sorridente e abriu o portão da sua casa, para a garota.
- Mas por quê aconteceu isso? - Nina perguntou curiosa e entrando na casa da garota, pronta para dar seu bote.
- Porque o Cacio veio aqui terminar comigo! - Sonda revelou por fim, e Nina por sua vez, mal podia conter a sua felicidade, pois Acácio agora estava livre!!!
- E sob a minha supervisão! - Clóvis bradou retirando - se da sala, ainda com seu jornal na mão, apenas para deixar as duas garotas sozinhas para  segredarem sobre Acácio. - E não se esqueça, Sonda, que fui eu quem fui falar com ele! - Clóvis voltou - se e olhou ansioso para a filha. - Mas isso também foi porque você estava sendo muito humilhada pelo seu primo, filha! - Clóvis continuou com pena da filha, que nada disse.
- Nossa Sandro, agora você tem que seguir todos os meus passos para depois falar para o pai? - Sonda perguntou furiosa, olhando feio para o irmão, que nada disse.
- É, você discutiu com a Bunnie! - Sandro olhou furioso para a irmã, que por sua vez, olhou no mesmo tom para ele.
- E por isso você precisa se vingar, Sandro? - Sonda continuou furiosa com o irmão, que nada respondeu. - Eu discuti com a Bunnie, porque você está apaixonado por ela e eu estava na minha razão! - Sonda continuou furiosa com o irmão, que estava cabisbaixo e triste e Nina, por sua vez, observava toda a discussão entre os dois irmãos. - E você sabe muito bem, ainda, que a minha vontade é de quebrar a cara daquela garota nojenta! - Sonda bradou com raiva de Bunnie, ao passo que Sandro passava rapidinho por ela, sem nada a responder e Clóvis, por sua vez, retirava - se e fechava a porta atrás de si, com o intuito de ir para o seu quarto.
- Nossa Sonda, o seu irmão está te vigiando mesmo! - Nina benzeu - se, ao passo que Sonda a olhava de lábios crispados.
- Pois é, Nina! - Sonda bradou ainda chateada. - Você viu que situação? - Sonda continuou chateada.
- Bem que você podia me apresentar para a sua mãe, Sonda! - Nina bradou ansiosa e olhando para os arredores da sala da casa da garota, ao passo que Sonda, por sua vez, olhava surpresa para a garota oferecida.
- A minha mãe não está, Nina! - Sonda disse sorridente, tentando ser simpática com a garota falsa.
- Não? - Nina perguntou surpresa.
- Ela foi até a casa da minha avó! - Sonda bradou ansiosa. - Ela é professora, e não tem tempo de visitar a minha avó! - Sonda explicou, ainda ansiosa e feliz, por achar que Nina era mesmo a sua amiga. - Então, ela achou por bem visitar a minha avó hoje! - Sonda continuou explicando - se feliz e ansiosa. - Garanto que se ela te conhecesse, ela iria te adorar! - Sonda bradou ansiosa e feliz, ao passo que Nina a olhava ansiosa também.
- Nossa, a sua mãe é professora? - Nina perguntou ainda ansiosa.
- Sim! - Sonda concordou feliz. - Ela dá aulas apenas para criancinhas! - Sonda sorriu ansiosa.
- Nossa, eu não sei como ela aguenta! - Nina benzeu - se, sob o sorriso de Sonda.
- Ela não quer fazer faculdade e o meu pai é pediatra! - Sonda sorriu feliz. - E formado na Itália, ainda! - Sonda bradou, sentindo - se importante, por ter o pai formado na Itália.
- Nossa!!! - Nina continuou admirada. - Formado na Itália? - Nina encheu a boca ao repetir o nome do país.
- E o meu pai é irmão do pai de Acácio e a minha mãe, é colega de escola da minha tia Olívia! - Sonda continuou ansiosa e feliz.
- Ah, então quer dizer que as duas fizeram magistério juntas? - Nina perguntou ainda empolgada com a situação.
- Isso mesmo! - Sonda concordou ansiosa e sorridente. - Mas só que a minha tia não se interessou pela profissão, assim como a minha mãe! - Sonda continuou feliz e ansiosa, por Nina estar fazendo parte da sua família, e mal sabia ela, que a garota agia com falsidade. - A minha tia é muito grossa! - Sonda arrepiou - se. - Mamãe e ela vieram de Tras os Montes, lá em Portugal e o meu pai e o meu tio, vieram de Roma, na Itália! - Sonda bradou feliz, ao passo que Nina, por sua vez, a olhava ansiosa e feliz.