Qualquer Semelhança...

Qualquer semelhança que houver com historias da sua vida ou da vida de pessoas que voce conhece, nao se esqueça que e apenas uma semelhança...

terça-feira, 10 de abril de 2012

A Cola...

Dorise chorava copiosamente na porta da escola, porque havia descoberto que todo mundo ficou sabendo sobre a sua cola boba, que ela havia feito na prova de matematica, justamente da tabuada do cinco e ficou culpando o irmão Acácio pela bendita fofoca, mas só que não tinha sido Acácio, mas sim... A Rafaela... A Rafaela que estava na classe de Marion e Sonda que havia pegado a cola que Acácio tinha jogado no lixo da escola, para não ter provas contra a irmã mais novas, sobre as coisas sujas que ela aprontava por aí e se a sua mãe ficasse sabendo... Se a sua mãe ficasse sabendo, logicamente ela ficaria bem porque a mãe a defendia e a defendia muito bem... O problema é que quem ficaria mal era ele!
- Estão falando por aí, que a sua prima colou a tabuada do cinco na prova de matemática! - Nina aproximou - se de Sonda, toda sorridente.
- Como é que é, Nina? - Sonda perguntou desacreditando na fofoca que estava sendo passada.
- É verdade, Sonda! - Nina continuou falando, enquanto Sonda olhava preocupada para ela.
- Eu até sabia disso! - Sonda bradou, ainda preocupada com a situação. - Mas o Acácio me falou que não ia contar nada para ninguém! - Sonda bradou, ainda preocupada. - Afinal de contas, agora ele está é com raiva do meu tio, pelo fato dele ter dado carona para a nojenta da Marion! - Sonda bradou furiosa, enquanto Nina olhava surpresa para ela.
- Sonda, eu acho que o Cacio não está com raiva do pai dele não, eu estou achando que ele está é preocupado com a Marion! - Nina revelou toda sorridente, aumentando assim, o ódio de Sonda, pela garota.
- O quê? - Sonda perguntou furiosa. - Como é? - continuou colérica, enquanto Nina a olhava surpresa. - Você está louca em pensar uma coisa dessas, Nina? - Sonda continuou furiosa, vendo que Nina mordia os lábios, num gesto de arrependimento, por ter contado o que achava para Sonda.
- É verdade, Sonda! - Nina continuou insistindo. - E que a verdade seja dita! - Nina continuou olhando para a garota que crispava os lábios de raiva de Marion. - Eu acho e pronto! - Nina deu de ombros, enquanto Sonda a olhava furiosa.
- Olha aqui! - Sonda apontou o dedo para Nina, em posição de briga. - Você não tem que achar nada, Nina! - continuou furiosa com a garota que a olhava furiosa. - Você está é com inveja de mim porque eu namoro o garoto mais bonito da escola! - Sonda bradou furiosa e percebendo que Nina afastava - se dela ainda nervosa.
- Sonda, por favor, eu quero que você descubra quem foi que espalhou para todo mundo da escola, que eu colei a tabuada do cinco na prova de matemática! - Dorise aproximou - se da sua prima, ainda aflita e com lágrimas nos olhos.
- Ah, pode deixar que eu vou descobrir, prima! - Sonda bradou ainda aflita com o que Nina havia dito a ela e fez menção de retirar - se de perto de Dorise, quando essa a segurou pelo braço.
- Ah, e não liga para a Nina não, ela é boba! - Dorise olhou sério para Sonda, que olhava surpresa para ela. - Eu não gostei dela, ela não é sua amiga, Sonda! - Dorise continuou falando, enquanto Sonda a olhava de olhos arregalados.
- Até você está desconfiada de Nina, Dorise? - Sonda perguntou surpresa.
- Ela está querendo roubar o Cacio de você, Sonda! - Dorise comentou, vendo que Sonda ficou boquiaberta pelas idéias avançadas da prima.
- O quê? - Sonda perguntou surpresa. - Mas até você que está de fora desconfia, Dorise? - Sonda perguntou ainda surpresa, enquanto Dorise dava um sorrisinho amarelo.
- Eu não estou de fora, Sonda! - Dorise olhou sério para a prima, que ainda estava surpresa. - Eu sou sua prima, irmã dele e percebo rapidinho as coisas! - Dorise bradou, mostrando para Sonda, que ela, de boba não tinha nada!
Bobo era aquele que pensava que Dorise era boba!
- E você sabe de alguma coisa, Dorise? - Sonda perguntou preocupada.
- Não, eu não sei de nada não, Sonda! - Dorise olhou para a prima, que coçava a cabeça com sinal de preocupação. - O Dudu também acha que o Cacio gosta da Marion! - Dorise comentou, vendo que a prima estava boquiaberta por saber que Dudu achava que Acácio estava gostando de Marion.
- E como você descobriu sobre isso, Dorise? - Sonda perguntou, implorando com o olhar suplicante.
- Bom... - Dorise pensou um pouco. - Uma vez passando pelo quarto dos dois, eu ouvi o Dudu apertando o Cacio, e o Cacio calou - se, então... - Dorise sorriu, vendo que Sonda estava cada vez mais nervosa. - Quem cala consente, não é, Sonda? - Dorise perguntou, toda sorridente, enquanto Sonda olhava furiosa para ela.
- Como assim, Dorise? - Sonda perguntou querendo chorar e Dorise, por sua vez, ficou surpresa com a atitude da prima e nem imaginava em sua cabecinha de criança, que a prima gostava tanto assim do seu irmão mais velho. - Quem cala consente? - Sonda continuou insistindo, enquanto Dorise a olhava de olhos arregalados. - Eu não estou entendendo até onde você está querendo chegar, Dorise! - Sonda bradou ainda nervosa. - Fale prima, pelo amor de Deus, fale alguma coisa! - Dorise começou a chacoalhar a garota, com toda a ansiedade do mundo, enquanto essa, continuava encarando - a assustada.
- O Cacio gosta da Marion, Sonda! - Dorise bradou nervosa, enquanto a prima a soltava com tudo e essa quase caia, bem na porta da escola, assustando ao irmão que veio correndo para ver o que estava acontecendo entre as duas garotas.
- Você bateu na Dorise, Sonda? - Acácio perguntou, nervoso como uma arara, enquanto Sonda olhava surpresa para ele e toda desconcertada e ainda recompondo - se do tremendo choque que havia levado por saber que seu namorado estava gostando de outra garota, e ainda por cima a sua rival!
- Não, jamais! - Sonda olhou feio para o garoto, que também olhava feio para ela. - Eu apenas estava descobrindo coisas sobre você! - Sonda bradou seca, vendo que o rosto de seu namorado tingiu - se de vermelho carmesim e Acácio, por sua vez, já podia imaginar o que Sonda havia descoberto sobre ele e olhou feio para a irmã que chorava copiosamente, passando as mãos pelos braços, pois a prima havia segurado muito forte em seus braços, apenas para forçá - la a falar. - A Nina já havia dito, a Dorise apenas confirmou! - Sonda continuou furiosa com o namorado, que engolia em seco, de tão nervoso que ficou, pela descoberta da namorada.
- E o quê você descobriu sobre mim, Sonda? - Acácio perguntou, resolvendo arriscar, enquanto a namorada olhava furiosa para ele. - Vamos, fale! - Acácio ordenou furioso, enquanto Sonda engolia em seco, com medo de falar para o namorado e não ser verdade!
E Dorise, por sua vez, chorava copiosamente e continuava passando as mãos pelos braços doloridos, devido aos apertões de Sonda.
- Você... - pensou um pouco, enquanto Acácio olhava furioso para ela. - Você gosta da Marion, Acácio! - Sonda bradou fariosa, e olhou bem para a cara de seu namorado que tingiu - se de vermelho carmesim e ela teve a prova no momento exato! - Seu cachorro!!! - Sonda bradou colérica, e seus olhos estavam marejados de tantas lágrimas que caíam e acabou descontrolando - se e acertando - lhe um violento bofetão nas faces vermelhas do namorado, e Acácio, por sua vez, ficou surpreso pelo tapa na cara que Sonda lhe deu.
Acácio gostava mesmo de Marion e essa, ficou com uma violenta raiva da garota!
Pois agora ela era a sua rival ao quadrado!
Uma, por causa da família a qual ela pertencia e outra, porque seu namorado ainda por cima gostava dela!
- Ninguém bate em minha cara, Sonda! - Acácio bradou furioso, devolvendo - lhe o violento tapa, só que com mais força ainda, enquanto Sonda olhava para ele de olhos arregalados e marejados pela dor... - Está para nascer a mulher que me fizer isso novamente! - Acácio, por sua vez, bradou entre dentes, segurando Sonda pelos colarinhos do seu uniforme escolar e parou de repente, pois Marion chegava com Rafaela que também ficou vermelha ao ver Sonda e Dorise ali, juntas, na mesma situação, e olharam, disfarçaram e entraram surpresas com a situação que se passava entre eles, enquanto Acácio, por sua vez, ainda continuava olhando para Marion e Sonda, por sua vez, comprovou tudo o que lhe foi dito antes.
- Eu acho que os dois estavam brigando, Marion! - Rafaela bradou olhando surpresa para Marion que mais uma vez, recompunha - se de mais uma reação em seu pobre coraçãozinho apaixonado de garota adolescente e sonhadora!
Pois viu Acácio vermelho como um carmesim, segurando nos colarinhos do uniforme escolar de Sonda, que olhava de olhos arregalados para ele.
- Eu não acho que eles dois estavam brigando, Rafaela! - Marion olhou furiosa para a garota sorridente e sonhadora. - Eu tenho certeza! - Marion olhou sério para a garota, que nada respondeu.
- Você gosta do Acácio, Marion? - Rafaela perguntou, olhando surpresa para a garota.
- Não te interessa, Rafaela! - Marion respondeu ríspida. - Você não é minha amiga, para eu ficar te contando tudo da minha vida! - Marion continuou furiosa com a garota, enquanto Rafaela calava - se e não perguntou mais nada a respeito do assunto.
- Eu vi que você ficou vermelha, quando nós chegamos! - Rafaela bradou ignorando o nervoso de Marion. - Eu acho que você também gosta dele, Marion! - Rafaela bradou sorridente, enquanto Marion olhava furiosa para ele.
- Você só acha, Rafaela! - Marion continuou furiosa com a garota que sorria sonhando em ser Marion. - Mas eu não gosto dele não, Rafaela! - Marion bradou no mesmo tom de fúria, enquanto Rafaela olhava para ela com o olhar duvidoso.
- Sei! - Rafaela sorriu, vendo a raiva estampada no rosto de Marion. - Pedro negou Jesus três vezes, Marion! - Rafaela gargalhou, enquanto Marion olhava furiosa para ele, engolindo em seco.
- Ah, cale - se, Rafaela! - Marion bradou ainda com raiva.
- Marion, eu vi o Cacio jogando um papelzinho escrito "Dorise" no lixo do banheiro masculino, quando eu passei em frente, mas só que o papelzinho que eu o vi jogando, voou e foi até os meus pés, e eu até pensei que fosse um bilhetinho para mim! - Rafaela bradou ansiosa, enquanto Marion olhava surpresa para ela, e viu seu sorriso cheio de dentes careados e amarelos por falta de escovação.
- Jura? - Marion perguntou curiosa, enquanto a garota exibia seu sorriso fedorento.
- Juro! - Rafaela respondeu sem jeito.
- E você acha que o Cacio vai querer uma garota que nem escova os dentes, Rafaela? - Marion perguntou, vendo que a garota havia ficado totalmente sem graça com a colocação de Marion. - E o quê você fez com o tal papelzinho, Rafaela? - Marion perguntou ansiosa, enquanto Rafaela procurava manter a calma.
- Eu abri o papelzinho, oras! - Rafaela deu de ombros, enquanto Marion olhava curiosa para ela. - O papelzinho está aqui comigo! - Rafaela bradou, tirando - o do bolso do seu uniforme. - Olha, Marion! - Rafaela bradou, oferecendo - lhe o papelzinho, enquanto Marion o pegava para lê - lo. - Ela estava colando a tabuada do cinco e uma das amigas dela estava passando por perto de mim, e eu acabei mostrando para ela também, porque ela queria ver, e você nem acredita que a Dorise ia colando a tabuada do cinco na prova de matemática! - Rafaela revelou bem alto, enquanto Marion ainda estava com o papelzinho na mão e ainda olhando surpresa para ela, enquanto uma terceira mão apareceu e pegou o bendito do papelzinho da mão de Marion, e as duas ficaram surpresas com a ação dessa terceira mão atrevida!
- Jura? - Marion perguntou indignada, nem querendo olhar a terceira mão que pegou o papelznho de sua mão, pois já sabia mais ou menos de quem era! - Então, ela é mais burra do que eu! - Marion continuou surpresa com a situação e ainda com medo de olhar para a cara da terceira mão que tinha tomado o bilhetinho da mão dela. - Meu Deus, ela cola a tabuada do cinco na prova de matemática! - Marion continuou admirada com a situação na qual ela tinha se metido.
- E quem te deu o direito de sair por aí fofocando da minha prima, Rafaela? - Sonda perguntou furiosa, enquanto Rafaela a olhava surpresa e engolia em seco, já sabendo que teria confusão para o seu lado! - E além do mais, você vai contando tudo, logo para essa vagabunda aí! - Sonda bradou furiosa, apontando para Marion, que também calou - se, com medo de apanhar e seu pobre coraçãozinho acelerou - se de tanto medo que sentiu, e Nina por sua vez, dava sonoras gargalhadas ao olhar para a cara de ambas as garotas, que estavam agindo com medo de Sonda, e Eleomara também apareceu para fazer número e as duas, por sua vez, até acharam que iam apanhar ali mesmo e logo das três.
As duas só serviam apenas para intimidar, pois Sonda sabia muito bem brigar sozinha.
- E o Cacio não estava brigando com você lá fora, Sonda? - Rafaela perguntou ainda nervosa, querendo mudar o assunto, enquanto Sonda olhava furiosa para ela.
- Se estava ou não estava, o problema é de nós dois! - Sonda deu de ombros, furiosa. - E eu sei muito bem que todas vocês estão loucas para nós brigarmos! - Sonda continuou furiosa com a garota que engolia em seco e encontrava - se também de boca seca, pois sabia que ia apanhar!
- Inclusive você, Marion! - Sonda apontou para Marion, totalmente desconfiada dela, enquanto Marion, por sua vez, baixava a cabeça triste.
E Zinho, por sua vez, aproximou - se, apenas para salvar a amada daquele laço satânico que era Sonda!
- O quê está acontecendo? - Zinho perguntou calmo, enquanto Sonda olhava rosnando para ele.
- Não se meta em brigas de garotas, Zinho! - Acácio bradou encarando - o furioso, enquanto Zinho olhava feio para ele. - E a briga não é com a Marion! - Acácio continuou falando e olhando furioso para ele.
- Como a briga não é com a Marion, Acácio? - Sonda explodiu, vendo o namorado ainda surpreso com a pergunta que ela havia feito para ele. - A briga também é com ela, sim! - Sonda continuou furiosa.
- Eu vi tudo, Acácio! - Zinho bradou furioso. - Você não tinha chegado ainda! - Zinho continuou furioso. - Mas a Sonda xingou a Marion de "vagabunda"! - Zinho bradou ressentido, enquanto Sonda olhava furiosa para ele e Acácio, por sua vez, olhava surpreso para ela.
- A Marion tem tantos caras aos pés dela, que jamais eu posso chamá - la de "mulher séria"! - Sonda respondeu ríspida, enquanto Acácio, por sua vez, olhava furioso para a namorada.
- Ah, você pode sim, Sonda! - Zinho bradou furioso. - Porque ela não dá motivos para ser chamada de "vagabunda"! - Zinho continuou furioso com Sonda, que olhava surpresa para ele. - Eu gosto dela e não admito que ninguém a xingue e nem tampouco zombe dela! - Zinho continuou furioso, enquanto Sonda continuava olhando furiosa para ele, e Acácio, por sua vez, tingia - se de um vermelho carmesim, ao ver que Marion tinha recebido uma bela declaração de amor, de seu rival. - E quem é o outro garoto que gosta dela, Sonda? - Zinho perguntou curioso e olhando para os demais garotos que encontrava - se ali, já desconfiando que poderia ser Acácio.
- O Cacio gosta dela e você, como todo mundo já sabe disso a muito tempo! - Sonda bradou ríspida, enquanto Zinho olhava furioso para ele, e Acácio, por sua vez, ficou totalmente sem graça, com a declaração da namorada e Marion, por sua vez, também ficou vermelha, mais do que Acácio, que acabou percebendo e dando um sorrisinho tímido e sem graça para ela.
- Mas que notícia maravilhosa! - Sonda aplaudiu, enquanto Marion, estava sem graça e umedecia seus lábios, ainda nervosa.
- O quê? - Zinho perguntou furioso. - Eu não acredito que você gosta dele e ele também gosta de você, Marion! - Zinho bradou ainda recentido com a situação pela qual ele estava passando. - Depois de tudo o que eu fiz por você? - Zinho continuou indignado. - O meu coração está de luto! - Zinho baixou a cabeça triste e Rafaela, por sua vez, até sentiu pena do garoto, enquanto Sonda dava um enorme sorriso sarcástico, e Zinho, por sua vez, retirava - se furioso.
- Está vendo? - Sonda perguntou, olhando - os com o olhar inquisidor. - Vocês são os culpados! - Sonda continuou furiosa com Marion e Acácio. - Se o Zinho morrer do coração hoje, o azar será o de vocês dois! - Sonda continuou, olhando - os com ódio. - E principalmente o seu, Marion! - Sonda apontou para a garota, que olhou surpresa para ela. - Que vai ter que se ver com a mãe do Zinho! - gargalhou, apontando para a garota, que ficou totalmente sem graça e cabisbaixa. - Agora, se você, a Coelhinho, a Nina, e a Bunnie, estão pensando que eu vou deixar o meu namorado somente porque vocês todas estão afins dele... - Sonda, por sua vez, gargalhou maldosa. - Vocês estão redondamente enganadas! - bradou, apontando o dedo para as três garotas, enquanto Bunnie, que passava por ali, ao ouvir o seu nome, até parou para ver o que estava acontecendo.
- Olha aqui! - Bunnie apontou o dedo para Sonda, que olhou surpresa para ela. - Ninguém aqui tem culpa do Cacio não estar mais querendo nada com você, minha querida! - Bunnie continuou furiosa, enquanto Sonda olhava furiosa para ela também. - O problema é somente seu, Sonda, somente seu! - Bunnie continuou furiosa com a garota, que olhava para ela de lábios crispados.
- Minha querida, a discussão entre nós, não chegou até o prostíbulo! - Sonda bradou furiosa, enquanto Bunnie a olhava com muito ódio.
- Mas o meu nome estava no meio, queridinha! - Bunnie continuou ríspida.
- Ah, eu não tenho culpa de você ser a dona do prostíbulo, queridinha! - Sonda bradou, ainda furiosa, vendo que Bunnie ia partindo para cima dela, e se não fosse Fred, correr para segurá -la, talvez Sonda levaria a primeira surra na vida dela, porque sempre ela estava na vantagem.
- O quê está acontecendo aqui? - o inspetor Gomes apareceu nervoso, vendo que uma briga estava se formando e que Bunnie, por sua vez, debatia -se nos braços fortes de Fred, ao passo que todo mundo olhava.
- Nada não, seu Gomes! - Sandro bradou, aproximando - se do professor. - Isso aqui é muita concorrência! - sorriu sarcástico, enquanto o inspetor olhava furioso para ele.
- Muita concorrência? - Gomes perguntou, encarando o garoto, que continuava com seu sorriso sarcástico. - Isso daqui não é emprego não, meu filho! - Gomes bradou, despertando sonoras gargalhadas nos demais.
- Não é emprego, mas o meu primo aqui, o galã, está despertando paixões, nos corações de todas as gatinhas da escola e a minha irmã morre de ciúmes dele! - Sandro bradou todo ansioso e feliz, enquanto Gomes olhava sério para a cara de cada um deles.
- Isso não está certo, não! - Gomes meneou a cabeça em negativa. - Criança namorar não é certo não! - Gomes, por sua vez, reprovou a atitude dos garotos, que olhavam surpresos para ele.
- Mas aqui não tem nenhuma criança não! - Sandro bradou na defesa dos demais. - Nós só temos pouca idade! - sorriu. - Mas crianças, crianças, nós não somos não! - Sandro continuou sorridente e radiante e Gomes, por sua vez, ficou olhando feio para ele e logo eles se dispersaram, e Fred, por sua vez, acabou levando Bunnie pela cintura e conversando com Sandro e todos parando para ver a discussão das duas garotas e Rafaela, por sua vez, puxou Marion que ficou olhando para trás porque Acácio, por sua vez, ficou olhando para ela e Zinho, por sua vez, estava triste, num canto, e Marion, também não se importou muito com ele.
- O Zinho gosta mesmo de você! - Rafaela bradou feliz. - E você é muito sortuda, Marion! - Rafaela, continuou fazendo festinha para a garota que olhava sério para ela. - Queria ser logo você, para ter dois garotos interessantes, gostando de mim! - Rafaela bradou feliz e ansiosa. - Principalmente o mais pão da escola! - Rafaela continuou feliz e deu os famosos três pulinhos, como uma verdadeira criança, e com esses famosos três pulinhos, subiu um tremendo fedor de xixi...
- Nossa, Rafaela! - Marion bradou, tapando o nariz. - Não, não pula não! - Marion implorou, enquanto a garota a olhava surpresa. - Porque eu acho que você mija na cama! - Marion reclamou, enquanto Rafaela olhava para ela de boca aberta. - Desse jeito, quando você se casar, e depois da festa, quando o seu noivo estiver te querendo, e ele sentir o fedor, na hora ele vai desmanchar o casamento! - Marion bradou com nojo, enquanto Rafaela baixava a cabeça triste.
E Marion a puxou para ir ao banheiro, pois estava com medo da garota estar com vontade de fazer xixi e por medo de Sonda, ter mijado nas calças.
Sonda e Dorise, as viram entrando no banheiro das meninas e entraram logo depois, sem que elas percebessem e logo em seguida, por sua vez, entraram Nina e Eleomara.
- Então, Rafaela, fedorenta! - Sonda aproximou - se sorrateiramente, enquanto Rafaela assustava - se e olhava para ela de olhos arregalados. - A briga não acabou não! - Sonda continuou sarcástica, enquanto Rafaela a olhava com os olhos assustados de tanto medo que ficou. - O Cacio me contou, que jogou o papelzinho da cola dela, no lixo do banheiro masculino e você, no mínimo, pegou o papelzinho da cola da minha prima e mostrou para a melhor amiga dela, não foi? - Sonda continuou furiosa, intimidando a garota, que engolia em seco.
Marion, por sua vez, afastou - se um pouco da roda, porque a briga não era com ela mesmo, então, ela não tinha nada que se enfiar no meio, pois Rafaela não era sua melhor amiga mesmo, então, para que defendê - la, se nem a ela mesma, ela conseguia defender?
E o único que a defendeu em toda a sua vida, era o Zinho, o qual ela não estava sendo muito bem agradecida, porque nenhuma garota a defendeu, apenas a ofendeu!
- A amiga da Dorise estava perto de mim, e eu acabei mostrando para ela, oras! - Rafaela conseguiu expressar - se, ainda com medo de Sonda, que a olhava com cara de ódio, e o ódio de Sonda, por sua vez, transformou - se num tremendo bofetão, que até Nina deu uma sonora gargalhada, pois os óculos de Rafaela haviam caído no chão.
- Ah, agora você ficou seguinha, não foi, Rafaela? - Sonda perguntou sarcástica, vendo que a garota olhava para os lados assustada, ainda procurando seu bem precioso... Seus óculos!
E os óculos de Rafaela, por sua vez, já estavam nas mãos de Eleomara que mascava chicletes feito uma cabra.
- Depois você deve desinfetar essa mão! - bradou Nina sarcástica e Marion, por sua vez, viu a colega na berlinda, ali dentro do banheiro feminino, mas não podia fazer nada, e nem tampouco correr o risco de ir lá avisar para a bruxa da inspetora que estava tendo uma briga no banheiro, porque senão sobraria para ela também, se não sobrasse no presente momento!
- Você arrumou a amiga certa, não é, sua Coelhinho Cariado? - Sonda bradou referindo - se à Marion, que estava estática, parada ali, na porta de uns dos banheiros.
- Olha, eu não sei quem fede mais, se é o banheiro, ou se é a Coelhinho que na verdade é o verdadeiro Gambazinho! - bradou Eleomara, vendo que todas as garotas presentes ali, riam de sua piadinha de mal gosto, menos Marion e Rafaela, que estava na berlinda e engolindo em seco, por causa disso.
- Só que a Marion, pelo menos é limpinha, não é, gente? - Nina perguntou, observando Marion de canto, que, por sua vez, observava tudo calada.
- Agora, que tal eu exterminar a Coelhinho para amanhã comermos uma coelhada assassinada por mim? - Sonda perguntou, com um sorriso sarcástico para Rafaela que tremia feito uma gelatina, de tanto medo que estava sentindo de apanhar de Sonda, que era o que aconteceria.
E logo, a porta do banheiro abriu - se, sem que elas percebessem e Bunnie, por sua vez, ficou observando a briga entre as garotas.
- Acaba logo com ela, Sonda! - Eleomara bradou, apontando furiosa para Rafaela, que já estava chorando de medo. - Você não está vendo a coitada da sua prima chorando? - Eleomara continuou indignada. - Você não tem dó da Dorise, coitada? - Eleomara bradou, ainda indignada com o choro falso de Dorise.
- Você tem alguma coisa para falar, Dorise? - Sonda encarou a prima, que até limpava suas lágrimas, de tão feliz que estava, por saber que sua prima a estava defendendo de unhas e dentes, como tinha que ser, numa família normal.
- Eu... Eu só queria ter forças para enfiar a mão na cara dela! - Dorise balbuciou, ainda nervosa, enquanto Rafaela, que ainda estava na berlinda, gelava, de tanto medo que estava sentindo.
- E se você está insegura, Dorise, deixe que eu faço o serviço para você! - Sonda bradou calma. - Assim eu me vingo, e vingo a raiva que você está sentindo, porque quem mexe com a minha família, mexe comigo também! - Sonda gritou furiosa, pulando encima de Rafaela e as duas, por sua vez, começaram a rolar no chão mijado e Sonda, por sua vez, sentia pressa de bater na garota, pois ela não estava aguentando mais, o fedor da mesma, e Rafaela, por sua vez, defendia - se como podia!
E as duas brigando ali, grunhindo feito duas gatas no cio, e pena que Fred estava na sala de aula, portanto... Ele não estava sabendo da briga que estava acontecendo entre Sonda e Rafaela.
Observando tudo aquilo, Bunnie não podia deixar Rafaela apanhar daquele jeito, pois sabia que Sonda brigava muito bem e que a garota era uma pobre coitada, mas estava sentindo uma tremenda raiva de Sonda, então... Fechou a porta do banheiro, e foi correndo avisar a bruxa da inspetora que parecia mais uma carcereira do que uma inspetora de escola.
- Carcereira, carcereira! - Bunnie correu atrás da mulher, que passava pelo páteo da escola, feito uma general, com um molho de chaves na mão.
- O quê foi dessa vez, minha filha? - a mulher horrorosa virou - se de cara mais feia ainda.
- Corre aqui, que está tendo uma tremenda briga no banheiro das meninas! - Bunnie bradou ansiosa, enquanto a mulher, continuava olhando feio para ela.
- Tudo bem, minha filha! - a mulher bradou, pegando o molho de chaves do chão, que havia caído no chão.

- Acaba logo com ela, Sonda! - Nina gritava ansiosa e vendo que Sonda estava levando vantagens sobre a coitada da fracota e fedida da Rafaela, que mal conseguia se defender e Marion, por sua vez, observava que Sonda batia que dava até medo e ela não tinha dó não, o seu ódio era tanto, que ela mais batia do que apanhava, pois Rafaela mal conseguia defender - se das garras da rival, até imaginou - se lá, no momento, apanhando feito uma cadela, igual à Rafaela ou talvez até pior, pois a raiva que Sonda sentia dela, não era igual à raiva que Sonda estava sentindo de Rafaela no presente momento!
E nisso, a bruxa da inspetora, abriu a porta do banheiro com toda a força do mundo, e sendo seguida por Bunnie, e as duas foram até as profundezas do banheiro, que era onde estava acontecendo a suposta briga entre Sonda e Rafaela!
- O quê está acontecendo aqui? - a mulher gritou furiosa, enquanto Sonda, mais que depressa, morrendo de medo da mulher, saia de cima de Rafaela, que mal conseguia levantar - se, pois faltava - lhe forças, afinal de contas... afinal de contas... Rafaela nem comia direito!
E a única pessoa que Sonda temia, era a bruxa da inspetora e ela até tinha pesadelos incríveis com a mulher!
- Ela dedou, Sonda, foi ela quem dedou! - Nina bradou, apontando para Bunnie, que olhava furiosa para elas.
- Fui eu mesma que dedei sobre essa maldita briga! - Bunnie bradou, enchendo os pulmões para se confessar, e sem medo nenhum de fazê - lo! - E eu fiz isso para me vingar exclusivamente de Sonda! - Bunnie continuou ríspida, enquanto Sonda a olhava com ódio.
- Isso vai ter volta, Bunnie! - Sonda respondeu entre os dentes, enquanto Rafaela erguia - se devagar e toda arrebentada pelas unhas de Sonda.
- Ah... Todo mundo para a diretoria, agora! - a carcereira bradou furiosa. - Inclusive você, Bunnie, que viu tudo e me contou! - a mulher olhou feio para Bunnie, que, por sua vez, olhou surpresa para ela, querendo livrar - se da diretoria, mas de nada adiantou, pois a mulher não deixava nada passar, nada... Mas nada mesmo! - Vocês sabem muito bem como eu sou! - a bruxa ficou batendo no peito. - Quando eu vejo uma briga, rapidinho ela acaba e acaba sozinha! - bradou orgulhosa, ao passo que as garotas sairam enfileiradas, e olhando feio para Bunnie, ao passo que Marion ia mudando seu rumo para a sala de aula. - Você também! - a bruxa bradou, bem nos ouvidos de Marion, que até assustou - se. - Você não é nenhuma santa não, Marion! - a bruxa a conduziu para o mesmo local onde as garotas estavam passando.
- Mas não fui eu! - Marion conseguiu balbuciar e logo calou - se, ao ver a cara furiosa da mulher.
- Eu não sei se foi você, Marion! - a inspetora continuou ríspida com a garota, que, por sua vez, baixou a cabeça triste. - E não se faça de besta comigo não! - continuou ríspida e furiosa com a garota, que nada dizia, pois engolia em seco, com medo de responder. - E você sabe muito bem quem eu sou e eu sei muito bem quem você é! - continuou no mesmo tom de fúria para o lado da garota medrosa. - Eu até conheço a sua mãe, Marion! - gargalhou maldosa, sabendo como Zoraide a tratava mal e o inspetor Gomes, que era legal com todo mundo, ficou seguindo as garotas com o olhar.
- Deixa as garotas, mulher! - o inspetor Gomes, apareceu bem em frente à bruxa, que crispou os lábios de ódio do homem simples.
- Não, Gomes! - a bruxa olhou colérica para ele. - Eu não sou como você não, Gomes! - continuou furiosa com o homem que olhava estático para ela. - Eu faço o meu trabalho direito, homem! - bradou ainda furiosa com o homem, que continuava olhando feio para ele.
- Você faz o seu trabalho direito? - Gomes gargalhou maldoso, enquanto a mulher olhava feio para ele. - Você se extressa demais, mulher! - Gomes continuou condenando a mulher, que continuava olhando feio para ele. - Se extressa demais por muito pouco! - continuou no mesmo tom, com a mulher, que continuava olhando feio para ela, ao passo que as garotas até pararam para escutar a discussão entre os dois inspetores. - Falta de um homem que dê conta de você! -Gomes bradou, vendo que a mulher, seguia junto com as garotas, com toda a raiva do mundo. - Porque eu, não quero! - Gomes bradou, com cara de nojo, enquanto as garotas gargalhavam e a mulher, por sua vez, olhava feio para elas.

- O quê foi que aconteceu? - Virgínia bradou, olhando feio para as garotas, que entravam com tudo na sala dela.
- Essas duas aqui, estavam brigando no banheiro das meninas! - a bruxa bradou, bem alto, apontando para Rafaela e Sonda.
- Muito bem! - Virgínia bradou feliz com o trabalho da bruxa. - Você faz um ótimo trabalho, mulher! - bradou ainda feliz, vendo que a mulher sorria lisonjeada.
- Ah, isso faz um bem tremendo para o ego dela! - Nina bradou furiosa, enquanto a bruxa olhava para ela de cara amarrada e Virgínia também olhava feio para Nina, que, por sua vez, acabou calando - se.
- E por quê vocês duas brigaram, mocinhas? - Virgínia perguntou, observando Sonda sentar - se como se fosse uma rainha. - Eu não mandei ninguém sentar, Sonda! - Virgínia bradou bem ríspida, enquanto Sonda levantava - se de cara amarrada.
- Por causa do papelzinho da minha cola da tabuada do cinco! - Dorise bradou satisfeita, por ver que Rafaela havia levado desvantagem.
- Cola da tabuada do cinco? - Virgínia perguntou, encarando Dorise, com muita fúria. - Eu bem que fiquei sabendo que você fez a cola da tabuada do cinco e até que eu não acreditei! - meneou a cabeça em negativa e continuou, olhando furiosa para Dorise, que nada dizia, apenas engolia em seco. - Eu não acredito que eu tenho uma aluna desse tipo em minha escola! - bradou Virgínia, furiosa com a garota, que nada dizia. - Mas... Eu sempre falo para a minha mãe, que num futuro bem próximo, os alunos passarão de ano sem saber nada e chegarão ao colégio sem saber ao menos escrever! - continuou, olhando furiosa para Dorise, que engolia em seco e olhava surpresa para a diretora, que continuava furiosa com ela, e Dorise, por sua vez, começou a chorar. - Não adianta você chorar por coisas tolas, você tem que chorar porque você não sabe ao menos a tabuada do cinco, meu bem! - Virgínia bradou furiosa, enquanto Dorise, nada respondia. - E vá logo para a sua sala, aprender a maldita da tabuada do cinco! - ordenou furiosa, enquanto Dorise retirava - se da diretoria e foi para a sua sala, furiosa. - E você, Rafaela, vá para a sua casa, tomar um banho e curar as suas ataduras, que Sonda lhe fez! - continuou furiosa, enquanto Rafaela, por sua vez, foi seguida pela carcereira que estava com a chave na mão. - Agora, eu posso saber qual foi a participação das duas senhoritas no espancamento da coitada da Rafaela! - Virgínia, por sua vez, bradou autoritária para Nina e Eleomara que se olhavam nervosas com a situação provocada por Sonda.
- Eu só estava com a Sonda, no momento da discussão e a briga somente começou por causa do maldito do papelzinho da cola da tabuada do cinco de Dorise, que agora está na mão da senhora! - Nina bradou nervosa, com o intuito de tentar defender - se.
- Você pode ir, Nina! - Virgínia olhou sério para a garota, que sorriu satisfeita, enquanto Sonda e Eleomara olhavam furiosas para ela. - Eu só peço a você, para que você páre de andar com essas duas desordeiras! - bradou ainda furiosa, apontando para Eleomara e Sonda, que olharam para ela assustadas e de olhos arregalados. - Mas... Pelo que eu estou vendo, eu não vou conseguir separar o joio do trigo, porque o joio... - coçou a cabeça preocupada. - O joio estraga o trigo todo! - bradou, olhando furiosa para Sonda e Eleomara que olhavam - se seriamente e com medo da mulher fazer alguma coisa com elas. - E você, Marion? - perguntou, medindo - a de cima em baixo, enquanto Sonda olhava com mais ódio ainda da garota.
- Eu estava com a Rafaela, e ela me mostrou o papelzinho da cola que agora, está na mão da senhora, mas eu não tenho nada a ver com isso não! - Marion explicou - se, olhando nervosa para Virgínia.
- Pode ir, Marion! - Virgínia bradou simpática, enquanto Marion a olhava surpresa e aliviada. - Você já sofre muita perseguição para o meu gosto e para o gosto de muita gente aí! - Virgínia, por sua vez, olhou firme para a garota, que, por sua vez, baixou a cabeça triste.
Enquanto, Sonda, por sua vez, olhou furiosa para Marion, crispando assim, seus lábios de ódio da garota, acompanhada por Eleomara. - Agora, só me resta vocês duas! - Virgínia bradou, em tom ameaçador, enquanto Sonda ainda olhava furiosa para Marion, que já andava pelo corredor da escola tranquila.
- Foi a Sonda que bateu na Rafaela! - Eleomara bradou, apontando para Sonda, que crispou os lábios de raiva da garota.
- E com o apoio de todas vocês, acredito eu! - Virgínia continuou furiosa com as duas garotas, que nada diziam, por respeito à ela, porque já sabiam que levariam suspensão. - E quem foi que quebrou os óculos da pobre da garota? - Virgínia perguntou, olhando para as duas, e esperando uma resposta de ambas as garotas.
- A Sonda, quando deu aquele tremendo bofetão na cara da Rafaela! - Eleomara apontou para Sonda, que, por sua vez, continuou olhando furiosa para ela.
- E os óculos da Rafaela estavam na sua mão, o tempo todo, Eleomara! - Sonda bradou encarando firme a garota, que deu um sorriso sarcástico para ela.
- O negócio agora é com você, Sonda! - Virgínia bradou, olhando feio para Sonda, que nada respondia, apenas olhava furiosa para a diretora. - Os óculos, a sua família vai ter que pagar, Sonda, porque a família dela não tem dinheiro e a sua tem! - Virgínia continuou furiosa com Sonda, que engolia em seco, pois sabia que levaria uma tremenda bronca da mãe. - E eu vou tomar as devidas providências para que isso aconteça logo! - Virgínia bradou, olhando para Sonda, com tom de ameaça. - Vocês duas vão para a sala, porque eu resolvo isso com os pais de vocês! - ordenou, apontando o dedo para a porta, enquanto as duas garotas retiravam - se furiosas com a situação. - E a dona Eleomara está em meu caderninho! - bradou, pegando um caderninho na mão, enquanto a garota a olhava surpresa. - E Bunnie, você fez um ótimo papel! -bradou, olhando feliz para Bunnie, que deu um sorrisinho simpático para a mulher, em forma de agradecimento, enquanto as duas garotas olhavam para ela, furiosas, enquanto Bunnie, retirava - se toda feliz e sorridente, logo atrás delas.
- E você me paga, Bunnie! - Sonda bradou, encarando - a, com chispas de ódio no olhar, enquanto Bunnie, dava de ombros, ainda furiosa com ela.
- E você acha que eu ia deixar você matar a pobre da Rafaela, Sonda? - Bunnie perguntou furiosa com a garota, que continuava com ódio mortal dela.
- E o quê você tanto tem com aquela garota fedida, Bunnie? - Sonda perguntou furiosa, enquanto Bunnie a olhava com ódio.
- O meu problema é com você, Sonda! - Bunnie bradou furiosa, enquanto Sonda a olhava perplexa. - Somente com você, Sonda! - continuou furiosa com a garota e retirou - se, indo em direção à sua sala, enquanto Sonda e Eleomara, seguiam corredor à fora, bufando de raiva de Bunnie, principalmente Sonda.
- E o seu problema não é bem comigo, Bunnie! - Sonda bradou furiosa, ao vê - la entrar em sua sala e Bunnie, por sua vez, voltou - se furiosa. - O seu problema é com o meu namorado! - Sonda bradou ainda furiosa com a garota, que deu um sorrisinho sarcástico para ela. - Você está interessada em meu namorado, isso sim! - Sonda, por sua vez, continuou furiosa com Bunnie, que continuava encarando - a, com o seu sorriso sarcástico, bem na porta da sua sala, que estava fechada ainda. - Mas você pensa que eu vou deixá - lo? - Sonda perguntou, dando uma enorme gargalhada maldosa para Bunnie, que, por sua vez, deu de ombros para ela, não se importando nem com ela e nem tampouco, com o que ela dizia! - Você e todas essas garotas que o querem, estão redondamente enganadas! - Sonda, por sua vez, continuou furiosa com a garota, que agora, a olhava com desdém.
- E o seu problema é a sua insegurança e a sua inveja, meu bem! - Bunnie bradou bem estúpida, enquanto Sonda a olhava furiosa.
- O quê está acontecendo aqui? - Gomes perguntou, dispersando - as rapidamente.

E a briga entre Sonda e Rafaela, foi um grande comentário pela escola toda e Dorise, por sua vez, contava para todas as suas amigas como uma ótima vantagem da prima ter dado uma tremenda lição na pobre da Rafaela, por causa do papelzinho da cola da tabuada do cinco, na prova de matemática.
- Ah, mas que pena que eu não estava lá no banheiro das meninas! - Fred bradou, ao passar por perto da rodinha que Dorise, que, por sua vez, olhou para ele surpresa. - Porque, se eu tivesse no banheiro das meninas, vendo a briga, logicamente, iriam surgir muitas apostas e essas apostas seriam todas a favor da sua prima! - Fred bradou, encarando Dorise, que sorria satisfeita e feliz, por ter uma prima assim, tão corajosa quanto Sonda.
- A minha prima é a minha prima, oras! - Dorise deu de ombros, retirando - se do local, junto com as demais, deixando Fred sozinho com Sandro.
- A Dorise adora fazer fofocas! - Sandro bradou com raiva.
- Isso é verdade mesmo, Sandro! - Fred bradou ansioso, enquanto Sandro olhava sorridente para ele.
E o sinal bateu para o final do intervalo e todos seguiram para as suas respectivas filas.

- Estão falando por aí, Sonda, que você bateu na Rafaela por besteira! - Acácio parou a prima e namorada bem no meio da sua fila.
- Besteira? - Sonda perguntou indignada.

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